Programa de Festas

Dezembro 3, 2008

French Connection 2008

“Nos últimos anos, a música francesa recuperou a vitalidade de outrora. Os sons alternativos não escaparam a esta tendência.

Daí o aparecimento de eventos como este: o French Connection, que se divide por Caldas da Rainha, Braga e Portalegre e que inclui no seu cardápio a estreia entre nós de duas das mais promissoras bandas francesas:

Cocoon e Narrow Terence. Dias 5 e 6 de Dezembro.

Os Cocoon são um dupla composta por Mark Daumail e Morgane Imbeaud. Produzem folk melancólica e não têm medo de cantar em inglês. Os Narrow Terence jogam mais nos tons do deserto, onde há lugar para derivas por territórios experimentais e psicadélicos.

A “liaison” com Portugal é estabelecida pelo projecto lisboeta The Guys From The Caravan, autor de uma folk-rock-pop descomprometida, despretensiosa e, por isso mesmo, sólida e promissora.

Em cena está o álbum de estreia “Noah’s Ark of Pain””.

telefone -262889650

Caldas da Rainha, Centro Cultural e Congressos das Caldas da Rainha

5/DEZ


Braga, Theatro Circo – Av. Liberdade, 697 –
6 DEZ- 21.30

www.myspace.com/narrowterence
www.myspace.com/theguysfromthecaravan
€ 7
M12


Portalegre
, Centro de Artes do Espectáculo de Portalegre – Praça da Republica, 39

Novembro 8, 2008

“Espectáculo Para Acabar com Todos os Espectáculos” – Braga – Theatro Circo

“O regresso do “Burla – Festival do Burlesco”, a abertura da comunidade de leitores “A Nova Literatura Portuguesa em Oito Livros”, o concerto de apresentação do novo trabalho dos “Partisan Seed” e espectáculos tão diversos como o musical infantil “Alladin Jr.”, o bailado “O Lago dos Cisnes” e a “stand-up comedy” de Pedro Tochas, são algumas das propostas do Theatro Circo para Novembro.

Após o sucesso alcançado com a primeira edição, o Festival do Burlesco regressa à sala principal a 8 de Novembro (21h30) com a o espectáculo “The Show to End All Shows” (“Espectáculo Para Acabar com Todos os Espectáculos”), pela “Circus Contraption”, companhia circense que aos mais tradicionais números de circo alia os estilos “vaudeville” e “dark cabaret”.

Neste contexto, enriquecido pela música ao vivo da “Circus Contraption Band” e pelos esforços do entusiasta apresentador, a trupe natural de Seattle recria as mais tradicionais performances circenses – focas amestradas e suas bolas saltitantes, sereias voadoras, cães cor-de-rosa, entre outras – numa perspectiva que colocou este colectivo, ao longo de dez anos, na linha da frente do circo moderno”.

“Acompanhada ao vivo pela banda Circus Contraption, a companhia de Seattle recria o circo tradicional, com focas amestradas, sereias voadoras e cães cor-de-rosa. Mas, a isto, alia variedades, artes visuais, criação de máscaras, cabaret, música ao vivo, dança e inspiração vaudevilliana.

Dexter Mantooth (baixista e artesão de peles), Acrophelia (acrobata), Pinky d”Ambrosia (vocalista, trompetista, bailarina e diva de ópera), Armitage Shanks (co-fundador, malabarista de fogo, vocalista, apresentador), Ernesto Cellini (equilibrista), Chamaleo (multi-instrumentista), Nova Jo Yaco (malabarista, bailarina, equilibrista), Darty Kangoo (acrobata) ou Pavel Merzo (palhaço) são algumas das exuberantes personagens que integram este espectáculo”.

 

  Braga, Theatro Circo – Av. Liberdade, 697

 

  Dia 08-11-2008 – Sábado às 21h30

  TELEFONE – 253203800
  PREÇO – 10€.

Sites: Theatro Circo

Publico

Município de Braga

Setembro 29, 2008

FERNANDO TORDO & STARDUST ORCHESTRA TOUR

Fernando Tordo completa, em 2008, 43 anos de actividade ininterrupta.

Para assinalar o facto foi preparada uma digressão nacional com grande orquestra.

Fernando Tordo & Stardust Orchestra apresentam num poderoso concerto as músicas de uma vida numa vida cheia de músicas. O Fernando vai estar muito bem acompanhado: uma fantástica orquestra de 24 músicos, sob a direcção artística do maestro Pedro Duarte.

“Lisboa de Feira”, “Tourada”, “Adeus Tristeza”, “Só Ficou o Amor por Ti”, são alguns dos muitos temas que irão desfilar, acompanhados quer pela doçura e subtileza da secção de cordas da orquestra (violinos, violas de arco e violoncelos), quer pela energia da secção de metais.

Considerado um dos mais notáveis cantores da música ligeira portuguesa ainda em actividade, afirmou-se desde cedo pela riqueza poética e musical de um reportório constituído por temas assinados não apenas pelo próprio, mas também por alguns dos mais significativos autores e compositores, designadamente Ary dos Santos, Manuel da Fonseca, Natália Correia ou Sophia de Mello Breyner.

Embora tenha integrado, a partir de 1967, a formação dos “Sheiks”, foi com as participações e vitórias no Festival RTP da Canção – “Cantiga” (1969) e “Cavalo à Solta” (1971) – que Fernando Tordo concentrou as atenções do público e das editoras, tendo lançado “Tocata”, o seu álbum de estreia em 1972.

O reconhecimento prossegue em 1974 com mais a vitória do tema “Tourada” no Festival RTP da Canção e com o “Prémio Casa da Imprensa”, distinção que se repete três anos mais tarde.
Após uma longa e cúmplice parceria com José Carlos Ary dos Santos, cujo final ficou assinalado com a edição de “Cantigas Cruzadas”, Fernando Tordo assume integralmente, em 1981, a autoria, composição e interpretação dos temas desde então lançados.

A par do percurso musical que se notabilizou em momentos como a edição de “Adeus Tristeza”, distinguido com o prémio para “Melhor LP de Música Ligeira”, do disco de homenagem “O Menino Ary dos Santos” (1988) ou do álbum “Tributo a Los Laureados Nobel” (2006), trabalho considerado por José Saramago como «ponto alto da inspiração numa carreira tão extensa», Fernando Tordo destacou-se ainda nos projectos televisivos “Só Nós Três”, com Carlos Mendes e Paulo de Carvalho e “Falas Tu ou Falo Eu”, com Carlos Mendes.

Comendador da Ordem de Mérito, título atribuído em 2006 pelo então Presidente da República, Jorge Sampaio, e distinguido, um anos depois, com a Medalha de Prata da Cidade de Lisboa, Fernando Tordo é também responsável pela autoria dos livros “Fantásticas, Fingidas e Mentirosas” (2003) e “Quando Não Souberes, Copia” (2007).

(Fonte: Gabinete de Comunicação da Câmara Municipal de Braga)

No Theatro Circo, em Braga – maiores 12 – SÁB 04 OUT – 21,30h

Sala Principal – 20 / 15 eur.

Theatro Circo – Braga

Recorda-se aqui o “Adeus tristeza”, o primeiro álbum de Fernando Tordo após a morte do Zé Carlos Ary dos Santos, e que em 1983 foi considerado o melhor LP de música ligeira do ano.

Na minha vida tive palmas e fracassos
Fui amargura feita notas e compassos
Aconteceu-me estar no palco atrás do pano
Tive a promessa de um contrato por um ano
A entrevista que era boa
E o meu futuro foi aquilo que se viu

Na minha vida tive beijos e empurrões
Esqueci a fome num banquete de ilusões
Não entendi a maior parte dos amores
Só percebi que alguns deixaram muitas dores
Fiz as cantigas que afinal ninguém ouviu
E o meu futuro foi aquilo que se viu

Adeus tristeza, até depois
Chamo-te triste por sentir que entre os dois
Não há mais nada pra fazer ou conversar
Chegou a hora de acabar

Na minha vida fiz viagens de ida e volta
Cantei de tudo por ser um cantor à solta
Devagarinho num couplé pra começar
Com muita força no refrão que é popular
Mas outra vez a triste sorte não sorriu
E o meu futuro foi aquilo que se viu

Na minha vida fui sempre um outro qualquer
Era tão fácil, bastava apenas escolher
Escolher-me a mim, pensei que isso era vaidade
Mas já passou, não sou melhor mas sou verdade
Não ando cá para sofrer mas para viver
E o meu futuro há-de ser o que eu quiser

 

Os que se lembram da canção, terão boas memórias.
E quem não a conhece, que oiça. Vale a pena.

Agosto 28, 2008

Mafalda Veiga no Theatro Circo, em Setembro

Filed under: concerto — profestas @ 8:02 pm
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A cantora e compositora Mafalda Veiga efectua um concerto no Theatro Circo, em Braga, no dia 6 de Setembro, pelas 22h00.

Ao completar 20 anos de carreira, a intérprete de “Pássaros do Sul” apresenta o álbum que, após cinco anos de paragem na edição de projectos a solo, surgiu como «fiel testemunho de uma identidade e maturidade alcançadas no decorrer de um percurso marcado por um constante crescimento enquanto compositora, autora e cantora».

Com temas tão diversos como o “single” de apresentação “Estrada”, o «Imediato» “Abraça-me Bem” ou o «Devaneio» de “Era Uma Vez Um Pensamento Teu”, “Chão” caracteriza-se por um tom mais positivo e por um «som mais orgânico» que, de acordo com o produtor Miguel Ferreira, cria mais «espaço para o que efectivamente tem que brilhar: a canção e a voz da cantora».

Ao longo das décadas que separam o sucesso alcançado com o trabalho de estreia e a consagração com o recente “Chão”, Mafalda Veiga multiplicou-se entre a edição discográfica de oito álbuns – “Cantar” (1988), “Nada Se Repete” (1992), “A Cor da Fogueira” (1996), “Tatuagem” (1999), “Ao Vivo” (2000), “Na Alma e na Pele” (2003) e “Coliseu de Lisboa, 5 de Outubro” (2004) – , presenças assíduas em salas nacionais e internacionais (Cabo Verde, Macau, Brasil) e colaborações com músicos como Luís Represas, Jorge Palma, Raul Torres ou André Sardet.

Informação SIC

site a consultar: Theatro Circo

O concerto de Mafalda Veiga está agendado para as 20h00 e o bilhete é de 20 euros.

Abril 20, 2008

Diamanda Galás – Guilty Guilty Guilty

Diamanda Galás, aclamada vocalista e virtuosa pianista, regressa a Portugal para apresentar o seu novo álbum intitulado Guilty Guilty Guilty.

O novo álbum não se baseia apenas no repertório original de canções de amor trágicas de Galás, conta também com versões de temas de Juliette Gréco, Jacques Prévert, Edith Piaf e Johnny Cash.

Diamanda Galás é uma das personagens mais interventivas e controversas da música moderna. Enigmática, exuberante, polémica, versátil, possui um timbre de voz excepcional que lhe permite atingir registos perturbadores, que nos transportam para o dramatismo e desespero cravados num coração destroçado e assombrado. A intensidade das suas actuações não consegume deiar ninguém indiferente. As emoções cruas presentes na sonoridade do piano variam da aparente felicidade ao terror evocado pela morte do amor.

A diva norte-americana apresenta-se ao público português no dia 6 de Maio, no Theatro Circo de Braga, no dia 8 de Maio na Casa da Música, e no dia 10 de Maio na Aula Magna, em Lisboa, para três concertos intimistas que prometem surpreender, onde se junta a extraordinária voz de Diamanda Galás e a beleza das suas composições trágicas.

 

Theatro Circo –  6 de Maio – 21h00 – 25 euros

Casa da Música – Porto – 8 de Maio – 21h00 – 25 euros

Aula Magna – Lisboa – 21h00 – 10 de Maio – Doutorais 30 euros – anfiteatro – 27 euros

 

ver em www.inmusicwetrust.pt

 

 

 

 

 

Abril 17, 2008

José Mário Branco no Theatro Circo – 24 de Abril

Filed under: musica portuguesa — profestas @ 5:54 pm
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A solo, com a guitarra, José Mário Branco apresenta-se na Sala Principal do Theatro Circo  (Braga) a 24 de Abril (22h00) para dar voz a algumas das mais emblemáticas canções que foi compondo e interpretando ao longo de um percurso de trinta anos.

Expoente da música de intervenção, José Mário Branco, que se afirmou também pela dimensão assumidamente activista, destaca-se actualmente como um dos nomes notáveis da música portuguesa, estatuto conquistado pelo intenso trabalho a solo e pelas inúmeras colaborações que desenvolveu com músicos como José Afonso, Sérgio Godinho, Luís Represas, Fausto ou Camané, entre muitos outros.

Embora voluntariamente afastado de um quase inevitável mediatismo, José Mário Branco mantém-se, desde há mais de trinta anos, altura em que lançou o seu primeiro trabalho discográfico – “Seis Cantigas de Amigo” – em permanente actividade, dividindo-se por áreas tão diversas como a canção, composição, representação, orquestração, cinema, militância ou cooperativismo.

Após o lançamento de cerca de duas dezenas de álbuns e da produção de inúmeros temas para cinema e teatro, José Mário Branco regressa em 2004 às edições discográficas com “Resistir é Vencer”, mais um projecto de carácter activista consubstanciado por uma homenagem ao povo timorense que, durante décadas resistiu à ocupação por forças militares da Indonésia.

Com uma forte ligação à consciência revolucionária portuguesa e aos diversos movimentos que dela derivaram, o cantor, natural do Porto, esteve exilado em França durante os onze anos que precederam a revolução de 25 de Abril de 1974, dando continuidade no estrangeiro à actividade cultural que entretanto havia iniciado em Portugal.

Para além da fundação da cooperativa cultural “Groupe Organon” e do primeiro grupo de teatro amador português em França, com o qual criou e interpretou as peças “A Comuna de Paris”, “O Racismo” e “A Jovem Poesia Inglesa e Americana”, José Mário Branco dedicou-se, ainda durante este período, à realização de centenas de recitais na Inglaterra, Suíça, Bélgica, Holanda, Alemanha e Itália.

Regressado a Portugal, deu seguimento ao diversificado percurso artístico que o caracteriza e que ficou assinalado, a par da composição, interpretação e produção musical, por acontecimentos como a fundação de diversas entidades de produção cultural (Grupo de Acção Cultural, Teatro do Mundo, União Portuguesa de Artistas e Variedades).

Extraído de O Balcão

Às  22h00 – € 15

E é irresistível recordar uma das suas canção da nossa preferência…

A contas com o bem que tu me fazes
A contas com o mal por que passei
Com tantas guerras que travei
Já não sei fazer as pazes

São flores aos milhões entre ruínas
Meu peito feito campo de batalha
Cada alvorada que me ensinas
Oiro em pó que o vento espalha

Cá dentro inquietação, inquietação
É só inquietação, inquietação
Porquê, não sei
Porquê, não sei
Porquê, não sei ainda

Há sempre qualquer coisa que está pra acontecer
Qualquer coisa que eu devia perceber
Porquê, não sei
Porquê, não sei
Porquê, não sei ainda

Ensinas-me fazer tantas perguntas
Na volta das respostas que eu trazia
Quantas promessas eu faria
Se as cumprisse todas juntas

Não largues esta mão no torvelinho
Pois falta sempre pouco para chegar
Eu não meti o barco ao mar
Pra ficar pelo caminho

Cá dentro inqueitação, inquietação
É só inquietação, inquietação
Porquê, não sei
Porquê, não sei
Porquê, não sei ainda

Há sempre qualquer coisa que está pra acontecer
Qualquer coisa que eu devia perceber
Porquê, não sei
Porquê, não sei
Porquê, não sei ainda

Cá dentro inqueitação, inquietação
É só inquietação, inquietação
Porquê, não sei
Mas sei
É que não sei ainda

Há sempre qualquer coisa que eu tenho que fazer
Qualquer coisa que eu devia resolver
Porquê, não sei
Mas sei
Que essa coisa é que é linda

Abril 2, 2008

Colleen – “Les Ondes Silencieuses” – 4 de Abril – Theatro Circo

Filed under: viola — profestas @ 7:41 pm
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grande revista do séc. XX“A parisiense Colleen regressa a Portugal para apresentar “Les Ondes Silencieuses”, obra romântica que tem no violoncelo a sua magia.

Sensível e simples, pueril, até, mas simultaneamente intensa. Traços de música antiga que até batem certo com o corpo da artista.

Sobretudo quando escolhe a viola da gamba, um instrumento caído em desuso desde o século XIX com o aparecimento do violoncelo, a guitarra clássica ou até mesmo o clarinete. Uma humana feita de cristal”.

No Theatro Circo – Av. da Liberdade, 697, Braga  – 4 de Abril
Tel: +351 253 203 800
Fax: +351 253 262 403
4 Abril, sexta, 23.59, PA
€ 12

Sites: Theatro Circo

          Colleen

Março 3, 2008

Festival Bragajazz 2008

O BragaJazz chega à nona edição com um cartaz que confirma o festival como evento de absoluta referência no panorama nacional. Gerry Hemingway, George Schuller e John Taylor fazem parte da comitiva que passa por Braga nos dois primeiros fins-de-semana de Março. Os concertos começam dia 6 e terminam a 15.

Na abertura (dia 6) vai estar o saxofonista Chris Cheek. Com mais de 60 álbuns no currículo, pertence à nata de toda uma recente geração de músicos nova-iorquinos. A Orquestra de Jazz de Matosinhos, que goza de projecção internacional crescente – no ano passado, tornou-se a primeira formação portuguesa a actuar no Carnegie Hall) -, convidou-o para a primeira gravação, “OJM Invites Chris Cheek”, que apresenta neste concerto.

No dia seguinte (7), apresenta-se o projecto BassDrumBone, que comemorou recentemente 30 anos de dedicação – com pausas várias – a uma formação invulgar. “Bass”: Mark Elias, sólido e electrizante contrabaixista que cresceu na fervilhante cena de improvisação nova-iorquina. “Drum”: Gerry Hemingway, um dos mais inventivos e activos percussionistas e líderes do jazz contemporâneo. “Bone”: Ray Anderson, trombonista creditado por esticar ao máximo os limites do instrumento. Se a reputação já eleva a expectativa, que dizer perante a crítica a “The Line Up”, álbum que vêm dar a conhecer? A “All About Jazz” descreve-o como um trabalho “coeso e bem equilibrado”, em que “cada elemento contribui com cuidadosas composições que destacam as qualidades dos outros elementos, que trocam de papéis sem esforço e com hábil maleabilidade.”

O terceiro dia do festival (8) é protagonizado pelo quinteto Circle Wide, encabeçado pelo baterista George Schuller. Filho de Gunther Schuller, é produto da mais criativa Nova Iorque e colaborou com gente como Joe Lovano, Lee Konitz ou Dave Douglas. Este projecto é inspirado no arrojado grupo que Keith Jarrett liderava nos anos 70 e propõe novas abordagens a temas como “Survivors Suite”, Rotation”, “Common Mama” ou “De Drums”.

O segundo fim-de-semana do BragaJazz começa (dia 14) com John Taylor, pianista britânico que, além de ter impulsionado o trio Azimuth, é companheiro habitual de Kenny Wheeler, John Surman e Peer Erskine. Influenciado pela música erudita, é aclamado pela sofisticação e abrangência e é considerado um dos mais criativos pianistas e compositores europeus.

O encerramento do festival (15) fica a cargo do jazz contaminado de blues do Indigo Trio, formado por três requisitados músicos de Chicago: a flautista Nicole Mitchell (que ganhou o prémio “Rising star flutist”, da “Dowbeat”, em 2006), o contrabaixista Harrison Bankhead e o percussionista Hamid Drake.

ARTIGOS RELACIONADOS
– Dia 6 – Chris Cheek + Orquestra de Jazz de Matosinhos
– Dia 7 – BassDrumBone
– Dia 8 – Circle Wide
– Dia 14 – John Taylor Trio

TELEFONE
253203800
LOCAL
Braga, Theatro Circo – Av. Liberdade, 697

HORARIOS
De 06-03-2008 a 15-03-2008
PREÇO
10€ (dia). Desconto de 20% na compra do passe.

Informação: publico.pt

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