Programa de Festas

Junho 26, 2010

TEATRO NACIONAL D. MARIA II – OS ANJOS E O SANGUE | 29 JUNHO – 19H – SALÃO NOBRE

 

GRANDES TEXTOS | LEITURAS ENCENADAS

OS ANJOS  E O SANGUE

29 JUNHO – 19H | ENTRADA LIVRE

 

O Teatro Nacional D. Maria II apresenta, no dia 29 de Junho, às 19h, no Salão Nobre, a leitura encenada do texto Os Anjos e o Sangue, de Bernardo Santareno – um dos mais importantes dramaturgos do nosso século, que escreveu este texto para Carlos Avilez e Eunice Muñoz.

Quase cinquenta anos depois de ter sido escrito, Carlos Avilez coordena a leitura do texto que lhe foi dedicado.

Uma peça que reflecte a nova literatura de intervenção da década de 60.

 

Abril 19, 2010

Comuna Teatro de Pesquisa – O Rei está a morrer – de Eugene Ionesco com Versão cénica e Encenação de João Mota

Filed under: teatro — profestas @ 10:46 pm
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“O “O REI ESTÁ A MORRER”
                               de Eugene Ionesco

                      VERSÃO CÉNICA E ENCENAÇÃO_JOÃO MOTA
 
                              ANTE-ESTREIA DIA 30 ABRIL ÀS 21H30
                   DIA 1 OFERTA BILHETES  38ºANIVERSÁRIO COMUNA

  ENSAIOS DE IMPRENSA
 
                              DIA 22 (QUINTA-FEIRA) ÀS 16H00
                              DIA 23 (SEXTA-FEIRA) ÀS 16H00
                              DIA 26 (SEGUNDA-FEIRA) ÀS 16H00
                              DIA 27 (TERÇA-FEIRA) ÀS 16H00
                              DIA 28 (QUARTA-FEIRA) ÀS 16H00
 
 SINOPSE
 
Uma alucinante despedida da vida. A peça fala da essência da existência humana diante golpe do destino que todo o ser humano tem de enfrentar, mesmo com os temores do que pode acontecer ao dar o último suspiro. É a tragicómica história do “Rei Berenger” e, certamente, de todos nós. A irónica forma como ele se apercebe do que está a acontecer à sua volta, as reacções à fatal notícia, bem como a relação que há entre ele e o inevitável desfecho, somente acompanhado pela consciente e assustadora ideia de que “O que deve acabar já acabou”. Para além do medo de se saber que a última cena é “obrigatoriamente” mortal, há a incomoda descoberta de que, realmente, nunca se chegou a viver.
Uma comédia que mostra o quão ridículos podemos ser quando nos confrontamos com a efemeridade da vida e o inútil apego que temos às coisas materiais.
 
 
                      Elenco:  Carlos Paulo, Ana Lúcia Palminha, Tânia Alves, Rui Neto,
                             Alexandre Lopes e Mia Farr


 
                            30 ABRIL /27 JUNHO

Quarta a sábado às 21h30 Domingos –   4ª e 5ª Preço único 5 Euros


 

Março 20, 2010

ARTISTAS UNIDOS – Música – TEATRO!!

Filed under: música,teatro — profestas @ 12:14 am
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Entramos na última semana de REI ÉDIPO e CANTIGAS DE UMA NOITE DE VERÃO. Entretanto Graça Lobo e Jorge Silva Melo lêem Mário Cesariny http://www.artistasunidos.pt/poesias_mario_cesariny.htmljá neste domingo…

…e continuamos a apresentar os nossos filmes sobre artistas na Fundação Arpad Szenes – Vieira da Silva. Desta vez sobre a cooperativa Gravura.
E no Dia Mundial do Teatro, 27 de Março, será emitida na Antena 2, a leitura de Morte em Tebas de Jon Fosse (integrada no projecto TEIA, TNDM II)

Celebrando o Dia Mundial da Poesia, Graça Lobo e Jorge Silva Melo lêem uma selecção de poesias de Mário Cesariny, poeta que sempre esteve próximo de Vieira da Silva e Arpad. 

Neste domingo 21, às 15h30 na Fundação Arpad Szenes – Vieira da Silva, (Jardim das Amoreiras). Entrada livre.

REI ÉDIPO a partir de Sófocles

Com Diogo Infante, Lia Gama, Virgílio Castelo, António Simão, Cândido Ferreira, José Neves, António Banha, Pedro Gil, Américo Silva, André Patrício, Bernardo de Almeida, Daniel Pinto, David Pereira Bastos, Elmano Sancho, Estêvão Antunes, Hugo Bettencourt, Hugo Samora, João Meireles, João Miguel Rodrigues, João Delgado, Joaquim Pedro, John Romão, Manuel Sá Pessoa, Miguel Telmo, Miguel Aguiar, Pedro Lamas, Pedro Luzindro, Pedro Cardoso, Pedro Mendes, Ricardo Batista, Ruben Tiago, Tiago Matias,Tiago Mateus e as crianças Beatriz Lourenço e Neuza Campos | Beatriz Monteiro e Margarida Correia | Inês Antunes e Inês Constantino Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Luz Pedro Domingos Música original Pedro Carneiro Espacialização e assistência musical André Sier Acompanhamento dramatúrgico José Pedro Serra Assistência de encenação Luís Filipe Costa, João Miguel Rodrigues, Pedro Lamas Assistência de produção João Meireles Versão e Encenação Jorge Silva Melo Co-produção Artistas Unidos / TNDM II em colaboração com a Orquestra de Câmara Portuguesa M12

SALA GARRETT DO TNDM II ATÉ 28 DE MARÇO
Quarta a Sábado às 21h30 / Domingo às 16h00
Espectáculo extra a 28 Março às 21h30

Neste domingo 21, às 15h30 na Fundação Arpad Szenes – Vieira da Silva, (Jardim das Amoreiras). Entrada livre.

Consulte os ARTISTAS UNIDOS, vale a pena

CANTIGAS DE UMA NOITE DE VERÃO (uma peça de amores e desencontros) de David Greig e Gordon McIntyre

Tradução Pedro Marques e a colaboração de Miguel Castro Caldas Com Andreia Bento e Pedro Carraca Músico Miguel Fevereiro Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Luz Pedro Domingos Encenação Franzisca Aarflot AGRADECIMENTOS Américo Silva e Tiago Matias UMA PRODUÇÃO Artistas Unidos / Teatro da Trindade / Fundação Inatel M16

SALA ESTÚDIO DA TRINDADE ATÉ 28 DE MARÇO
Quarta a Sábado às 21h45 / Domingo às 17h30
Espectáculo extra a 27 de Março às 17h30

Filmes sobre artistas na FASVS

Domingo 21, às 16h30 e a 28 às 15h30, com o documentário GRAVURA: ESTA MÚTUA APRENDIZAGEM de Jorge Silva Melo.

As sessões realizam-se dois domingos por mês, no Auditório da Fundação Arpad Szenes – Vieira da Silva (Jardim das Amoreiras) e a entrada é livre.

 Leitura de MORTE EM TEBAS de Jon Fosse

Tradução Pedro Porto Fernandes Com Elmano Sancho, Manuel Wiborg, Américo Silva, Jorge Silva Melo, Maria João Luis, John Romão, Filipe Costa, Tiago Matias, Vânia Rodrigues, Alexandra Viveiros, João Miguel Rodrigues, Pedro Lamas, Pedro Cardoso Direcção Jorge Silva Melo
A tradução teve o apoio do Norske Dramatikeres Forbund.
Esta leitura será transmitida na ANTENA 2 a 27 de Março (Dia Mundial do Te de Campo de Ourique, 120
1250-062 LISBOA
Tel/Fax: (00351) 213 876 078

info@artistasunidos.pt
www.artistasunidos.pt

Abril 22, 2009

“A CORDA” – Teatro – Instituto Alemão, em Lisboa – 24 de Abril

Depois da apresentação da peça “A Corda”, no Bacalhoeiro, pelo Grupo de teatro das Três Peças de Woody Allen, segue-se  a sua apresentação no Instituto Alemão, em Lisboa.

Com encenação de Luís Costa, “A Corda” apresentar-se á no próximo dia 24 de Abril, às 19h00, no Instituto Alemão – Campo Mártires Pátria 36 Lisboa, – Telef. 218824510   f: 218850003 – http://www.goethe.de/wm/lis

Abril 17, 2009

Gosta de teatro?

Filed under: teatro — profestas @ 11:00 pm
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Março 22, 2009

Teatro de Ensaio do Barreiro estreia “Os Dois Compartimentos” | 28 de Março| Exposição de Raquel Maria

Filed under: exposições,teatro — profestas @ 12:11 am

avelino-cunhal

 

Coisas boas naquela margem do Sul!

Março 6, 2009

“A CORDA” – Teatro no Instituto Alemão – reportagem

Filed under: reportagem,teatro — profestas @ 12:27 am
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Ariana Furtado, Mónica Silva, Ana Filipa Lourenço

Ariana Furtado, Ana Filipa Lourenço

 

Teresa Rouxinol

Lígia Mendes

Rui Risona

Mário Gomes

Fernanda Guadalupe

Paulo Franco

Rui Risona e Ana Filipa Lourenço

Fernanda Guadalupe e Mário Gomes

Luís Costa, encenador

O grupo de teatro das Três Peças de Woody Allen irá brevemente realizar mais apresentações da peça “A Corda”. Desses eventos iremos dando conta aqui no Programa de Festas.

Fevereiro 17, 2009

“A CORDA” – TEATRO NO INSTITUTO ALEMÃO

Filed under: teatro — profestas @ 2:28 am
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No Instituto Alemão, em Lisboa, é apresentada a peça “A Corda”, pelo Grupo de Teatro Das Três Peças de Woody Allen.

Com encenação de Luís Costa, os espectáculos terão lugar no dia 20 de Fevereiro (sexta feira), às 19h00, e no dia 21 (sábado), às 16h00.

A entrada é gratuita.

Instituto Alemão – Lisboa – Campo Mártires Pátria 36 

Tel: 218824510

Janeiro 17, 2009

Próxima semana no Chapitô!!

Filed under: música,teatro,tertúlias — profestas @ 9:26 pm

Após um intervalo (forçado…), voltamos! E começamos com o Chapitô. Reparem nesta programação e digam lá se não vale a pena!

chap1

E mais…

  chap21

A Tempestade pela Companhia do Chapitô . A última criação da Companhia do Chapitô é uma comédia visual baseada na peça de William Shakespeare

Costa do Castelo 1/7
1149-079 Lisboa
Tel – 218 855 550
http://www.chapito.org/
chapitoblog.blogspot.com

Dezembro 6, 2008

«ODÍLIA» DE PATRÍCIA PORTELA -CENTRO CULTURAL E CONGRESSOS DAS CALDAS DA RAINHA

Filed under: teatro — profestas @ 1:04 am
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odilia

Novembro 28, 2008

TEATRO MERIDIONAL- EM CENA – VLCD! até 21 DEZ

A ingenuidade das personagens e a acutilância que pode ter a irrisão são os pontos de partida deste novo desafio, que tem como base de interpretação a técnica de clown, o gesto e a criação colectiva.

VLCD!

É igualmente uma nova estação desse já vasto, impermanente e misterioso percurso do Teatro Meridional no sentido de uma comunicação própria e íntima de um Teatro que, verdadeiramente, se afirma como a arte do presente e da presença.

TEATRO MERIDIONAL

Em cena até 21 Dezembro
Quarta a Sábado às 22H | Domingo às 17H

VLCD!
Do lugar onde estou já me fui embora

Foto de Margarida Dias

Desde que o Homem passou a medir o tempo este, inevitavelmente, também o mediu a si.

VLCD! é um espectáculo que, através do humor e do absurdo, versa sobre a velocidade. A mesma que conduz nos tempos modernos o ser humano a um nível de vida material que se dissocia da sua própria felicidade. A mesma onde um olhar mais atento (quiçá mais lento…) podia também identificá-la como o verdadeiro truque de uma sociedade de consumo.

Criação Teatro Meridional

Direcção Cénica – Nuno Pino Custódio

Interpretação – Carla Maciel, Fernando Mota, Luciano Amarelo, Miguel Seabra

TEATRO MERIDIONAL
ASSOCIAÇÃO MERIDIONAL DE CULTURA
Rua do Açúcar, 64 – Beco da Mitra
1950-009 Lisboa
Tel.: 21 868 92 45 Fax: 21 868 92 47
Tlm: 91 781 43 53
www.teatromeridional.net

 

Novembro 22, 2008

CONFISSÕES DAS MULHERES DE 30 – SEIXAL

Chegar aos 30 anos é, para muitas mulheres, sinal de mudança nas suas vidas. Quem é solteira pensa que já poderia (ou deveria, aos olhos da sociedade) ser casada, quem não é mãe começa a recear ser tarde para a maternidade e quase todas começam a notar diferenças no esbelto corpo de outrora. É disso que se fala no Fórum Cultural do Seixal,  no dia 28 de Novembro.

Estas e outras confissões são feitas ao público por Fernanda Serrano, Maria Henrique e Margarida Marinho, numa comédia do brasileiro Domingos Oliveira, baseada em testemunhos reais, que pretende abordar sem preconceitos preocupações, amores, trabalhos e outros desaires das mulheres de 30 anos.

Mas ao longo do espectáculo também são encontradas algumas vantagens da idade: “ter 30 anos é uma posição de abrangência estratégica: pode namorar homens de 20, 30, 50… sem que ninguém lhe chame tarada”.

Confissões das Mulheres de 30

Fórum Cultural do Seixal – Qta. dos Franceses – Seixal – telef 212226411

Dia 28-11-2008, às 21h45
Preço – 6€.
Observações : XXV Festival de Teatro do Seixal. M/16 anos

Interpretação: Fernanda Serrano, Ana Brito e Cunha, Maria Henrique

Autor – Domingos Oliveira

Encenadores – Domingos Oliveira, Priscilla Rozenbaum

Fassbinder Café – Teatro Viriato

Com música ao vivo, Fassbinder-Café, a partir de O Café [Das Kaffeehaus (1969)] de Rainer Werner Fassbinder. tem como imprudente desígnio experimentar a loucura da normalidade segundo o mais tumultuoso cineasta alemão do pós-guerra – Rainer Werner Fassbinder. Nesta produção do Teatro Nacional S. João é apresentada uma série de aproximações à paráfrase que Fassbinder fez de O Café, de Carlo Goldoni.

Uma única leitura da comédia setecentista terá sido suficiente para desencadear em Fassbinder, homem-teatro bulímico, o impulso de transcrever – mas não «modernizar» – as personagens de Goldoni e as suas traficâncias venezianas para um paradigma inteiramente novo. Mesclando dados tão díspares como traços de linguagem do século XVIII, memórias do cinema clássico de Hollywood e clichés teatrais, a adaptação de Fassbinder está muito para lá da simples paródia.

Direcção Nuno M Cardoso com a colaboração de Ricardo Pais

Música VortexSoundTech

Interpretação: Fernando Moreira, João Castro, Jorge Mota, José Eduardo Silva, Lígia Roque, Marta Freitas, Micaela Cardoso, Paulo Freixinho, Pedro Almendra, Pedro Frias e Tatsumaki (música ao vivo)

Encenador: Nuno M Cardoso

Produção TNSJ

Teatro Viriato – Viseu – Lg. Mouzinho Albuquerque – telf.- 232480110

Em 28 e 29 de Novembro, às 21h30

7€ a 15€.

Estreia Imaculados@Teatro Aberto

Filed under: teatro — profestas @ 1:21 am
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Novembro 20, 2008

A Senhora de Sade – Teatro – CCB

O dramaturgo japonês Yukio Mishima escreveu, em 1965, a peça que Carlos Pimenta agora encena no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, inserida no Ciclo Mishima.

21, 22 e 24 Nov 2008 – 21:00

23 Nov 2008 – 19:00

 

 

Garagem Sul do Centro de Reuniões :
Preço – 15€ – descontos habituais (para bilhetes adquiridos no CCB)

“A Senhora de Sade” traça um olhar feminino sobre o Marquês de Sade, uma das figuras emblemáticas da cultura europeia. Seis mulheres descrevem-no ora como vicioso, ora como imaculado. As descrições resultam num evidente conflito entre castidade e imoralidade.

Para o dramaturgo Mishima, a confrontação de ideias contraditórias é o que leva ao clímax no novo teatro. Esta teoria está desenvolvida em “A Senhora de Sade”.

Diz o dramaturgo: “Quem comete um crime, por mais que não queira, tem que se confrontar com Deus. O erotismo é um processo de chegar a Deus, seguindo o lado inverso. Este é o tema da minha ”Senhora de Sade”.”

Centro Cultural de Belém – De 21-11-2008 a 24-11-2008

Sexta, sábado e segunda às 21h00
Domingo às 19h00

Autor YUKIO MISHIMA
Tradução MARIA JOÃO BRILHANTE
Encenação CARLOS PIMENTA
Espaço cénico DANIEL BLAUFUKS
Figurinos FILIPE FAÍSCARENÉE, marquesa de Sade  MARTA FURTADO
SENHORA DE MONTREUIL, mãe de Renée, CUCHA CARVALHEIRO
ANNE – PROSPÈRE, irmã mais nova de Renée MARIA JOÃO FALCÃO
BARONESA DE SIMIANE LUÍSA CRUZ
CONDESSA DE SAINT-FOND LUCINDA LOUREIRO 
CHARLOTTE JOANA BRANDÃO

 

M/12 anos

 

CCB

 

 

 

 

 

 

Novembro 7, 2008

NAVALHA NA CARNE – Teatro – Sugestão da Loja do Bairro

 

Uma sugestão interessante da Loja do Bairro.

Novembro 4, 2008

Teatro na Art!st – “Diário de um Louco”

Subam as cortinas….

Inauguramos

Noites de TEATRO na Art!st

8 de Novembro | 21h

“Diário de um Louco”

Texto: Nikolai Gogol

Encenação: Miguel Assis

Interpretação: Olavo Nóbrega

Entrada 5€ (vale 1 bebida)

 

O Diário de Um Louco de Nikolai Gógol, é o resultado de uma mente exemplar, no entanto, conturbada,
que terminou os seus dias num estado de semiloucura, sem que antes tivesse marcado o panorama cultural do seu tempo, tornando-se um dos mais reconhecidos escritores da antiga União Soviética.
Com encenação de Miguel Assis e interpretação de Olavo Nóbrega, Diário de um Louco justifica a sua intemporalidade e conduz-nos ao testemunho de um homem desiludido com a sua condição
e decepcionado com a influência que o poder tem no prestígio dos homens.
Entre o riso e a comoção, encontramos aqui a fonte perturbadora, que nos remete para a inevitável questão:
afinal, qual a barreira que separa a razão da loucura?

Uma parceria | produção: ART!ST (Academia de Dança, Teatro e Perfomance) e Água Ardente, Produções Teatrais

 

Novembro 2, 2008

Boa Noite Mãe – Teatro da Trindade

Filed under: teatro — profestas @ 9:49 pm
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Boa Noite Mãe

Título original Nigth Mother (1982)
Autoria Marsha Norman
Encenação Celso Cleto
Elenco Manuela Maria e Sofia Alves
Tradução José Luis Luna
Realização Plástica Raquel Pinheiro
Produção Dramax Oeiras e Cultura Angra, em colaboração com o Teatro da Trindade

‘Nigth Mother, é uma peça de teatro escrita pela notável dramaturga americana Marsha Norman, premiada com o famoso Prémio Pullitzer.

O suicídio anunciado na obra Boa Noite Mãe, revela-nos a relação familiar de duas mulheres, mãe e filha, que, no decorrer de um espaço-tempo implacável, vivem uma profunda crise.

Estas duas personagens, a filha Jess (Sofia Alves) e a mãe Thelma (Manuela Maria), vivem numa casa isolada no sul dos E.U.A.
Jess, abandonada pelo marido, Cecil, e vivendo um drama com o voluntário desaparecimento do seu único filho, não consegue encontrar na sua vida uma última esperança e comunica à mãe Thelma que se vai suicidar.

Thelma é uma mãe que construiu durante largos anos uma enorme solidão dentro do seu próprio casamento e uma relação dura com a sua filha. Esta noite, ao ser confrontada com a decisão desta, que nunca viu como a filha ideal, vai lutar desesperadamente para evitar que esta concretize a sua decisão, modificando o percurso desta noite.
Noite, que será, finalmente, de grandes revelações.

Duas grandes actrizes. Uma peça que prende a atenção do princípio ao fim.

SALA Principal – 31 Outubro a 21 Dezembro // 4ª a sab 21h30 e Dom 16h00


Classificação etária M/16 – Duração 100 min

Preço 10€ a 15€

Teatro da Trindade

Novembro 1, 2008

OS ANTÍLOPES – Teatro Municipal de Almada

Os antílopes (já apresentado na Suécia, França e Alemanha, e agora com estreia absoluta em Portugal), de Henning Mankell, e encenação de Solveig Nordlund, conta a história de um casal de cooperantes brancos que aguarda a chegada do seu sucessor para poder voltar à Suécia, após mais de dez anos em África. O autor não tem piedade para com estas personagens, que não são nem colonialistas nem exploradores: são simplesmente técnicos fora do seu ambiente natural, confusos, despistados e cheios de medo. Não se trata de uma peça militante, nem de um panfleto político. Não é um texto realista. Parece mais um sonho delirante, uma ilusão óptica, um acumular absurdo de catástrofes. Tudo aqui é falso, ilógico e irreal.

A memória desliza, o calor ofusca o pensamento. As personagens sonham. Se calhar nem estão em África. Nós estamos longe de África mas ela não nos larga. Às vezes pensamos naquele continente e nas suas maldições: a SIDA, a desertificação, a fome, as guerras étnicas. Mandamos voluntários para lá, mandamos tropas e financiamentos que alimentam a corrupção. Mas de facto não fazemos nada e o sentido de culpa não nos larga: esta dança de morte grotesca, de Mankell, é testemunho disso mesmo.

Solveig Nordlund

Na sequência da estreia de Os antílopes, o TMA inaugura na sua Galeria uma exposição de pintura de Solveig Nordlund e organiza, em parceria com o Fórum Romeu Correia, um ciclo de cinema dedicado a esta realizadora.

Henning Mankell, escritor e argumentista, nasceu em 1948 na Suécia. Casado com a filha de Ingmar Bergman, foi durante muito tempo dramaturgo e encenador. O seu primeiro romance foi publicado em 1973, mas foi com a obra Assassino sem rosto que se tornou conhecido em todo o Mundo, sendo um autor frequentemente premiado. Desde há muito tempo que Mankell divide o seu tempo entre a Suécia e Moçambique, onde trabalha como Director do Teatro Avenida, para o qual escreve e encena.

Intérpretes Isabel Muñoz Cardoso, José Airosa, Rogério Vieira
Tradução Solveig Nordlund e Armando Silva Carvalho
Cenário e figurinos Ana Paula Rocha
Luz Acácio de Almeida
Assistência de encenação Joana Bárcia
Assistente de cenografia Henrique Malta

Em cena até 30 de Novembro.

Preço Entrada: 5 a 11 €

Horários: 4.ª a Sáb. às 21.30; Dom. às 16.00

Sala: Sala Experimental
Endereço: Avenida Professor Egas Moniz, 2804-503 ALMADA
Telefone: 212739360

Para mais informações consulte o site abaixo.

Teatro Municipal de Almada  –  Com o apoio da Embaixada da Suécia em Lisboa

Outubro 31, 2008

ARTEVIVA | Justamente – Estreia 07 Novembro – Barreiro

                                                                                                                               

                                                                                        Teatro Municipal do Barreiro

A Arte Viva – Companhia de Teatro do Barreiro estreia no próximo dia 7 de Novembro, às 22h00, no Teatro Municipal do Barreiro, o espectáculo Justamente, de Ali Smith, com encenação de Jorge Cardoso e Carina Silva.

 

A peça foi escrita em 2005 para o Festival NT Connections (projecto do National Theatre of London) e integrou o Festival PANOS (Palcos Novos Palavras Novas), em Portugal, organizado pela Culturgest, em 2006.

O espectáculo acompanha um episódio na vida de Vitória, uma jovem que chega a uma paragem de autocarro de uma cidade que não conhece e vê um corpo com um guarda-chuva espetado nas costas. Pouco depois aparecem um polícia que se engana nas palavras, uma mulher vendada, como alegoria da justiça, e um coro de munícipes que fala em rima e não pode ouvir palavrões. Vitória vê-se acusada de um crime que não cometeu.

Como escreveu Francisco Frazão, programador de teatro da Culturgest, a peça de Ali Smith é uma sátira sobre a justiça e a linguagem. Com humor negro e em clima de teatro do absurdo (onde uma “má peça” é como um “sonho mau”), não é difícil ler referências à xenofobia, à massificação do comércio e à “nova ordem mundial”, onde se pode condenar alguém antes do crime e há uma prisão ao sol muito parecida com Guantánamo.

Se um tribunal se parece com um teatro, o julgamento de Vitória é aqui uma farsa. É isso mesmo que nos diz o título da peça: Just, no original, é uma palavra que em inglês quer dizer tantas coisas que acaba por perder o sentido; na tradução portuguesa ficou um advérbio que, como de costume, “mente”.
Com Justamente a Arte Viva – Companhia de Teatro do Barreiro inaugura a temporada de 2008/2009.

Fundada em 1980, a Arte Viva é, desde há dez anos, a companhia residente no Teatro Municipal do Barreiro. Mantém actividade regular com cerca de quatro espectáculos por temporada.

O espectáculo Justamente fica em cena no Teatro Municipal do Barreiro, até dia 20 de Dezembro de 2008, sextas e sábados, às 22h00.

Os bilhetes têm o preço de 7,5 euros para o público em geral e 5 euros para jovens até aos 30 anos e maiores de 65 anos. Horário da Bilheteira: quinta a sábado, das 18h00 às 22h00. Telef. 21 206 08 60.

Elenco
Joana Pimpista, Ricardo Guerreiro, Célia Figueira, André Semeano, Filipe Ribeiro, Gonçalo Cardoso, Ana Matos, Ana Samora, Andreia Ribeiro, Catarina Serra, Carla Vieira, Emídio Caboz, Helena Cruz, Ilídio Pina, Maria Matos, Maria do Rosário Soares, Manuel Alpalhão, Patrocínia Cristovão e Susana Marques

 

Encenação e direcção de actores:
Jorge Cardoso e Carina Silva

Movimento: Andreia Martins
Cenografia: Ricardo Guerreiro
Música: Nuno Fernandes
Luz: João Henrique Oliveira
Figurinos: Ana Pimpista
Guarda-Roupa:
Maria Matilde Cavaco e Teresa Balbi

46ª Produção Arteviva – m/12Construção e Montagem de cenário:
Leonel & Bicho Lda
Operação de Luz :
João Henrique Oliveira e Paula Pereira
Operação de Som :
Claudia Russo e Carolina Vieira
Design Gráfico: João A. Pimenta
Produção Executiva e Divulgação:
Joana Pimpista e Paula Magalhães
Apoio Geral:
João Cavaco e Dário Valente

 ARTEVIVA – COMPANHIA DE TEATRO DO BARREIRO 

  e-mail : arteviva.geral@gmail.com
 http://www.arteviva-barreiro.blogspot.com/

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