Programa de Festas

Julho 25, 2010

ÁFRICADANÇAR 2010!!

Comemorações do 14º Aniversário da CPLP – Comunidade dos Países de Lingua Portuguesa

Dia de 25 de Julho não percas as Comemorações do 14º Aniversário da CPLP!

Na Praça da Figueira, pelas 17h00

ENTRADA LIVRE!!!

Não podes perder as actuações de grandes artistas dos Países-Membros da CPLP

BONGA | TOQUE DE CLASSE | EDDU | SUPER MAMA DJOMBO | ANCHA | AKUNAMATATA | BEI GUA

Acompanhamento pela Banda Residente , dirigida por Juca Delagado, acompanhado por Tony Bat, Gogui, Djipson e Kalu

Animação com o Dj FIUZA!!!

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Maio 27, 2009

Festim abre com o guineense Manecas Costa, esta sexta-feira!

A epopeia das músicas arranca esta sexta-feira!
Manecas Costa (Guiné-Bissau) é o primeiro a pisar os palcos do festim.

Manecas Costa é uma das mais belas vozes de origem africana na actualidade, um brilhante compositor e virtuoso guitarrista da Guiné-Bissau.

A sua música carrega as vibrações quentes e a sensualidade do “gumbe”, música crioula nascida em Bissau. Um dos seus grandes êxitos, o álbum “Paraíso di Gumbe”, de edição britânica, reúne os sons vibrantes e crus do seu país natal, com uma virtuosa técnica na guitarra acústica e uma voz carismática e apaixonada.

São concertos imperdíveis, os do grande embaixador musical da Guiné-Bissau para o mundo, Manecas Costa.

29 Maio, 22h00 – Cine-Teatro de Estarreja

Manecas Costa (Guiné-Bissau)
Manecas Costa – guitarra e voz
‘Gogui’ Embalo – baixo
Lito Graça – bateria
Marcelo Costa – guitarra
Domingos Sá – percussões
Ademir ‘Mimito’ Lopes – teclados
Vânia Oliveira – voz

CONTACTOS PARA BILHETES
Cine-Teatro de Estarreja http://www.cineteatroestarreja.com/
telefone 234 811 300 | <bilheteira@cineteatroestarreja.com>

Abril 29, 2009

ROKIA TRAORÉ

É uma das vozes mais importantes do continente africano, mas é a universalidade que faz dela uma artista de eleição.

Rokia Traoré em Portugal, numa produção Mandrake.

Rokia Traoré alcançou, definitivamente, um estatuto só ao alcance dos artistas mais prodigiosos. Com «Tchamantché», o 4º álbum de originais, a cantora, compositora e guitarrista do Mali arrastou o culto para fora das fronteiras tradicionais da «world-music» e agarrou com elegância a crítica e público de todos os quadrantes.

A música de Rokia Traoré, sublime na sua transversalidade, não se limita aos ritmos tradicionais do Mali, vai mais além: o Funk, o Blues, o Jazz e o Rock, são géneros em destaque numa sonoridade original e muito sofisticada. Ao vivo, Rokia Traoré começa lentamente a conquistar a audiência com ritmos jazz para, gradualmente, dar lugar a ritmos mais festivos que facilmente passam do palco para a plateia.

A guitarra eléctrica «Gretsch», a harpa, o «N’Goni» (guitarra maliana), a voz sussurrante, as letras na língua Bambara, os instrumentos clássicos, tudo em perfeita harmonia, criam uma atmosfera fabulosa que não deixa ninguém indiferente e, muito menos, parado.

A festa fica marcada para os próximos dias 27 de Maio, na Casa da Música, Sala 2, no Porto, e 28 de Maio em Lisboa, no Lux.

Pela primeira vez, Rokia Traoré apresenta-se em Portugal em concerto próprio e o entusiasmo é enorme para ver e ouvir esta genial intérprete, tantas vezes elogiada pelo seu conterrâneo Ali Farka Touré.

PORTO | CASA DA MÚSICA – SALA 2 | 27 MAIO – 21H30 | 22 EUROS
LISBOA | LUX | 28 MAIO – 22H00 | 22 EUROS

in Mandrake, Produções Artísticas

Julho 28, 2008

Tony Allen no CCB

Filed under: bateria,concerto,funk — profestas @ 6:32 pm
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Baterista ímpar, Tony Allen é hoje o grande nome vivo do afro-beat, estilo de música a que está associado desde a sua génese ao lado do imortal Fela Kuti.

Começou a sua longa e influente carreira na década de 60 e foi um dos principais protagonistas das movimentações afro-beat.

O nigeriano Tony Allen regressa a Portugal para um concerto no CCB, Lisboa, a 1 de Agosto.

Baterista e director musical do colectivo Afrika 70, acompanhou o mítico Fela Kuti nos seus momentos mais criativos.
Se hoje a palavra “fusão” é um rumo com cada vez mais adeptos, gerando uma dificuldade cada vez maior em etiquetar a música que se vai fazendo, isso não é certamente alheio ao contributo de Tony “Oladipo” Allen.

Foi ele um dos pioneiros do conceito, ao juntar num mesmo plano os ritmos da música africana aos ensinamentos de outros géneros com o jazz ou o funk, sempre com um rasto de modernidade que faz com que a sua música permaneça tão actual como há décadas atrás.

No Grande Auditório- Centro Cultural de Belém. Global Festival (CCB Fora de Si). M/12. – 213612400

No dia 1 de Agosto às 22h00. O bilhete custa 5€.

 

CCB

Maio 25, 2008

Música Africana – África de todos nós

Filed under: diversos — profestas @ 10:56 pm
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“O que têm em comum Cesária Évora, Bana, André Cabaço, Guto Pires, Bonga, Waldemar Bastos, Ildo Lobo, Sara Tavares e Messias Botelho? A resposta é mais óbvia do que pode parecer: todos eles têm na música a sua ocupação, todos são originários de países africanos de expressão oficial portuguesa.

Nos dias de hoje, os sons da África lusófona são parte integrante do dia-a-dia dos portugueses.
E, em Lisboa, a música africana faz parte do próprio ar que se respira. Em São Bento ou na Mouraria, em Alcântara ou em Chelas, nas Fontaínhas ou no Bairro do Fim do Mundo, um pouco por todo o lado há um rap à solta, um batuque, uma guitarra dolente. É a música de África que se tornou já, também, uma música nossa.

Por cá vivem, ou passam largas temporadas, os angolanos Bonga, Waldemar Bastos e Paulinho Soares, os guineenses Braima Galissá e Guto Pires, os moçambicanos Otis, André Cabaço e Achimana, os são-tomenses Gilberto Gil Umbelina e Tonecas, os cabo-verdianos Bana, Paulino Vieira, Tito Paris, Dany Silva, Maria Alice e Ana Firmino.

Cabo Verde é, aliás, um dos países do mundo com maior percentagem de músicos e cantores. A mistura do fado português com a alma africana deu origem à “morna”, um género musical único que tem em Cesária Évora a grande figura da actualidade, mas que conta com uma galeria de intérpretes de gabarito, que vão do mítico B. Leza (um dos primeiros músicos cabo-verdianos que se instalaram em Lisboa, nos anos 30) a Ildo Lobo, passando por Titina, Celina Pereira, Lura, Eneida Marta.

De Cabo Verde vieram, também, alguns dos grandes instrumentistas de renome mundial, como o saxofonista Luís Morais (falecido em 2002, e que foi fundador e líder do grupo Voz de Cabo Verde, além de ser co-autor de um dos maiores êxitos de sempre da música crioula, “Sodade”) ou o guitarrista Rufino de Almeida, conhecido como Bau, e cuja música já deu o mote a uma dança coreografada por Pina Bausch para um filme de Pedro Almodóvar.

Transformado em país de imigrantes após a descolonização, Portugal acolheu também as novas gerações de artistas de origem africana, jovens criados já nos bairros de Lisboa e das periferias, cuja música reflecte não apenas as tradições das pátrias dos pais, mas também as vivências de cada um deles no país de acolhimento. Estão nesta situação cantores como Sara Tavares, Boss AC, Gilyto Semedo, Tó Cruz ou Messias Botelho, fundador dos Kussondulola e actual líder do grupo Mercado Negro.

A lista de cantores, compositores e autores africanos cuja história, com maior ou menor intensidade, passa por Lisboa é uma lista imensa e não cabe no espaço necessariamente exíguo deste dossiê”.

Este texto é retirado de um, mais extenso, da Sociedade Portuguesa de Autores.

E a intenção é a de nos interrogarmos: onde andam eles? Onde cantam? Onde estão?

Por onde andam o kizomba, semba, funaná, kuduro, marrabenta, e tantos outros?

Salvo uma ou outra excepção, nada se sabe.

Nós, pelo menos.

 

Maio 15, 2008

Toumani Diabaté

Toumani Diabaté nasceu na capital do Mali, Bamako, numa família excepcional de músicos de kora.
Ele é o maior virtuoso desse instrumento – uma espécie de harpa com 21 cordas, com uma caixa de ressonância feita de uma grande cabaça cortada ao meio e fechada com uma pele de vaca –, e o guardião de uma tradição clássica com mais de 700 anos. Diabaté, nas palavras da crítica Lucy Duran, da BBC Radio 3, é “como Glenn Gould ou Rostropovitch, é um tipo de músico que só se encontra uma ou duas vezes na vida”.

“Toumani Diabaté é um mestre absoluto da kora, um instrumento de cordas da África ocidental. Oriundo de uma família de ‘griots’ do Mali – músicos nómadas que são repositório da história e das tradições -, representa uma enorme herança cultural de dezenas de gerações.

Com um virtuosismo e uma criatividade ímpares, a sua música elevou a kora a patamares nunca antes atingidos, dando-a a conhecer em todo o mundo e conquistando vários prémios entre os quais um Grammy em 2006. Tocou e gravou recentemente com Björk, juntamente com a sua banda Symmetric Orchestra, e vem à Casa da Música apresentar o seu novo disco. Toumani Diabaté está no topo de uma nova geração de ‘griots’ do Mali que procuram modernizar a tradição sem nunca deixar de a honrar”.

Considerado unanimemente o melhor tocador de kora da actualidade, Toumani Diabaté editou recentemente um brilhante álbum a solo – The Mandé Variations.

28 de Maio – Casa da Música – Sala Suggia – 22h00 – Telefone 220120220- 15 euros

30 de Maio – Culturgest – Grande Auditório – 21h30 – 18 euros

31 de Maio – 21h30 – Teatro Académico de Gil Vicente (TAGV)- Coimbra – Preço normal 18,00 €
Preço estudante 15,00€
Preço Amigo/a TAGV 9,00€

Fevereiro 15, 2008

Ciclo Outras Lisboas – Teatro São Luiz

                                                        Um ciclo sobre Lisboa de muitas gentes, de muitos países, de muitas histórias, terra de África, da Europa de Leste, do Brasil.

Lisboa que é uma, e outras,  Lisboa cidade, terra de todos os seus habitantes.

O Ciclo Outras Lisboas, realiza-se por ocasião do Ano Europeu do Diálogo Intercultural. O Teatro São Luiz abre assim as suas portas aos lisboetas provenientes de África, Europa de Leste e Brasil, criando um ciclo de três espectáculos que reflectem sobre a realidade destes imigrantes em Lisboa. Paralelamente a estes espectáculos, realizam-se também uma série de eventos complementares.Fevereiro é o mês dedicado a África, Março é dedicado à Europa de Leste e Abril ao Brasil.

                                                                                Hoje temos…   ÁFRICA       

 Lisboa Invisível – Teatro Meridional
14 a 23 Fev- 3.ª a sábado às 21h00- domingo às 17h30

Noites Africanas – B.leza no São Luiz – 15, 16, 21 a 23 Fev –  15 –  Jon Luz; a  16 – Dany Silva; a 21 – Tito Paris; a 22 – Vozes Femininas de Cabo Verde com Ana Firmino, Celina Pereira e Maria Alice; a 23 – Calú Moreira, Aires Silva, Rita Lobo

Encontro/Debate sobre África – 20 Fev

Mayra Andrade – 24 Fev

Informações: Aqui, no Teatro São Luiz

    

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