Programa de Festas

Junho 26, 2010

TEATRO NACIONAL D. MARIA II – OS ANJOS E O SANGUE | 29 JUNHO – 19H – SALÃO NOBRE

 

GRANDES TEXTOS | LEITURAS ENCENADAS

OS ANJOS  E O SANGUE

29 JUNHO – 19H | ENTRADA LIVRE

 

O Teatro Nacional D. Maria II apresenta, no dia 29 de Junho, às 19h, no Salão Nobre, a leitura encenada do texto Os Anjos e o Sangue, de Bernardo Santareno – um dos mais importantes dramaturgos do nosso século, que escreveu este texto para Carlos Avilez e Eunice Muñoz.

Quase cinquenta anos depois de ter sido escrito, Carlos Avilez coordena a leitura do texto que lhe foi dedicado.

Uma peça que reflecte a nova literatura de intervenção da década de 60.

 

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Agosto 3, 2008

Teatro Nacional D. Maria II – Concertos na esplanada – Rossio

Acerca do “post” anterior, refere-se que a iniciativa “Outros Palcos” tem uma forte componente musical, apostando numa programação surpreendente, apresentada ao ar livre e pretendendo estabelecer uma grande proximidade entre o Teatro e uma cidade que, durante o período de férias, se enche de turistas.

De 16 de Julho a 16 de Agosto, a esplanada do TNDM II, no Rossio, recebe catorze concertos, de entrada gratuita, de vários grupos de música que prometem animar as noites quentes de Verão e temperá-las com as sonoridades do jazz e das músicas do mundo.

Houve vários, mas ainda poderá ver estes:

OPEN SOURCE – 16 Agosto

Os Open Source conjugam os meios de fazer dançar através da sinergia desenvolvida em tempo real entre
o DJ Johnny – bem conhecido por animar a noite lisboeta com os seus discos, responsável pela
programação das Lux Jazz Sessions.
dj JOHNNY
trombone ANTÓNIO BRUHEIM
trompete RICARDO PINTO
saxofone EDUARDO LÁLA

                                                                   JON LUZ8 Agosto

Artista multifacetado, Jon Luz pratica sonoridades que cruzam a música tradicional cabo-verdiana e o jazz.
As letras passam por uma história única de vida entre os dois continentes onde tem vivido nos últimos anos.
guitarra, cavaquinho e voz JON LUZ
contrabaixo EDUARDO JORDÃO
bateria e percussão MARCO SANTOS
                                                                   YEMANJAZZ –  15 Agosto

Uma verdadeira ‘crioulização’ musical e poética é aquilo a que podemos assistir com os YemanJazz. A
criação de composições e arranjos musicais, que atravessam batucadas cabo-verdianas, mandinga afrocubano
ou samba brasileiro são uma amostra das sonoridades de músicas de várias nacionalidades
apresentadas por este grupo.
voz, guitarra, flauta, didgeridoo, piano, composição PEDRO CASTANHEIRA
percussões, panela “sound system”, xilofone, bidão, lata de sagres e wok IAN CARLO MENDOZA
baixo eclético, kabula beat PIETRO “DJAMALADIN” CASELLA
trompete ALEXANDRE ANDRADE
saxofone alto, xamanxequere PETER “MAD PROFESSOR” BASTIAAN
saxofone tenor FRANCISCO ANDRADE
trompete RICARDO PINTO
trombone EDUARDO LÁLA
contrabaixo, percussões AFONSO CASTANHEIRA
bateria NUNO PESSOA

MOI NON PLUS6 Agosto

Projecto luso-francês que recria as músicas populares urbanas francesas e francófonas levando-nos a viajar
até ao ambiente parisiense dos anos quarenta e cinquenta, onde se ouvem temas de compositores como
Boris Vian, Serge Gainsbourg ou Yves Montand.
voz e guitarra IAN MUCZNIK
piano CATHERINE MORISSEAU
trombone EDUARDO LÁLA
clarinete LUÍS BASTOS
trompete NUNO REIS
contrabaixo FILIPE ROCHA
bateria RUI ALVES

MARTA PLANTIER E LUÍS BARRIGAS EM “FUCKING NOTES” – 12 Agosto

Sempre em busca de uma sonoridade única, Marta Plantier, uma das melhores intérpretes do panorama
musical português, cruza a linguagem do jazz com várias influências de músicas do mundo e estilos
musicais como o soul, blues ou african music. Em conjunto com Luís Barrigas, músico de jazz que revela,
neste contexto, a arte da performance, tem lugar um espectáculo mais intimista, onde a música, o teatro e a
dança se mesclam.
voz MARTA PLANTIER
piano LUÍS BARRIGAS

FUNKOFFANDFLY7 Agosto 

Big band bem ao estilo seventies, os FunkOffAndFly recuperam o espírito do soul funk Afro-Americano, com
espectáculos que interagem com o público e que garantem a boa disposição. À música juntam-se alguns
passos de dança que dão início a uma festa desinibida e cheia de energia.
voz/composição BRUNO MATOS
guitarras/composição PEDRO ABREU
bateria RICARDO BALIXA
baixo eléctrico MANUEL JÓNATAS
pianos, teclados, synts/composição FAUSTO FERREIRA
percussões PEDRO CADETE
turn-tables/dj DAVID PARIS
trompete NUNO REIS
trombone EDUARDO LÁLA
saxofones LUÍS SILVA
coros SELMA UAMUSSE | ANASTÁSIA

BARUK 5 Agosto

Novas sonoridades e a fusão de instrumentos são duas das características dos Baruk que conjugam a
música tradicional com a música improvisada, tendo como principais influências o jazz contemporâneo, a
música árabe e a música erudita. Louis Sclavis, Rabih, Abou Kalil ou Avishai Cohen são alguns dos artistas
que se pretendem homenagear.
guitarra clássica BRUNO PERNADAS
contrabaixo EDUARDO JORDÃO
percussão e bateria MARCO SANTOS
clarinete soprano e sax alto RICARDO RIBEIRO

FUNKY TOUCH 9 e 14 Agosto 

Através da fusão de vários estilos musicais – pop, rock, pop-rock, blues, os “Funky Touch” dão um toque de
funk a temas de Jamie Cullum, John Mayor, Sting, James Brown, Tower of Power, Prince, Extreme, Queen,
Toto, entre outros.
voz CARLOS CORDEIRO
bateria DANIEL SILVA
baixo JOÃO PEREIRA
guitarra FREDERICO SILVA
teclado CARLOS GARCIA

P/Todos

Entrada Livre

BARUK – Teatro Nacional D. Maria II – 5 de Agosto – Concertos na esplanada – Rossio

Baruk é um projecto musical que concilia sons de vários pontos geográficos e compositores intemporais, procurando assim conjugar a música tradicional com a música improvisada tendo como principais influências o Jazz contemporâneo, a música árabe e a música erudita.

O repertório consiste em músicas tradicionais búlgaras, judaicas, árabes e temas originais dos vários elementos. O grupo pretende também com o seu espectáculo musical fazer uma homenagem a artistas como; Louis Sclavis, Rabih Abou Kalil, Avishai Cohen entre outros, interpretando assim os vários temas de uma forma original, tanto a nível rítmico como harmónico.

É composto por Bruno Pernadas (guitarra clássica), Eduardo Jordão (contrabaixo), Marco Santos (percussão e bateria) e Ricardo Ribeiro (clarinete soprano e sax alto)”.

Música – World

O espectáculo é no Teatro Nacional D. Maria II (TNDMII), no dia 5 de Agosto, às 23h00, e insere-se nas realizações dos  CONCERTOS NA ESPLANADA.

A entrada é livre.

Reservas: 213250835

Veja o site do Teatro

Julho 24, 2008

“Vieira – O Céu na Terra” nas ruínas do Convento do Carmo, em Lisboa

 A propósito das comemorações dos 400 anos do nascimento do padre António Vieira, o Teatro D.Maria II produz “Vieira – O Céu na Terra”. Em cena, até ao dia 16 de Agosto, nas Ruínas do Convento do Carmo.

“Vieira – O Céu na Terra”, da autoria de Miguel Real e Filomena Oliveira, é uma produção do Teatro Nacional D. Maria II inserida nas comemorações do IV centenário do nascimento do religioso e famoso pregador português.

“Em Lisboa, na corte de D. João IV, no Brasil entre os colonos ou entre os índios do sertão, revela-se o homem de plurais actividades – missionário, diplomata, político, orador, profeta, escritor, nacionalista”, refere a sinopse de “Vieira – O Céu na Terra”.

“É um homem que morre fracassado (as suas profecias não se cumpriram), mas feliz, cheio de esperança. Era um homem de mil projectos, de mil actividades”, acrescentou, em declarações à Lusa, o autor do texto.

O Padre António Vieira nasceu em Lisboa e aos 6 anos foi viver para o Brasil onde estudou no Colégio dos Jesuítas e se juntou à Companhia de Jesus, tendo ao longo da sua vida defendido várias causas humanitárias e chegado a ser preso por ordem do Santo Ofício.

A peça “vai fixar três aspectos da obra do padre António Vieira: a sua sede de justiça social – com a defesa dos judeus perseguidos pela Inquisição e dos índios e escravos no Brasil – o aspecto profético (do V Império como união dos povos) e a eloquência da sua oratória”, disse Miguel Real.

Filomena Oliveira, o outro elemento desta dupla de autores, trabalhou a encenação e desde logo destacou o “espaço fortíssimo” sugerido pelo director do D. Maria II, Carlos Fragateiro, para este espectáculo – as Ruínas do Carmo.

“A nave central é utilizada para a representação e o público fica lateralmente”, explicou a encenadora, acrescentando que se pretende que os espectadores se sintam transpostos para ambientes do século XVII, seja uma igreja de Lisboa ou o sertão brasileiro.

A mudança é feita sobretudo através dos jogos de luz, das cores e das formas, que permitem “uma constante transformação das Ruínas do Carmo”, apontou Andrzej Kowalski, responsável pelo espaço cénico e imagem.

Num elenco com 15 actores, a figura do Padre António Vieira será representada por José Henrique Neto enquanto João Lagarto faz de inquisidor.

O espectáculo será apresentado de 22 de Julho até 16 de Agosto, e seguirá para o Brasil, entre Novembro e Dezembro, no âmbito das comemorações dos 200 anos da chegada da família real, disse à Lusa Carlos Fragateiro.

“O Padre António Vieira é uma das figuras que mais unem Portugal e Brasil”, afirmou o director do teatro.

ANTÓNIO BANHA Burguês 1 / César Ortigão / Governador
BRUNO SCHIAPPA Bispo / D. José de Meneses / Burguês 2
CARMEN SANTOS D. Luísa de Gusmão
CLÁUDIA FARIA Mulher no Brasil / Mulher do povo em Lisboa
FÉLIX FONTOURA Nestor
JOÃO BRÁS D. João de Vila Verde / Reinol 1
JOÃO LAGARTO D. Jorge de Albergaria (inquisidor)
JOSÉ HENRIQUE NETO P. António Vieira
JÚLIO MARTIN P. Fernão Cardim / Francisco Mendes / Rabi
MARQUES D’AREDE D. João IV
MAURÍCIO VITORIA Caumondé (índio)
e FLÁVIO TOMÉ | JOÃO MAIS | PAULA COELHO | PAULO CAMPOS DOS REIS

213 250 827/835 (Teatro Nacional D. Maria II)

O preço único é de € 10,00 – (3ª a Sáb. 22h00) – 22 Julho a 16 de Agosto

Um espectáculo a não perder.

Fotografia de António Caeiro

Lusa/fim

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