Programa de Festas

Março 26, 2009

Fragil – Poesia 2009 (3ª Edição)

Filed under: poesia — profestas @ 4:21 am

 

Fragil.com.pt

Novembro 21, 2008

“Noites em Cheio” – despedem-se com poesia – Barcelos

AMANHÃ

“Noites em Cheio”
despedem-se com poesia

O programa municipal “Noites em Cheio” vai despedir-se de 2008.

Depois do teatro e da dança flamenca, o último espectáculo do ano terá lugar amanhã, dia 22, com uma noite de poesia.

O recital Luto Lento tem início marcado para as 22 horas, no auditório da Biblioteca Municipal de Barcelos, com entrada gratuita.

Câmara Municipal de Barcelos

Novembro 15, 2008

Homenagem a António Ramos Rosa e Casimiro de Brito

Sou nómada e basta-me
Beber a água que vem da montanha
E olhar a mica do céu onde se reflectem
As mutações da Coisa — o pó
Que nela pousa. A teia do conhecimento
Está podre e não vou
Deitar-me nela. Escrevo porque sou um arco
Que vai acumulando alguns restos
Alguma dor algum vento perfumado
E subitamente dispara. Cinza. Palavras
Que não têm deuses nem brilho nem nada.

Da frágil sabedoria – 2001

Dia 19 de Novembro, às 21h30

Lançamento do livro “69 poemas de amor”, da autoria de Casimiro de
Brito

– Sessão de poesia em torno da obra destes dois poetas, por Afonso Dias
e Tânia Silva ( ver
este site)

 A Biblioteca Municipal António Ramos Rosa situa-se em Faro, na Rua Carlos Porfírio -Telef. 289897500

Outubro 14, 2008

Herberto Helder publica novo livro, “A Faca não Corta o Fogo”

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Engoli
água. Profundamente: — a água estancada no ar.
Uma estrela materna.
E estou aqui devorado pelo meu soluço,
leve da minha cara.
O copo feito de estrela. A água com tanta força
no copo. Tenho as unhas negras.
Agarro nesse copo, bebo por essa estrela.
Sou inocente, vago, fremente, potente,
tumefacto.
A iluminação que a água parada faz em mim
das mãos à boca.
Entro nos sítios amplos.
— O poder de reluzir em mim um alimento
ignoto; a cara
se a roça a mão sombria, acima
da camisa inchada pelo sangue,
abaixo do cabelo enxuto à lua. Engoli
água. A mãe e a criança demoníaca
estavam sentadas na pedra vermelha.
Engoli
água profunda.

Herberto Hélder (de seu nome completo Herberto Hélder de Oliveira) nasceu no Funchal, ilha da Madeira, no dia 23 de Novembro de 1930. Frequentou a Faculdade de Letras de Lisboa, tendo trabalhado em Lisboa como jornalista, bibliotecário, tradutor e apresentador de programas de rádio. Começou desde cedo a escrever poesia, colaborando em várias publicações de que se destacam: Graal, Cadernos do Meio-Dia, Pirâmide, Poesia Experimental (1 e 2), Hidra e Nova. É um dos introdutores do movimento surrealista em Portugal nos anos cinquenta, de que mais tarde se viria a afastar.

Obras: Poesia – O Amor em Visita (1958), A Colher na Boca (1961), Poemacto (1961), Retrato em Movimento (1967), O Bebedor Nocturno (1968), Vocação Animal (1971), Cobra (1977), O Corpo o Luxo a Obra (1978), Photomaton & Vox (1979), Flash (1980), A Cabeça entre as Mãos (1982), As Magias (1987), Última Ciência (1988), Do Mundo, (1994), Poesia Toda (1º vol. de 1953 a 1966; 2º vol. de 1963 a 1971) (1973), Poesia Toda (1ª ed. em 1981). Ficção – Os Passos em Volta (1963).

«¡Intelijencia, dame / el nombre exacto de las cosas!
… Que mi palabra sea / la cosa misma,
creada por mi alma nuevamente […]»
Juan RAMÓN JIMÉNEZ

O livro não será reeditado “porque Herberto Helder não reedita. Quando muito existirá, talvez mais tarde, um novo livro que acrescente algo a estes poemas, como este volume faz com poemas já anteriormente publicados. É o poema contínuo”, disse Luís Guerra, da Assírio e Alvim.

“Estávamos à espera disto porque os novos poemas deste livro são muito fortes. Existia uma grande expectativa que a saída do livro não frustrou”, disse ainda Luís Guerra, que também revelou ter recebido, desde quinta-feira, inúmeros pedidos de várias livrarias de todo o país.

“A Faca Não Corta o Fogo – súmula e inédita” teve uma tiragem de 3000 exemplares e já só existem os que se encontram à venda nas livrarias.

Durante o fim-de-semana, a crítica literária nacional foi unânime no aplauso ao mais recente livro de Herberto Helder.

Julho 8, 2008

Lançamento “Sete Partidas” de Manuel Alegre – 9 Julho – 18.30 – Bulhosa de Entrecampos

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p

Maio 22, 2008

Katalò – Play – Casino Lisboa

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Pela primeira vez em Portugal, a companhia italiana Kataklò apresenta um espectáculo no qual a poesia do teatro se alia à disciplina da dança e das acrobacias desportivas.

Do grego “eu danço, dobrando-me e contorcendo-me”, os Kataklò são formados por jovens atletas que em palco quebram a rígida disciplina desportiva

Para ver de 20 Maio a 8 Junho, no Auditório dos Oceanos do Casino Lisboa.

“Play” é um espectáculo de rígida disciplina desportiva, aplicando a sua mestria em coreografias inovadoras, que aliam a dança e a ginástica ao teatro e poesia. Com humor, os Kataklò transgridem as regras, evidenciam lugares comuns e animam tudo o que é inanimado.

Com cerca de uma década de existência, os Kataklò têm Giulia Staccioli como fundadora. Ex-campeã olímpica de ginástica rítmica, Staccioli participou em diversas competições internacionais das quais se destacam os Jogos Olímpicos de Los Angeles (1984) e de Seoul (1988). No final da sua carreira de atleta, integrou a Companhia Momix onde confirmou a potencialidade da aliança entre o seu treino como ginasta e a sua paixão pela dança.

A mistura de disciplinas originou “Indiscipline” (1996), o primeiro espectáculo com a ex-ginasta a assinar a direcção artística. Desde então, os Kataklò já correram o mundo e actuaram em eventos como a Cerimónia de Abertura dos Jogos Olímpicos de Inverno de Turim (2006), as festas de Passagem de Ano de Hong-Kong, os JO de Sidney ou o Festival Fringe de Edimburgo.

Os Kataklò prometem transgredir as regras, evidenciar os lugares comuns, olhar para a realidade às avessas e animar tudo o que é inanimado, e Play é o mais último projecto duma companhia italiana que arrisca um espectáculo onde a poesia do teatro se alia à disciplina da dança e das acrobacias desportivas.

Esta é a vocação de um grupo inovador e ousado que, acima de tudo, pretende conquistar um espaço para além das fronteiras habituais do teatro.

Play é o mais último projecto dos Kataklò, uma companhia italiana que à uma década arrisca, com sucesso, um espectáculo onde a poesia do teatro se aliam à disciplina da dança e das acrobacias desportivas.

Horários: Sábado e Domingo às 17h00 Terça a Sábado às 22h00

Local: Lisboa, Casino Lisboa – Alameda dos Oceanos Lote 1.03.01 – Parque das Nações

Telefone: 218929070

Preço: 30€ e 35€.

É ousado, é invulgar.

Maio 8, 2008

I Bienal Internacional “Raul de Carvalho”

“A “I Bienal Internacional Raul de Carvalho”, instituída em 2008, é uma iniciativa do Município de Alvito, que entende desta forma homenagear o poeta alvitense e, simultaneamente, criar um espaço de apoio e divulgação de novos talentos.

Tem como língua oficial o Português e está aberta à participação de expressões artísticas, de artistas nacionais ou estrangeiros, residentes ou não em Portugal, maiores de 16 anos.

A Bienal tem como objectivos, promover o desenvolvimento artístico, a divulgação de bons trabalhos e permitir o contacto da população com várias formas de arte, ao mesmo tempo que apela à criatividade dos cidadãos, sensibilizando para a valorização do Património Imaterial (natural, cultural, histórico, edificado e imaterial) do Concelho de Alvito”.

Raul de Carvalho nasceu no Alvito em 1920 e foi co-director da revista Árvore, colaborando ainda com outras publicações.
Com poemas traduzidos para algumas línguas estrangeiras, foi um dos premiados no Concurso Internacional de Poesia «Prémio Simon Bolívar», em 1956, com o livro “Mesa da Solidão”.

Algumas obras suas são: As Sombras e as Vozes (1949); Poesia 1949-1958 (1965); Tudo é Visão (1970); A Casa Abandonada (1977); Elsinore (1980); Um e o mesmo livro (1984).

Vem, serenidade!
Vem cobrir a longa
fadiga dos homens,
este antigo desejo de nunca ser feliz
a não ser pela dupla humidade das bocas.

Vem, serenidade!
faz com que os beijos cheguem à altura dos ombros
e com que os ombros subam à altura dos lábios,
faz com que os lábios cheguem à altura dos beijos.

Ver o site da Câmara Municipal de Alvito – telefone Tel.: 284480800

 

Maio 3, 2008

Poesia em Contra-Mão é Contagiarte

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Contagia-te com arte, arte é Contagiarte.

E a poesia é de todos.

Do Brasil, escrito por Sergio Vaz:

Ser Poeta
Não é escrever poemas,
É ser poesia.

 

Abril 22, 2008

Chapitô – Reciclar Abril

 

Abril 20, 2008

CORPOtraçoCORPO – a poesia e a pintura

 

«CORPOtraçoCORPO – a poesia e a pintura» de Alice Valente é a comunhão da exposição de imagens poéticas – CORPO vivo com imagens pictóricas – CORPO ficcionado.

Com um diálogo próprio este projecto trata o articular a questão do ver e o de comunicar o resultado dessa mesma visão.

No CORPOtraçoCORPO, o traço ou cor, trespassa em unicidade a «não cor» do preto e branco das telas duplas (dipticos) … O «nove» surge como o novo… representa o nascer… em criatividade, o seguinte… o que virá em sua contemporaneidade, numa antevisão… do que irá ser conhecido ética e esteticamente, no antes do todo em seu próprio desconhecimento.

CORPOtraçoCORPO é um projecto multidisciplinar, que articula poesia com pintura, assinadas pela mesma artista. O projecto pictórico final integra 9 séries de pintura, cada qual, subordinada a uma cor com 9 telas em díptico. Após as 9 séries expostas, está previsto uma EXPOSIÇÃO FINAL com a presença das 81 OBRAS aquando do Lançamento do LIVRO com o mesmo nome do projecto e que irá conter 81 poemas ilustrados com as 81 obras e, em que a cada obra em seu título irá corresponder um poema com o mesmo título.

O traço: vermelho estreou-se como a cor primeira e Vital na assinatura do CORPOtraçoCORPO no ano de 2003
O traço: castanho-terra surgiu como a segunda cor do Movimento do projecto…
O traço: água-azul-céu, 3ª e 4ª cor, duas cores conjuntas criadas na horizontalidade… os dois azuis (azul-céu e o azul-água) e em sua Força espelham-se numa única cor…
O traço: laranja-lima, 5ª e 6ª cor, duas cores conjuntas em que os 9 dipticos do traço laranja e os 9 dipticos do traço limão apresentados na verticalidade, lado a lado, referenciam a importância do alimento da vida com o alimento na vida, doce e ácido, Alimento-vida, respectivamente na cor da laranja e na cor do limão.
O traço: verde-oliva inaugura nesta Exposição a 7ª cor das nove cores do projecto, com 9 dipticos apresentados na verticalidade, a caracterizar este traço e em sua cor, no advir de uma Verdade precisa.

…seguir-se-lhe-á o traço: verde e o traço: cor de pele encerrará o ciclo das 9 cores.

Sites: Alice Valente, Museu de Lanifícios da Universidade da Beira Interior

Abril 19, 2008

Concurso Literário 2008 – Papiro Editora

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Ler aqui o regulamento do concurso (documento pdf)

Abril 16, 2008

Ainda vai a tempo… «Noites com Poemas» hoje em S. Domingos de Rana

Abril 14, 2008

José Luís Peixoto

Filed under: poesia — profestas @ 7:42 pm
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O escritor José Luís Peixoto venceu por unanimidade o Prémio Daniel Faria 2008, com “Gaveta de Papéis”, o seu terceiro livro de poemas.

Em 15 de Abril, a Fnac do Chiado fará a respectiva sessão de apresentação, às 17h00.

Haverá outros lugares onde o autor estará a participar em eventos vários:

17 Abril – 21h30 – Porto – Quinta de Leitura, Teatro do Campo Alegre
18 Abril – 14h30 – Lousã – Cine-Teatro Municipal
22 Abril – 17.30h – Matosinhos – Conversa pública com outros autores.
22 Abril – 14h – Lousada – Conversa na Esc. Sec. de Lousada.

23 Abril – Lisboa – Sessão de autógrafos, Livraria Oficina do Livro, Rossio

José Luís Peixoto é um dos nomes mais importantes da nova geração de escritores portugueses. A sua obra narrativa encontra-se traduzida em vários idiomas e a sua poesia recebeu os maiores elogios do público e da crítica.

O livro de poemas “A Criança em Ruínas”, publicado nas Quasi Edições em 2001, teve já sete edições, tendo vendido mais de 10 000 exemplares, caso raro, senão inédito, no panorama da edição de poesia em Portugal.

Da sua “Gaveta de Papéis”, retirámos, daqui, uma pequena amostra.

“Tenho mil irmãs para amar sem palavras.

Tenho aquela irmã que caminha encostada

às paredes e sem voz, tenho aquela irmã de

esperança, tenho aquela irmã que desfaz o

rosto quando chora. Tenho irmãs cobertas

pelo mármore de estátuas, reflectidas pela

água dos lagos. Tenho irmãs espalhadas por

jardins. Tenho mil irmãs que nasceram

antes de mim para que, quando eu nascesse,

tivesse uma cama de veludo…”

Abril 13, 2008

«Prima la musica, poi le parole?» – Ars Integrata Ensemble no Palácio Foz

O Ars Integrata Ensemble apresentou um recital poético-musical, na Sala dos Espelhos do Palácio Foz, no passado dia 5 de Abril. Sala cheia para ver e ouvir um projecto original, bem conseguido. Aqui fica a reportagem fotográfica.

David Zink (direcção artística, piano e sintetizadores)

Júlia Lello (poeta e diseur)

Jorge Castro (poeta e diseur)

Maestro Victor Roque Amaro do Coro Corelis

Coro Corelis

David Zink

Coro Corelis

Jorge Castro

Coro Corelis

Dança final…

Março 22, 2008

Dia Mundial da Poesia – Centro Cultural de Belém -22 de Março

Filed under: poesia,Uncategorized — profestas @ 12:58 am
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eugénio de andradeÉ já amanhã, 22 de Março, todo o dia, das 12h00 às 20h30, no Centro Cultural de Belém.

Lembre-se que a entrada é livre.

1. 12h00-19h00 | Foyer Auditórios: ESPAÇO DE TROCA

2. 12h00-20h30 | Recepção do Centro de Reuniões: FEIRA DO LIVRO DE POESIA – SODILIVROS

3. 12h00-20h00 | Galeria Mário Cesariny: EXPOSIÇÃO DE POESIA VISUAL DE ANA HATHERLY

4. 12h00-18h00 | Salas Eugénio de Andrade: ESPAÇO DE FAZER POESIA

5. 12h00-19h00 | Foyer Eugénio de Andrade: DIGA LÁ UM POEMA

6. 12h00-19h00 | Foyer da Recepção do Centro de Reuniões: AS FACES DO POETA

7. 12h00-19h00 | Foyer Vitorino Nemésio: O CANTO DOS POETAS

8. 14h00-18h00 | Sala Luis de Freitas Branco: DE VIVA VOZ

9. 15h00-18h00 | Sala de Leitura: CONFERÊNCIAS

10. 18h30-20h00 | Grande Auditório: ESPECTÁCULO: UMA CANÇÃO PARA OUVIR-TE CHEGAR

1. ESPAÇO DE TROCA – FOYER AUDITÓRIOS, 12H00-19H00 – Neste espaço não é permitido dinheiro. Faça-se acompanhar por um livro (ou mais) que já tenha lido e dirija-se ao Espaço de Troca – aí pode trocar o seu livro por outro. Tão simples como isso.

2. FEIRA DO LIVRO DE POESIA – RECEPÇÃO DO CENTRO DE REUNIÕES, 12H00-20H30

Pode comprar o livro do seu poeta preferido no espaço reservado para o efeito, gerido pela Sodilivros, no foyer da Recepção do Centro de Reuniões.

3. EXPOSIÇÃO DE POESIA VISUAL DE ANA HATHERLY – GALERIA MÁRIO CÉSARINY, 14H00-19H00

Exposição de poesia visual (desenho e pintura) de Ana Hatherly. Cerca de 150 desenhos pertencentes aos Anagramas, aos Mapas da Imaginação e da Memórias, etc., oficinas de desenho, pintura e colagem inspiradas na obra de Ana Hatherly, para escolas e grupos.

A exposição vai estar aberta ao público de 22 de Março a 20 de Abril, nos seguintes horários:

– Dia 22 de Março: das 12h00 às 19h00

– De 2ª a 6ª Feira: das 14h00 às 18h00

– Sábado, Domingo e Feriados: das 14h00 às 20h00

4. ESPAÇO DE FAZER POESIA – SALA EUGÉNIO DE ANDRADE, 12H00-18H00

Espaço especialmente vocacionado para um público interessado em compor, desenhar ou pintar poesia, onde não irão faltar poetas e artistas plásticos que o vão ajudar a encontrar inspiração. Dos 2 aos 99 anos.

5. DIGA LÁ UM POEMA – FOYER EUGÉNIO DE ANDRADE, 12H00-18H00

Poesia dita por pessoas conhecidas ou pelo público. O Espaço é montado como um estúdio de gravação, com um estrado e um microfone. O público é convidado a dizer poesia frente a uma câmara. As gravações são passadas em simultâneo no foyer dos Auditórios, e em diferido junto à Sala de Leitura, em televisores montados para o efeito.

José Jorge Letria e José Fanha são os convidados.

6. AS FACES DO POETA – FOYER DA RECEPÇÃO DO CENTRO DE REUNIÕES, 12H00-19H00

Projecção de vídeos de poesia dita por poetas e actores.

7. O CANTO DOS POETAS – FOYER VITORINO NEMÉSIO, 12H00-19H00

Doze televisores formam um videowall onde vão passando imagens de poetas ao mesmo tempo que se ouve poesia dita por poetas ou actores, gravadas em CD.

8. DE VIVA VOZ – SALA LUIS DE FREITAS BRANCO, 14H00-18H00

Poetas, actores e outros convidados dizem poesia sua e dos outros.

Quatro actores:

– Suzana Menezes diz Natália Correia;

– Pedro Lamares diz Al Berto;

– Beatriz Batarda diz Sophia de Melo Breyner Andersen

– Diogo Dória diz Herberto Hélder

Poetas:

Ana Hatherly, Ana Luisa Amaral, Fernando Luís Sampaio, Gastão Cruz, Nuno Júdice, Manuel Alegre, Manuel António Pina, Pedro Tamen, Vasco Graça Moura e walter hugo mãe.

E antes do alinhamento, relembramos esta figura impar, Sofia.

sophia de mello breyner

ALINHAMENTO:

14h00: Boas vindas e apresentação do programa – António Mega Ferreira diz “Liberdade” de Fernando Pessoa

14h15-14h30: Ana Hatherly

14h30-14h45: Diogo Dória (Herberto Hélder)

14h45-15h00: Nuno Júdice

15h00-15h15: Suzana Menezes (Natália Correia)

15h15-15h30: Manuel António Pina

15h30-15h45: Pedro Lamares (Al Berto)

15h45-16h00: Gastão Cruz

16h00-16h15: Vasco Graça Moura

16h15-16h30: Beatriz Batarda – (Sophia de Mello Breyner)

16h30-16h45: Pedro Tamen

16h45-17h00: Ana Luísa Amaral

17h00-17h15: walter hugo mãe

17h15-17h30: Fernando Luís Sampaio

17h30-17h45: Manuel Alegre

9. CONFERÊNCIAS – SALA DE LEITURA, 15H00 -18H00

15h00 – 16h00: Fernando Pinto do Amaral fala sobre Cesário Verde

16h30 – 17h30: Osvaldo Silvestre fala sobre a poesia de Luís Quintais

10. ESPECTÁCULO: UMA CANÇÃO PARA OUVIR-TE CHEGAR – GRANDE AUDITÓRIO, 18H30-20H30

Pedro Moutinho e Mafalda Arnauth cantam poetas portugueses

Luis Lucas e Luisa Cruz dizem poetas portugueses

ALINHAMENTO:

– Luísa Cruz diz “Ao longe um barco de flores” de Camilo Pessanha

– Pedro Moutinho canta

“Não disse nada amor” de António Lobo Antunes

“O Medo de acordar” de Aldina Duarte

“Colchetes d’Oiro” de Henrique Rego

– Luísa Cruz diz [Quando eu vir vaguear por dentro da casa] de Fiama Hasse Pais Brandão

– Pedro Moutinho canta

“Contemplo o que não vejo” de Fernando Pessoa

“Na tua Rua” de Manuel Alegre

“O meu amor anda em fama” de João Ferreira Rosa

– Luísa Cruz e Luís Lucas dizem “Aniversário” de Álvaro de Campos

– Luís Lucas diz “Canção de uma sombra” de Teixeira de Pascoais

– Mafalda Arnauth canta

“Por onde me levar o vento” de Mafalda Arnauth/Triplicado

“Cavalo à Solta” de Ary dos Santos/Fernando Tordo

“Índios da meia praia” de Zeca Afonso

– Luís Lucas diz “Ácidos e óxidos” de Ruy Belo

– Mafalda Arnauth canta

“As fontes” de Sophia de Mello Breyner/Luis Oliveira

“Maria Lisboa” de David Mourão Ferreira/Alain Oulmain

“No teu poema” de José Luis Tinoco

– Luís Lucas diz “Poema podendo servir de posfácio” de Mário Cesariny.

A não perder.

Fotografias – Luísa Ferreira

Março 11, 2008

Slam “A Cappella” – Souleymane Diamanka & John Banzai

Dia 11 de Março às 20h00 e dia 12 às 15h00, no Instituto Franco-Português

Dia 13 às 23h30 na Galeria Zé dos Bois com os Chullage

O slam é uma arte de expressão popular oral. Nasceu em Chicago, em 1984, pela voz de Marc Smith, num clube de jazz da cidade. Esta arte declamatória, de poesia oral e pública, fazia-se ouvir em bares, associações, ou ao ar livre, e tinha subjacente, de início, a noção de concurso. Em França o movimento tem vindo a crescer e os slameurs franceses levaram-no também para o palco. A noção de desafio continua lá mas já não é apenas um concurso mas sobretudo uma partilha, uma entrega, uma transmissão de emoção, pela palavra, pela voz e pelo corpo. Normalmente “a cappella” as sessões de slam são lugares de improvisação e liberdade de expressão, abertos a todos.

Vem isto a propósito da estada entre nós de dois slameurs franceses que se apresentam durante estes três dias em Lisboa, Souleymane Diamanka, franco-senegalês e um dos slameurs que mais se apresenta em França, já apelidado de mercador de sentimentos, e de John Banzai, francês de origem polaca, a quem chamam o kamikaze da palavra, no âmbito da Festa da Francofonia e da 10ª Primavera dos Poetas.

Chegados ontem ao início da noite, começam as suas apresentações hoje, dia 11, à tarde no Liceu Francês e a partir das 20h00 no Instituto Franco-Português, mesmo antes do Café Philo. Por esta ocasião, Soleymane Diamanka e John Banzai farão também a apresentação do livro que escreveram a duas mãos: “J’écris en français dans une langue étrangère”. Dia 12 às 15h00, estão de volta ao Instituto Franco-Português. Venha deixar-se surpreender por estes dois poetas e improvisadores.

Dia 13 vão partilhar as suas poesias com os Chullage, na Galeria Zé dos Bois a partir das 23h30.

Informação do Instituto Franco-Português

Março 10, 2008

Dia Mundial da Poesia – Centro Cultural de Belém – 22 de Março

Filed under: poesia — profestas @ 6:21 pm
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É no dia 22 de Março que, no Centro Cultural de Belém, se comemora o Dia Mundial da Poesia.

Leve um poema, oiça poemas, a poesia é de todos.

“O programa, que se estenderá das 12:00 às 20:30, ocupando todo o piso térreo do Centro de Reuniões, inclui uma feira do livro de poesia, conferências, audição de DVDs de poetas, uma exposição de poesia visual e culminará com um espectáculo no Grande Auditório.

– Espaço de Troca FOYER AUDITÓRIOS
Neste espaço não é permitido dinheiro. Faça-se acompanhar por um livro (ou mais) que já tenha lido e dirija-se ao Espaço de Troca. Aí pode trocar o seu livro por outro, tão simples como isso.

– Feira do Livro de Poesia RECEPÇÃO MÓD.1
Pode comprar o livro do seu poeta preferido.

– Exposição GALERIA MÁRIO CÉSARINY
– Exposição de poesia visual (desenho e pintura) de Ana Hatherly.

– Espaço de Fazer Poesia SALA EUGÉNIO DE ANDRADE
Espaço especialmente vocacionado para um público interessado em compor, desenhar ou pintar poesia, onde não irão faltar poetas e artistas plásticos que o vão ajudar a encontrar inspiração.
Dos 2 aos 99 anos

– Diga lá um Poema PASSAGEM 1/2
Poesia dita por pessoas conhecidas ou pelo público.

– As Faces do Poeta FOYER NORTE RECEPÇÃO MÓD.1
Projecção de vídeos de poesia dita por poetas e actores.

– O Canto dos Poetas PASSAGEM SUL 1/2
Doze televisores formam um videowall onde vão passando imagens de poetas ao mesmo tempo que se ouve poesia dita por poetas ou actores, gravadas em CD.

– De viva voz SALA LUÍS DE FREITAS BRANCO
Poetas, actores e outros convidados dizem poesia sua e dos outros.

Quatro actores:
Suzana Menezes diz Natália Correia
Pedro Lamares diz Al Berto
Beatriz Batarda diz Sophia de Melo Breyner Andersen
Diogo Dória diz Herberto Hélder

Oito poetas:
Vasco Graça Moura, Nuno Júdice, Gastão Cruz, Ana Luisa Amaral, Pedro Tamen, valter hugo mãe, Manuel Alegre, Maria Andersen e António Franco Alexandre

Conferências | Conversas SALA DE LEITURA

Espectáculo | Uma canção para ouvir-te chegar GRANDE AUDITÓRIO
18:30 – 20:30
Pedro Moutinho e Mafalda Arnauth cantam poetas portugueses
Luis Lucas e Luisa Cruz dizem poetas portugueses”.

Veja tudo aqui, no CCB

Janeiro 30, 2008

Jorge Castro na Livraria Galeria Verney em Oeiras

Filed under: poesia — profestas @ 9:32 pm
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O Jorge Castro vai estar amanhã, dia 31, na Livraria Galeria Verney, em Oeiras, pelas 16h00. O tema será Poemas de Mensagem e Zurzimento que integram dois dos seus próximos livros. Se puderem… apareçam.

Dezembro 16, 2007

Carta aberta ao cancro

Filed under: poesia,textos — profestas @ 3:01 am
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     Andas aí à cata!
     Filho da puta! Da puta? Não…de puta.
     Havendo tantos como tu no mundo, só de ti poderia medrar e vingar
     essa sede de engordar essas hostes dos outros.
     Os outros são gente sã, pá!
     Gente que anda durante quarenta anos num vaivém de cacilheiro,
     combóio, autocarro ou outra qualquer carreira da vida que só dá por ti
     quando apareces.
     És tão inconveniente que apareces sem ser convidado.
     Inesperadamente. Não te convidei. Vieste! Logo hoje. No natal porra!!!
     Todos os dias que mal se festejam, são a alegria e soma final na consoada.
     Dia de estar com os meus, entendes?
     Afinal é natal.
     Mas tu, pé ante pé, covarde, sem aviso e zás!!! No presépio.
     É presépio ateu, já sabes. Mas é meu. Teu também.
     Quanto mais dos meus me vais tirando, mais eu, vê lá tu, vou
enriquecendo
     a memória.
     Um dia irás perguntar por mim a um qualquer dos meus trinetos que
também
     quererás levar.
     Dirá assim, está no presépio, sr.cancer. É pena eu ser tão novo para não
     poder
     mandá-lo para a puta que o pariu.

Mingo Rangel

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