Programa de Festas

Setembro 26, 2008

CABARET MAXIME – QUARTETO 4444 – JAZZ COM-FUSÃO – 26 SET

QUARTETO 4444
MANUEL JOÃO VIEIRA (voz e guitarra)
CARLOS BARRETO (contrabaixo)
JOÃO LUCAS (piano)
BETO GARCIA (bateria)

Pela quarta vez na sua fulgurante existência, o Quarteto 4444 volta a paralisar Lisboa com um concerto orgástico, espantástico, formidrástico e mirbolástico! Espera-se uma hecatombe rodoviária taxiviária metroviária e até pe(i)doviária quando o super-grupo liderado por Manuel João Vieira actuar no Maxime Cabaret, na próxima sexta, dia 26 de Setembro, pelas 23h30!

O trânsito será cortado entre o Campo-Grande e Alcântara, entre o Parque das Nações e a Buraca, entre Sta Apolónia e Algés, enfim: Lisboa vai parar como se Portugal estivesse na 4444ª final sabe-se lá de quê!… O que se sabe é que temos uma super-equipa liderada por Vieira, acolitado pelo ponta-de-lança Carlos Barreto – o homem que toca de luvas (contrabaixo) – e ainda um meio-campo de meia-noite: John Lucas (irmão de Jorge Lucas – no piano Hammon) e Jerry Garcia (Irmão de Beto Garcia – na bateria polifónica). Google it! Seja dos primeiros a chegar ao Maxime! Alugue já um espaço para a sua tenda! Ainda há vagas na Pr. do Chile, Campo das Cebolas e Largo da Luz!

Dia 26 vai ser a pulga da loucura!

 bilhetes € 10,00

cabaret maxime – pç. alegria, 58 em lisboa
abertura de portas 22h00 . espectáculo 23h30
reserva de mesas tel. 213467090 . 967045836 . 916350427
contacto para espectáculos e mais informações:
info@banana.com.pt . tm 962804368


www.myspace.com/bananaproducoes

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Novembro 30, 2007

João Afonso no Onda Jazz: não basta ter um nome

Filed under: musica portuguesa,reportagem — Dionisio Leitão @ 2:52 am
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João Afonso

João Lucas

João Afonso e António Afonso

João Afonso

Fomos assistir ao espectáculo “Um Redondo Vocábulo”, de João Afonso, no Onda Jazz. O piano nas mãos de João Lucas retirava sons muito bons, mas a voz do cantor não correspondeu nem de perto nem de longe à alma do Zeca Afonso. Uma boa voz, é certo, melódicamente correcta, embora falhando no dizer das canções intimistas do Zeca, e não transmitindo (também nem de perto nem de longe) a linguagem da sua alma.

Num cantor não prevalece só a voz mas a sua interpretação e, neste capítulo, João Afonso não convenceu por aí além. À mulher de César não basta parecê-lo, há que sê-lo.

Melhores dias virão, como se costuma dizer…

Quanto ao belo espaço do Onda Jazz, dir-se-á que vale a pena lá ir, apesar da merecida “portagem”. Bem conseguido estéticamente, e com um ambiente que eleva o palco como o actor principal, inspira os clientes para noites calmas onde é possível uma aliança entre o espectáculo e o natural convívio que se preza num local como este.

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