Programa de Festas

Março 18, 2010

CCB | 1 Abril: MADALENA AOS PÉS DE CRISTO | Oratória de Antonio Caldara apresentada pela primeira vez em PortugalAntonio Caldara

Filed under: concerto — Dionisio Leitão @ 9:00 pm
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MADALENA AOS PÉS DE CRISTO

a oratória de ANTONIO CALDARA
será interpretada pela primeira vez em Portugal
com direcção de ENRICO ONOFRI e com um elenco de excepção

 

CCB . Grande Auditório
Quinta-feira . 1 Abril . 21h
 
Madalena
aos pés de Cristo
Oratória de António Caldara 1670-1736
 
MADALENA
GEMMA BERTAGNOLLI SOPRANO
 
MARTA
MARIA HINOJOSA MONTENEGRO SOPRANO
 
AMOR TERRENO
PAZ MARTINEZ GIL ALTO
 
AMOR CELESTE
MARTIN ORO CONTRATENOR
 
CRISTO
FERNANDO GUIMARÃES TENOR
 
FARISEO
HUGO OLIVEIRA BAIXO
 
ENRICO ONOFRI DIRECÇÃO
DIVINO SOSPIRO

Na noite de dia 1 de Abril, o Divino Sospiro apresenta no Grande Auditório do CCB uma das Oratórias mais intensas e interessantes da história do barroco tardio: “Maddalena ai piedi di Cristo” de Antonio Caldara, um dos pilares da música barroca italiana.
 
Compositor veneziano extraordinariamente prolífico, autor de óperas, missas, cantatas e oratórias, Antonio Caldara (1670-1736) compôs Madalena aos pés de Cristo cerca do ano de 1700, ainda durante o seu período italiano. Mais tarde, o sucesso de Caldara elevou-o ao cargo de vice-mestre de capela da corte imperial de Viena.
 
Esta oratória, uma versão embelezada da escolha angustiante de Madalena entre o Bem e o Mal, é um claro exemplo do poder da música de Caldara. A sua beleza melódica, as suas esplêndidas colorações, a sua abordagem compreensiva de um dilema muito humano, necessitam apenas de uma oportunidade – agora oferecida pelo Divino Sospiro – para exercer a sua magia.

 É um concerto absolutamente imperdível.

Consulte o CCB, em :

Gabinete de Imprensa
sofia.cardim@ccb.pt
tel. +351 213 612 676
Visite-nos em www.ccb.pt
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Novembro 24, 2008

AMÉLIA MUGE – CCB – 7 DEZ

Novembro 20, 2008

A Senhora de Sade – Teatro – CCB

O dramaturgo japonês Yukio Mishima escreveu, em 1965, a peça que Carlos Pimenta agora encena no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, inserida no Ciclo Mishima.

21, 22 e 24 Nov 2008 – 21:00

23 Nov 2008 – 19:00

 

 

Garagem Sul do Centro de Reuniões :
Preço – 15€ – descontos habituais (para bilhetes adquiridos no CCB)

“A Senhora de Sade” traça um olhar feminino sobre o Marquês de Sade, uma das figuras emblemáticas da cultura europeia. Seis mulheres descrevem-no ora como vicioso, ora como imaculado. As descrições resultam num evidente conflito entre castidade e imoralidade.

Para o dramaturgo Mishima, a confrontação de ideias contraditórias é o que leva ao clímax no novo teatro. Esta teoria está desenvolvida em “A Senhora de Sade”.

Diz o dramaturgo: “Quem comete um crime, por mais que não queira, tem que se confrontar com Deus. O erotismo é um processo de chegar a Deus, seguindo o lado inverso. Este é o tema da minha ”Senhora de Sade”.”

Centro Cultural de Belém – De 21-11-2008 a 24-11-2008

Sexta, sábado e segunda às 21h00
Domingo às 19h00

Autor YUKIO MISHIMA
Tradução MARIA JOÃO BRILHANTE
Encenação CARLOS PIMENTA
Espaço cénico DANIEL BLAUFUKS
Figurinos FILIPE FAÍSCARENÉE, marquesa de Sade  MARTA FURTADO
SENHORA DE MONTREUIL, mãe de Renée, CUCHA CARVALHEIRO
ANNE – PROSPÈRE, irmã mais nova de Renée MARIA JOÃO FALCÃO
BARONESA DE SIMIANE LUÍSA CRUZ
CONDESSA DE SAINT-FOND LUCINDA LOUREIRO 
CHARLOTTE JOANA BRANDÃO

 

M/12 anos

 

CCB

 

 

 

 

 

 

Outubro 25, 2008

Glenn Miller Orchestra – CCB – 4 DEZ

Filed under: programações — profestas @ 10:35 pm
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4 Dez 2008 – 21:00
S/INTERVALO
M/12 ANOS
GRANDE AUDITÓRIO

PREÇOS
Cadeiras de Orquestra 60€
1.ª Plateia 45€
2.ª Plateia 40€                                    
Laterais  25€
Camarotes Centrais 40€
Camarotes Laterais 37,50€
1.º Balcão  35€
Balcão Lateral  32,50€
2.º Balcão  30€
Galerias  20€

DESCONTOS HABITUAIS (para bilhetes adquiridos no CCB)

 Marty Ehrlich (saxofone), Erik Friedlander (violoncelo), James Zollar (trompete) e Pheeroan (bateria).

A Glenn Miller Orchestra não deixa morrer a memória e a herança musicais do grande trombonista americano. É noite de swing no CCB!
Em 1944, o avião onde Glenn Miller viajava, ao serviço do exército norte-americano, despenhou-se e o corpo do músico nunca chegou a ser encontrado. Miller não pode assim acompanhar a longa carreira da orquestra que tinha formado poucos anos antes. Passaram mais de 60 anos desde o desaparecimento de Miller, e o mundo não o esqueceu. Como poderia? A Glenn Miller Orchestra continua a encantar tudo e todos com grandes sucessos como Moonlight Serenade, In The Mood, Tuxedo Junction ou Chattanooga Choo Choo. O trombonista Larry O’Brien dirige cerca de 20 jovens e talentosos músicos e cantores nesta big band que em duas horas de espectáculo, como num estalar de dedos, nos faz recuar até aos anos trinta.

Outubro 7, 2008

MONA LISA SHOW, por Pedro Gil – CCB – 9 a 12 de Outubro

Filed under: programações — profestas @ 12:18 am
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Por PEDRO GIL
MONA LISA SHOW 
 

 

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O que é que está aqui a fazer? ILUSÃO! DRAMA! EROTISMO! VIOLÊNCIA! RISO! VIRTUOSISMO!… e muito MEDO! Mona Lisa Show é um acontecimento onde os seus mais íntimos pensamentos ganham voz e os seus mais secretos desejos se tornam realidade! Do que é que estava à espera? Se está à procura de respostas e é ávido de perguntas, não se vá embora! Esta é a experiência que poderá mudar a sua vida! Em que é que está a pensar? Do que é que se lembra? O que está a sentir? Encontre-se! Esqueça quem é ou o dia que teve! Questione-se, conheça o grande amor, descubra o sentido da vida ou o caminho para a felicidade! Emocione-se, exorcize-se! Venha libertar-se, encontrar a redenção ou simplesmente entregar-se ao prazer! Não se deixe dormir…esteja muito disponível! E tudo isto para quê, afinal?…de que é que se vai lembrar amanhã?

Actores: Ainhoa Vidal, António Fonseca, David Almeida, Mónica Garnel, Raquel Castro, Ricardo Gageiro, Romeu Costa
AUTOR – Pedro Gil
ENCENADOR- Pedro Gil

9, 10, 11 e 12 Out 2008 – 21:00 – CCB – PEQUENO AUDITÓRIO
M/16 ANOS

Preços :
PLATEIA 15€ 

LATERAIS 12,5€ 

CCB

 

Outubro 6, 2008

JOSÉ CARDOSO PIRES, DE MÃO PENSADA – CCB -26 Out. – a partir das 14h30 – entrada livre

Filed under: programações — Dionisio Leitão @ 11:10 pm
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JOSÉ CARDOSO PIRES, DE MÃO PENSADA
(NOS 10 ANOS DA SUA MORTE)

DOMINGO, 26 OUTUBRO, A PARTIR DAS 14H30
CENTRO CULTURAL DE BELÉM
ENTRADA LIVRE

Comissário: João Paulo Cotrim

Nenhum texto de José Cardoso Pires (Peso, Castelo Branco, 2 de Outubro de 1925 – Lisboa, 26 de Outubro de 1998), romance ou crónica, conto ou ensaio é um texto qualquer.

A escrita depurada e o poder de observação abrem para profundíssimas reflexões em torno do ser português, do viver Lisboa, da experiência literária, enfim, da humaníssima condição. Provou as matemáticas, mas trocou-as pela marinha. Ensaiou o exílio e a emigração, mas regressou sempre a Lisboa.

O seu percurso fica marcado por uma relação permanente com o jornalismo, tendo mesmo dirigido a revista Almanaque, na década de 1950, o célebre suplemento & etc., do Jornal do Fundão, ou outro não menos importante, A Mosca, do Diário de Lisboa.

Vários foram os seus romances marcantes (O Delfim, 1968; Balada da Praia dos Cães, 1982; Alexandra Alpha, 1987), mas a sua obra inclui ainda contos (A República dos Corvos, 1988), ensaios (Cartilha do Marialva, 1960), crónicas (A Cavalo no Diabo, 1994), sátira (Dinossauro Excelentíssimo, com ilustrações de João Abel Manta) ou essa singular «viagem à desmemória» que é De Profundis, Valsa Lenta (1997) e um hino de amor à capital, Lisboa Livro de Bordo (1997), o qual mostra ainda outros amores: a música, a pintura, o cinema. José Fonseca e Costa passou a filme Balada da Praia dos Cães e Fernando Lopes O Delfim.

Leituras:

Das 14h30 às 16h15 – Sala Almada Negreiros – entrada livre até máximo da sua lotação

14h30: António Mega Ferreira

14h45: Inês Pedrosa

15h15: José Eduardo Agualusa

15h45: Mário de Carvalho

16h15: Lídia Jorge

 Conferência:

17h15- Sala Almada Negreiros – entrada livre até máximo da sua lotação

João Lobo Antunes – “Memória e auto-ficção”

Filme:

18h30 – Sala Almada Negreiros – entrada livre até máximo da sua lotação

“ O Delfim”

Realização Fernando Lopes baseado na obra de José Cardoso Pires, 2002

83’

(Argumento de Vasco Pulido Valente, com Rogério Samora e Alexandra Lencastre)

Exposição:

Ilustrações de João Abel Manta para O Dinossauro Excelentíssimo, (1972)

Foyer da Sala Almada Negreiros

Centro Cultural de Belém

LISA EKDAHL em Portugal

Filed under: jazz — profestas @ 12:08 am
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site: All That Jazz

Setembro 30, 2008

CCB: Pedro Carneiro e Orquestra de Câmara Portuguesa – 5 Out. – Grande Auditório

 

HOLLIGER/SCHUMANN/BRAHMS
ORQUESTRA DE CÂMARA PORTUGUESA
PEDRO CARNEIRO DIRECÇÃO

A Orquestra de Câmara Portuguesa inicia da melhor maneira esta sua segunda temporada como “Orquestra em Residência” no CCB.

Sob a direcção de Pedro Carneiro, a força criativa desta jovem orquestra irá interpretar duas das mais belas sinfonias do Romantismo: a 4ª de Schumann (aqui ouvida na sua versão original de 1841, raramente ouvida em Portugal) e a 1ª de Brahms.

A abrir o concerto, o sublime Ostinato Funebre (em primeira audição em Portugal) do suíço Heinz Holliger, um dos mais geniais criadores vivos: uma obra que desafia o ouvinte a “perder-se” na sensualidade do timbre instrumental e de sons da natureza – pedras, areia, folhas secas, água…

Música sublime a não perder, interpretada por alguns dos mais importantes jovens profissionais portugueses – com a vivacidade e virtuosismo habitual da OCP!

DOMINGO | 5 OUT. | 19H | GRANDE AUDITÓRIO | CCB

PROGRAMA
Heinz Holliger (n. 1939)
Ostinato Funebre para pequena orquestra

Robert Schumann (1810-1856)
Sinfonia nº. 4 em Ré menor, op. 120 (versão original, de 1841)

Andante con moto – Allegro di molto
Romanza: Andante
Scherzo: Presto
Largo – Finale: Allegro vivace

Intervalo

Johannes Brahms (1833-1897)
Sinfonia nº. 1 em Dó menor, op. 68

Un poco sostenuto – Allegro – Meno allegro
Andante sostenuto
Un poco Allegretto e grazioso
Adagio – Più andante – Allegro non troppo, ma con brio – Più allegro

Site: Centro Cultural de Belém

Agosto 12, 2008

Juliette Gréco actua em Portugal

Filed under: música francesa — profestas @ 6:15 pm
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A cantora francesa Juliette Gréco, de 80 anos, considerada a “musa do existencialismo”, actua no próximo dia 14 na Casa da Música, no Porto, e dia 16 no Centro Cultural de Belém, em Lisboa.

Gréco, que interpretou êxitos como “Je Haie les Dimanches”, será acompanhada ao piano por Gerard Jouannest e por Jean-Louis Matinier no acordeão.

Juliette Gréco estreou-se como actriz aos 19 anos numa peça de Roger Vitrac, “Victor ou les enfants au pouvoir”. A sua carreira artística está repartida pela canção e pelo cinema, destacando-se a sua passagem por Hollywood.

Jean-Paul Sartre conheceu-a nessa altura e ofereceu-lhe um poema para cantar, que Joseph Kosma musicará.

Como cantora, apresentou-se em 1949 na abertura do cabaret L’œil de Bœuf e no ano seguinte conquistou o Grande Prémio da Sacem (Associação francesa de Cantores e Compositores) pela sua interpretação de «Je hais les dimanches» (Charles Aznavour/ Florence Véran).

Depois de digressões aos Estados Unidos, Brasil e a França, cantou em 1954, o ano da sua consagração, no Olympia de Paris.

Com uma carreira repartida pela canção e o cinema, com passagens por Hollywood, Gréco tornou-se uma «diva» da canção francesa.

Recebeu em 1999 as insígnias de Oficial da Ordem Nacional de Mérito.

Dois anos mais tarde actuou em Lisboa, no Grande Auditório do Centro Cultural de Belém, e retomou as digressões internacionais.

Em 2004 voltou a actuar no Olympia e em 2006 editou um novo álbum, «Le temps d’une chanson».

Lusa/SOL

MUSICOS:
JULIETTE GRECO – VOZ
GERARD JOUANNEST – PIANO
JEAN-LOUIS MATINIER – ACORDEÃO
________

CASA DA MÚSICA – PREÇOS:
1º PLATEIA: 65,00€
2ª PLATEIA: 50,00€
CAMAROTE: 65,00€

Agosto 8, 2008

Agenda CCB

     
TABÚ | NOFIT STATE (PAÍS DE GALES)

CCB FORA DE SI

Desde 08 AGO 2008

HIP-HOP É O RITMO DA VIDA

CCB FORA DE SI

Desde 08 AGO 2008

FINKA PÉ E ASSOCIAÇÃO MOINHO DA JUVENTUDE

Cantos, Batuques, Búzios

Desde 08 AGO 2008

CINEMA – ÔNIBUS 174 (Brasil)

CINE-BELÉM

Desde 08 AGO 2008

THE LIVING THING SEXTET

JAZZ ÀS 5ªs

07 AGO 2008

CRIATURAS | CAROLE PURNELLE E NUNO MAYA

EXPOSIÇÃO

VEJA AQUI O VÍDEO DO ESPECTÁCULO “TABÚ”

Agosto 2, 2008

NOVO-CIRCO SEM TABÚ – NoFIT STATE – 8 a 31 AGO – 22H – CCB FORA DE SI

NoFIT STATE

Clique na tenda para ver o vídeo

É Uma Viagem Vertiginosa… mas consegue resistir?

É no Centro Cultural de Belém.

Se pensa que vem ver palhaços e chimpanzés, engana-se.

A companhia britânica aclamada pela crítica, NoFIT STATE, aterra em Lisboa na sua nave espacial única para nos levar numa vertiginosa viagem ao mundo do novo-circo.

TABÚ é uma explosão de emoções intensas. É um verdadeiro caos coreografado que acontece em cima do público e ao seu redor. É uma combinação entre circo, performance, vídeo e música ao vivo. É alucinante e prometemos que depois disto nada será igual…

“É o Cirque du Soleil, mas sem os enfeites Disney e em versão mal-comportada… Este é o futuro do circo britânico”.
The Guardian

ANTE-ESTREIA reservada a convidados e imprensa a 8 de Agosto.
Descanso à Segunda-feira

Preços – Até aos 3 anos gratuito
Dos 3 aos 16 anos 12€ – Maiores de 16 anos 18€
Bilhete familiar máx. 2 adultos + mín. 2 crianças (até aos 16 anos) 20% desconto para bilhetes adquiridos no CCB.

Nos dias de espectáculo também haverá bilheteira junto da tenda de circo, a partir das 21:00.

nofitstate

Julho 28, 2008

Tony Allen no CCB

Filed under: bateria,concerto,funk — profestas @ 6:32 pm
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Baterista ímpar, Tony Allen é hoje o grande nome vivo do afro-beat, estilo de música a que está associado desde a sua génese ao lado do imortal Fela Kuti.

Começou a sua longa e influente carreira na década de 60 e foi um dos principais protagonistas das movimentações afro-beat.

O nigeriano Tony Allen regressa a Portugal para um concerto no CCB, Lisboa, a 1 de Agosto.

Baterista e director musical do colectivo Afrika 70, acompanhou o mítico Fela Kuti nos seus momentos mais criativos.
Se hoje a palavra “fusão” é um rumo com cada vez mais adeptos, gerando uma dificuldade cada vez maior em etiquetar a música que se vai fazendo, isso não é certamente alheio ao contributo de Tony “Oladipo” Allen.

Foi ele um dos pioneiros do conceito, ao juntar num mesmo plano os ritmos da música africana aos ensinamentos de outros géneros com o jazz ou o funk, sempre com um rasto de modernidade que faz com que a sua música permaneça tão actual como há décadas atrás.

No Grande Auditório- Centro Cultural de Belém. Global Festival (CCB Fora de Si). M/12. – 213612400

No dia 1 de Agosto às 22h00. O bilhete custa 5€.

 

CCB

Julho 12, 2008

Quarteto de André Fernandes no Festival Música Portuguesa – CCB

Filed under: jazz — profestas @ 7:00 pm
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Integrado no Festival Música Portuguesa, actua amanhã, 13 de Julho, o Quarteto de André Fernandes.

Composto por:

André Fernandes – guitarra
Mário Laginha – piano
Nelson Cascais – contrabaixo
Alexandre Frazão – bateria

É às 15:00, no Centro Cultural de Belém – Pequeno Auditório – 5 euros.

Maio 14, 2008

CCB -Roda Pé – Danças Orientais

Filed under: dança,danças orientais — profestas @ 5:03 pm
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Maio 11, 2008

KAMP – Imaginar o inimaginável – Centro Cultural de Belém

No Pequeno Auditório do Centro Cultural de Belém, a companhia Hotel Modern procura imaginar o inimaginável: o maior massacre da História, cometido numa cidade construída propositadamente para esse efeito.

Em Kamp, a companhia Hotel Modern procura reencenar a realidade histórica. Um
protótipo de Auschwitz preenche o palco. Casebres sobrepovoados, uma linha-férrea,
um portão com as palavras “Arbeit macht Frei” [O Trabalho Liberta].

Milhares de pequenas figuras construídas à mão representam os prisioneiros e os carrascos.
Os actores movem-se em palco como repórteres de guerra gigantes, filmando os
acontecimentos horríveis com câmaras em miniatura, e o público transforma-se em
testemunha, num momento em que todas as testemunhas reais estão a desaparecer.

Em parceria com FIMFA LX8 – Festival Internacional de Marionetas e Formas Animadas.

Actores: Arlène Hoornweg, Pauline Kalker, Herman Helle

Companhia – Hotel Modern

De 15-05-2008 a 18-05-2008

Quinta a sábado às 21h00 – Domingo às 16h00

12,5€ (noites, com descontos habituais para bilhetes adquiridos no CCB) – tardes – 10€

site: CCB

Abril 16, 2008

Dias da música no Centro Cultural de Belém

Filed under: musica do mundo — profestas @ 9:37 pm
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Abril 14, 2008

Dias da Música em Belém

Filed under: clássica — profestas @ 1:53 am
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 Para a sua segunda edição, a realizar entre 18 e 20 de Abril, o festival DIAS DA MÚSICA EM BELÉM elegeu como fio condutor “Duos, Trios, Quartetos e outras boas companhias”.

Evolução natural a partir da atenção dada ao piano como instrumento solista na edição de 2007, a proposta temática para este ano permitirá reunir em Lisboa um conjunto excepcional de músicos e formações de câmara.

Por volta de 1815, em Viena, cidade imperial que era, a todos os títulos, a capital da música que se fazia na Europa, tornaram-se célebres os saraus musicais promovidos e animados por Franz Schubert, que ali nascera em 1797 e começara a sua carreira de compositor pouco antes, por altura da morte de Haydn e do célebre concerto de Dezembro de 1808, levado a efeito por Beethoven. Essas sessões musicais, onde o piano e a voz, primeiro, e depois, os instrumentos que Haydn e Mozart tinham cristalizado como a formação ideal do quarteto de câmara, se juntavam para fazer música, rapidamente se tornaram conhecidas como Schubertiade (ou Schubertíadas, como, com ressonâncias olímpicas, lhes chamamos hoje em português).

O recuo histórico permite-nos hoje assumir simbolicamente as Schubertíadas desse tempo com um ponto de viragem na história da música de câmara: o momento em que a música sai dos salões aristocráticos, das salas de música palacianas dos Estérházy, dos Lobkowitz e dos Razumovsky, para o salão da casa burguesa, porque era nesse meio que o tímido, introspectivo e perfeccionista Schubert se sentia à vontade. Schubert promovia essas sessões acima de tudo pelo prazer de fazer música, pelo prazer de tocar em conjunto. Como não era funcionário de ninguém, foi a esse mercado de amigos, mais ou menos influentes (e de outros amadores de música que tinham acesso às suas composições), que ele confiou o sucesso (aliás, pouco gratificante do ponto de vista material) da sua carreira de compositor e músico; e como a música não era para ele um campo de batalha, era aí que ela, prodigiosamente fluente e imaginativa, melhor se revelava e o revelava.

Esta segunda edição dos Dias da Música em Belém procura retomar esse espírito de convívio e fruição colectiva quase íntima, quase cúmplice, ao propor ouvir um panorama da música de câmara da tradição ocidental em Duos, Trios, Quartetos e outras boas companhias.

Começámos, em 2007, com o piano, o instrumento solista por excelência; abordamo-lo ainda, nesta edição, em duo ou a quatro mãos, mas aqui e além deixamo-lo, porque a voz de outros instrumentos – o violino, o violoncelo, os instrumentos de sopro – aponta outras formações, que constituem outras tantas declinações do que se convencionou chamar música de câmara: formações de dois ou mais instrumentos, até um limite de dez. Aqui ouviremos, para lá das que o título aponta, ainda quintetos, sextetos, septetos e um surpreendente octeto de violoncelos que demonstra, com exuberância, a expressividade singular de um agrupamento de instrumentos idênticos. A atmosfera “camarística” de algumas das salas do CCB onde terão lugar muitos dos concertos programados ajudará certamente a entrar no espírito do festival, porque esta música vive da comunicação que se estabelece entre proximidades físicas e afinidades estéticas. E o jazz, que é música de encontro e diálogo, tem nesta edição participação relevante, prolongando as “ondas” que se vão gerando nas diversas salas do CCB adaptadas para estas jornadas musicais.

No Grande Auditório, as cumplicidades são mais amplas: é aí que ouviremos cinco orquestras de câmara, entre as quais a English Chamber Orchestra e a Neue Hofkapelle de Munique, uma e outra em primeiras actuações que esperamos venham a repetir-se em futuras edições dos Dias da Música em Belém. E aí teremos grandes solistas em diálogo com as orquestras, por vezes a três (como no emblemático Triplo Concerto de Beethoven, que encerra o concerto inaugural), outras vezes a dois (como na Sinfonia Concertante de Mozart para violino e viola). Ou então, em encontros inesperados, como a “estreia” de Bernardo Sassetti com um trio de jazz de formação invulgar (acordeão, trompete, contrabaixo) o Will Holshouser Trio; ou a primeira apresentação entre nós do sensacional sexteto liderado pelo virtuoso do violino (clássico, de jazz, de música cigana…) Roby Lakatos. De Bach a Thierry Pécou, de Handel a Piazzola, de Boccherini a Philip Glass, de Avondano a Nuno Corte-Real, a mini-maratona que é esta segunda edição dos Dias da Música em Belém proporcionará aos milhares de espectadores música composta nos últimos quatro séculos – e para todos os gostos. Naturalmente, em boa, em muito boa companhia.

ANTÓNIO MEGA FERREIRA

PREÇOS
6€ por concerto (no Grande Auditório as galerias são a 4€)
3€ por concerto para as famílias
3€ entrada no recinto (com acesso exclusivamente às actividades paralelas)

Site: CCB

Março 27, 2008

Itinerário do Sal no CCB – Ópera multimédia e Electroacústica

Apresentação

Reflexão sobre a Criação e a Loucura, a ópera multimédia Itinerário do Sal gira em torno da linguagem, da palavra-sentido e da palavra-som; ambas tratadas como dimensões da voz, da voz enquanto extensão do corpo e ambas totalmente integradas na construção cénica como projecção tangível da ressonância das palavras através do som e da imagem.Áudio, Vídeo e processamento electrónico em tempo real associados à projecção espacial da voz, da poesia, do gesto, da música e do traço, desenvolvem uma polifonia de sentidos, um contraponto de significados, uma exuberância de emoções.Um performer/autor em palco talha ao vivo novos trilhos na música electrónica; o som, a luz, as imagens e o movimento como que desenhados, pintados ou esculpidos, desafiam de forma poderosa, intensa e emocionante as convenções e os limites entre Música, Teatro e Ópera.

Sinopse

Itinerário do Sal é a concretização de um trabalho de criação sobre a escrita: sobre a escrita musical, sobre a escrita poética, sobre a escrita gestual do músico/actor e da sua própria imagem, onde a voz é o prolongamento do corpo e do pensamento do poeta. Eis, portanto, a simbiose entre a essência da palavra e a evolução do Ser, apresentada na forma de uma nova dramaturgia designada por Ópera Electroacústica.A primeira parte, aborda a questão da ausência do autor enquanto desdobramento e deslocação da sua personalidade criadora e põe em cena a própria cena.A segunda parte é dominada pela pesquisa do gesto da escrita interpretado como gesto instrumental e portanto musical. No fundo do gesto de escrever está o som da palavra. A palavra subordinada à vida. A palavra liberta da palavra.A terceira parte dá corpo à palavra e dá-lhe imagem. A partitura do poema compõe o tempo. Quem se lembra do tempo? Mas é o tempo que se lembra de nós! O criação toma conta do criador e volta a questão da loucura… dos seus limites, da cegueira causada pelo excesso de lucidez, pelo excesso de Ver. É a cegueira do branco que queima, o branco do sal. Na luz, ninguém o vê!No palco, o compositor e o poeta, juntos, num só, conduz-nos através do seu mundo interior, do seu itinerário pessoal a que chama de Sal – o mesmo Sal que representa a sua resistência, a sua vontade, a sua essência e a sua multiplicidade. O Sal (substância fundamental) que nos surge também como manifestação de conhecimento e de sabor; o itinerário que é decerto o do criador, mas que é também e simultaneamente a imagem e à imagem de tantos outros itinerários, caminhos, trocas, inspirações, demandas…Créditos

Paula Azguime & Miguel Azguime – concepção, dramaturgia
Miguel Azguime – textos/ poemas & composição
Miguel Azguime – actor/músico
Paula Azguime & Perseu Mandillo – vídeo
Paula Azguime – encenação, multimedia & desenho de som e electrónica em tempo real
Andre Bartetzki – programação vídeo e vídeo em tempo real

Datas: 28 e 29 de Maio às 21h00
Preço: 12,5 €

Informação CCB e misoensemble

Fevereiro 19, 2008

Por uma vida melhor

A emigração portuguesa em França no final dos anos 50 pelo olhar do fotógrafo Gérald Bloncourt. Cerca de 50 fotografias que só agora chegam à luz do dia. Até 18 de Maio no Museu Colecção Berardo, em Lisboa.
Amigo dos fotógrafos Cartier Bresson e Willy Ronis, Gérald Bloncourt, nascido no Haiti em 1926, dedicou-se, para além da fotografia, também à pintura e à escrita. “Por Uma Vida Melhor” debruça-se nas imagens feitas por Bloncourt da comunidade portuguesa emigrante em França durante o final da década de 50, as condições desumanas em que viviam, o sofrimento e sua luta por melhores condições de vida, depois da fuga à ditadura e à pobreza em Portugal.

Museu Colecção Berardo, Centro Cultural de Belém

Até 18-05-2008, todos os dias das 10:00 às 19:00. Sexta das 10:00 às 22:00.

Entrada livre

Fevereiro 14, 2008

Ciclo Ruy Duarte de Carvalho – Vou lá visitar pastores

Filed under: teatro — profestas @ 9:47 pm
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Integrada no Ciclo Ruy Duarte de Carvalho, a peça “Vou Lá Visitar Pastores”, baseada no livro com o mesmo nome, editado em 1999 e adaptado para teatro por Rui Guilherme Lopes, reflecte o mundo dos Kuvale, sociedade pastoril do sudoeste de Angola.
Manuel Wiborg é o responsável pela encenação e interpretação.

Do ciclo dedicado ao antropólogo e escritor angolano, um dos autores mais fecundos do espaço lusófano e da língua portuguesa, fazem também parte debates, conversas, cinema, lançamento de um livro, uma exposição e a realização de uma comunidade de leitores.
 

15 e 16 FEV às 21h – CCB

Bilhetes: 12,50€

Mais informações sobre o Ciclo, aqui, no CCB

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