Programa de Festas

Março 21, 2009

AIDA – Grande ópera de Kazan

Filed under: ópera — profestas @ 11:38 pm

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Novembro 14, 2008

ÓPERA – «O ELIXIR D`AMOR» – CANTADA EM PORTUGUÊS

Fotografia de Jorge Jacinto

Pela primeira vez integralmente cantada em português, a ópera cómica de Gaetano Donizetti “O Elixir d`Amor”, no Centro Cultural e Congressos das Caldas da Rainha.

Com direcção musical de Cesário Costa e encenação de Maria Emília Correia, esta versão portuguesa, da responsabilidade de Nuno Côrte-Real, será interpretada pelos cantores líricos Carla Caramujo, João Cipriano Martins, Diogo Oliveira, Nuno Dias e Alexandra Moura, pelo Coro de Câmara Lisboa Cantat e pela Orquestra do Algarve.

Da ópera faz parte “Una furtiva lacrima“, uma famosa ária que já foi interpretada por todos os grandes tenores italianos, de Caruso a Pavarotti.

Esta é uma das óperas cómicas de maior harmonia, em delicado equilíbrio entre a farsa e o sentimento. É contada a história de Nemorino, um pobre camponês tímido, que está apaixonado por Adina, uma bela proprietária rural que, por sua vez, está mais interessada em Belcore, um sargento fanfarrão.

É então que o apaixonado adquire ao “doutor” Dulcamara uma poção mágica que afinal é apenas uma garrafa de vinho.

Nemorino dá-se conta de que, subitamente todas as raparigas da aldeia o requisitam, mas desconhece ser apenas por que irá receber a herança de um seu tio que acaba de falecer.

Por sua vez Adina, enciumada, e perplexa perante o desplante das novas atitudes do pretendente, agasta-se e diz querer apressar o seu casamento com Belcore, sargento fanfarrão empenachado com quem tem um compromisso.

A ideia é vingar-se de Nemorino, mas na verdade Adina está seduzida… e tudo dá grandes voltas, como na vida, onde, por vezes, correm furtivas lágrimas…

Belcore parte para a guerra com os seus recrutas desarrimados e até convém, a orquestra suspira e Dulcamara diverte-se, come e bebe. Todos festejam, o enlace.

22 Novembro 2008 | 21:30 | Grande Auditório

Preços:

1ª plateia: 25 euros
2ª plateia: 20 euros
Tribuna: 15 euros
Camarotes:
A1 e B1: 10 euros
C1 e D1: 7,5 euros
A2; A3; A4; B4; B3; B2: 20 euros
C2; C3; C4; D4; D3; D2: 20 euros

(sem descontos)

Direcção Musical – Cesário Costa
Encenação – Maria Emília Correia
Versão Portuguesa – Nuno Côrte-Real
Preparador Musical: Nicholas McNair
Cenografia – Pedro Mira e Ricardo Miranda
Figurinos – Catarina Varatojo
Consultor p/cenografia/figurinos – António Lagarto
Desenho de luz – José Carlos Nascimento
Intérpretes – Carla Caramujo, João Cipriano Martins, Diogo Oliveira, Nuno Dias e Alexandra Moura.
Coro de Câmara Lisboa Cantat
ORQUESTRA DO ALGARVE
Produção – Fundação INATEL/Teatro da Trindade

CCC Caldas da Rainha

A ópera será apresentada também em :
Guimarães (Centro Cultural Vila Flor), no dia 28 de Novembro;
Faro, no Teatro das Figuras, no dia 13 de Dezembro;
 Alcobaça no dia 20 de Dezembro.
 

 

Setembro 28, 2008

Siegfried, de Richard Wagner – Teatro Nacional de São Carlos

Filed under: ópera — profestas @ 8:28 pm
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A temporada lírica do Teatro Nacional de São Carlos vai abrir a 30 de Setembro com a ópera “Siegfried”, de Richard Wagner, dando continuação ao ciclo “O Anel do Nibelungo”, iniciado em 2006 e interrompido na temporada passada. Deste ciclo, que inclui quatro óperas, o São Carlos já apresentou duas – “O Ouro do Reno” e “A Valquíria” – encenadas por Graham Vick, que regressa agora.

“Siegfried” estreou-se em Bayreuth em Agosto de 1876 na primeira apresentação integral de “O Anel do Nibelungo” e tem previstas sete récitas no São Carlos, até 18 de Outubro. A próxima temporada do São Carlos, inclui ainda as óperas “Faust”, de Gounod, “La Bohème”, de Puccini, e uma nova produção de “Salomé”, de Richard Strauss, com a soprano Elisabete Matos no papel titular. A ópera barroca Agrippina”, de Haendel, sobe pela primeira vez ao palco do teatro, numa nova produção feita em colaboração com o Theater Erfurt.

Marko Letonja, direcção musical; Graham Vick, encenação; Timothy O’Brien, cenografia e figurinos; Giuseppe Di Lorio, desenho de luz; Stefan Vinke (Siegfried), Colin Judson (Mime), Samuel Youn (O Viajante), Johann Werner Prein (Alberich), Dieter Schweikart (Fafner), Gabriele May (Erda), Susan Bullock e Kirsi Tiihonen (15 de Outubro)(Brunnhilde) e Chelsey Schill (Pássaro da Floresta), intérpretes

 No intervalo desta ópera, o São Carlos vai apresentar uma pequena obra “divertida” – “Intermezzo” – encomendada a Nuno Côrte-Real, com libreto de José Luís Peixoto, anunciou o director artístico.

Christoph Dammann reiterou que, a partir da próxima temporada, o teatro contará com uma nova maestrina titular, Julia Jones, que dirigirá cinco concertos da temporada sinfónica e duas produções de ópera.

A temporada de ópera encerra em Junho, com “Don Giovanni”, de Mozart, numa encenação de Maria Emília Correia.

30 de Setembro – 3. 6. 9. 15. Outubro – às 18:30h
12. 18. Outubro –  às 16:00h

 

site: Teatro Nacional de São Carlos

Agosto 18, 2008

As Bodas de Fígaro – Ópera

Filed under: ópera — profestas @ 1:20 pm
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A Camerata Academica de Salzburgo leva a Cascais “As Bodas de Fígaro”. 

A ópera é apresentada a 20, 21 e 24 de Agosto e faz parte do festival Rota dos Monumentos.
O colectivo austríaco tem mais de cinquenta trabalhos editados, um número que quase iguala os anos de actividade. Foi fundado em 1952 com músicos recrutados à prestigiada Orquestra de Câmara da Universidade Mozarteum de Salzburgo.

Estreada em Viena, em 1786, “As Bodas de Fígaro” tem libreto de Lorenzo da Ponte, que se baseou na peça de Beaumarchais “Le Mariage de Figaro” ou “La Folle Journée”. Perfeita simbiose entre música e teatro, a ópera condensa uma perspicaz sátira social sob a aparência de uma divertida comédia amorosa de enganos e disfarces. É também um dos pontos altos da ópera cómica setecentista.

A récita de 20 de Agosto será especialmente dirigida ao público infantil, com entrada gratuita sujeita a inscrição e disponibilidade de lugares. (Inscrições pelo tlm: 935678017, válidas para um adulto acompanhado por um máximo de quatro crianças). Esta sessão contará ainda com actividades de serviço educativo, incluindo jogos e passatempos alusivos ao espectáculo.
 
telefone – 214825407
LOCAL – Cascais, Museu Condes de Castro Guimarães – Av. Rei Humberto II de Itália, Parque Marechal Carmona

HORARIOS
De 20-08-2008 a 24-08-2008
Quarta, quinta e domingo às 20h30 (dia 20 sessão infantil)
PREÇO – 22€ a 75€. Desconto para -25 e +65 anos. Entrada livre na sessão infantil (dia 20 – sujeito a marcação prévia).

Junho 30, 2008

“ESTAVAS TU BELA INÊS…” Corpo e Alma – Ópera – Teatro São Carlos

Filed under: ópera — profestas @ 12:09 am
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As filhas do Mondego a morte escura
Longo tempo chorando memoraram,
E, por memória eterna, em fonte pura
As lágrimas choradas transformaram.
O nome lhe puseram, que inda dura,
Dos amores de Inês, que ali passaram.
Vede que fresca fonte rega as flores,
Que lágrimas são água e o nome amores.

É de Camões, claro.

E é no Salão Nobre do Teatro Nacional de São Carlos que poderá ainda ver a nova ópera dedicada aos amores de Pedro e de Inês, amanhã, dia 30, às 21h00.

 Estreia Mundial da Ópera Corpo e Alma, de Christopher Bochmann (na foto).

O texto é de António Patrício (Pedro, o Cru – 1913), numa adaptação de Laureano Carreira

D. Pedro I: Armando Possante, barítonoD. Inês de Castro: Sofia Inácio, bailarina
Grupo Vocal Olisipo – Direcção: Armando Possante
Encenação: Laureano Carreira-Desenho de Luzes- Pedro Martins – Coreografia- Sofia Inácio
Grupo de Música Contemporânea da Orquestra Sinfónica Juvenil
Direcção: Christopher Bochmann

“A lenda-história de Pedro e Inês é conhecida por toda a gente. Portanto, esta ópera não se preocupa em contar esta história mas antes em apresentar alguns aspectos dela sob uma luz diferente: uma luz cuja cor e cuja subtileza melhor se transmitem pela música do que por outros meios. No curto espaço de tempo de uma hora, a obra acompanha o delírio de Pedro e a sua transformação, de um amor sensual para um amor espiritual.”

Junho 19, 2008

A Saga – Ópera Extravagante – Hoje no Museu de Marinha

Espectáculo com base em textos poéticos de Sophia de Mello Breyner, “A Saga – Ópera Extravagante” assenta em cantos, gritos e palavras. Uma ópera de histórias que invocam aventuras passadas, trazendo-as ao presente. O espectáculo reúne cantores líricos (Filipa Lopes, Inês Madeira e João Sebastião) e intérpretes ligados aos universos da música popular (Francisco Fanhais) e do “heavy-rock” (Fernando Ribeiro e Rui Sidónio, dos Moonspell e Bizarra Locomotiva, respectivamente). 

Encenação – João Brites
Local – Museu de Marinha
Praça do Império – Lisboa
Data – 19 de Junho, 21h30

Maio 15, 2008

Fernando Ribeiro, voz de Moonspell em ópera original

Filed under: ópera,coisas boas,gótica,rock — profestas @ 8:24 pm
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Fernando Ribeiro, o vocalista da banda de heavy metal portuguesa Moonspell, vai estrear-se como actor numa “ópera extravagante”, marcada para 19 de Junho, nos Jerónimos, revelou ao CM.

Trata-se de ‘Saga’, uma produção do teatro O Bando, baseada em dois contos da escritora Sophia de Melo Breyner, ‘Saga’, e ‘O Segredo’, adiantou. ‘Eles [O Bando] tentaram reunir vozes comuns à ópera, uma soprano do S. Carlos, uma mezo-soprano, um tenor, mais cantores da folk e da área do heavy, que sou eu’, explicou.

O vocalista, conhecido pelo seu registo potente e ‘cavernoso’, vai interpretar duas personagens: ‘Uma é o deus pirata, que observa e goza com a condição humana lá do alto – vou estar a nove metros de altura, com a minha companheira, a deusa pirata [Filipa Lopes, soprano no S. Carlos], e a outra é um ‘mercador inglês.’’ O líder dos Moonspell confessa que este é ‘um projecto muito complicado e exigente’, que lhe rouba algumas horas à banda. ‘Mas não consegui resistir’, lançou.

O espectáculo tem encenação de João Brites, música de Jorge Salgueiro com vozes e interpretações de Inês Madeira, Francisco Fanhais e da Orquestra da Marinha.

Fernando Ribeiro fundou os Moonspell em 1989 (então Morbid God). Hoje o grupo é a mais internacional das bandas rock nacionais. Além da música, tem também obra feita na poesia. Esta será a sua primeira experiência como actor.

Texto de Luís Figueiredo Silva, no CM

Escolhi esta, de entre as poesias. E não foi fácil. 

Estou aqui tu sabes onde
e as almas saíram à rua esta noite para conversar.

Estou aqui a vê-las, pela janela,
dentro daquilo que nunca chegará cá dentro.

O relógio de lua bate certeiro,
conta-me ao ouvido as horas da minha vigília.

Cá dentro do que lá fora cá dentro uma alma que brilha
e me diz numa voz calada:
“volta para dentro e deita-te a sonhar o mais que possas,
para de vez acabares com os teus pesadelos.”

Por: Fernando Ribeiro em “As Feridas Essenciais”.

Abril 28, 2008

CARMEN – G. BIZET Ballet Flamenco de Madrid

Interpretada pelo corpo de dança da companhia de Ballet Flamenco de Madrid, sob a direcção musical de Luciano Ruiz e direcção artística e coreografia de Sara Lezana, “Carmen” é apresentada num estilo único, onde os ritmos tradicionais do puro flamenco se combinam com a intensidade dramática da ópera.

«Carmen», celebra e eterniza o amor e o desamor, a paixão e a morte, numa relação fatídica entre Carmen e Jóse.
Carmen é uma mulher humilde, uma tabaqueira. Ela apaixona-se por um sargento do exército, José, que de início, não lhe corresponde no amor. Contudo, no final José cede aos seus encantos. Mas com o passar do tempo, os papéis invertem-se, e é Carmen quem renega José. Ela apaixona-se, por um triunfante toureiro, Escamillo. José, enfurecido de ciúmes, mata Carmen, arrependendo-se de imediato. Nesse momento, Escamilho triunfa no rodeo, e sai em ombros pela porta grande da praça de touros.
Esta é sem dúvida uma obra intensa, extremamente romântica que cruzou gerações e alcançou uma extraordinária popularidade em todo mundo.

É no Coliseu dos Recreios de Lisboa, a 2 de Maio – 21h30

Alguns preços:

1ª Plateia – 35.00€
2ª Plateia – 30.00€
Balcão Central – 25.00€

Mas consultando o site do Coliseu, verá outras informações sobre preços. De camarotes, por ex.

Março 27, 2008

Itinerário do Sal no CCB – Ópera multimédia e Electroacústica

Apresentação

Reflexão sobre a Criação e a Loucura, a ópera multimédia Itinerário do Sal gira em torno da linguagem, da palavra-sentido e da palavra-som; ambas tratadas como dimensões da voz, da voz enquanto extensão do corpo e ambas totalmente integradas na construção cénica como projecção tangível da ressonância das palavras através do som e da imagem.Áudio, Vídeo e processamento electrónico em tempo real associados à projecção espacial da voz, da poesia, do gesto, da música e do traço, desenvolvem uma polifonia de sentidos, um contraponto de significados, uma exuberância de emoções.Um performer/autor em palco talha ao vivo novos trilhos na música electrónica; o som, a luz, as imagens e o movimento como que desenhados, pintados ou esculpidos, desafiam de forma poderosa, intensa e emocionante as convenções e os limites entre Música, Teatro e Ópera.

Sinopse

Itinerário do Sal é a concretização de um trabalho de criação sobre a escrita: sobre a escrita musical, sobre a escrita poética, sobre a escrita gestual do músico/actor e da sua própria imagem, onde a voz é o prolongamento do corpo e do pensamento do poeta. Eis, portanto, a simbiose entre a essência da palavra e a evolução do Ser, apresentada na forma de uma nova dramaturgia designada por Ópera Electroacústica.A primeira parte, aborda a questão da ausência do autor enquanto desdobramento e deslocação da sua personalidade criadora e põe em cena a própria cena.A segunda parte é dominada pela pesquisa do gesto da escrita interpretado como gesto instrumental e portanto musical. No fundo do gesto de escrever está o som da palavra. A palavra subordinada à vida. A palavra liberta da palavra.A terceira parte dá corpo à palavra e dá-lhe imagem. A partitura do poema compõe o tempo. Quem se lembra do tempo? Mas é o tempo que se lembra de nós! O criação toma conta do criador e volta a questão da loucura… dos seus limites, da cegueira causada pelo excesso de lucidez, pelo excesso de Ver. É a cegueira do branco que queima, o branco do sal. Na luz, ninguém o vê!No palco, o compositor e o poeta, juntos, num só, conduz-nos através do seu mundo interior, do seu itinerário pessoal a que chama de Sal – o mesmo Sal que representa a sua resistência, a sua vontade, a sua essência e a sua multiplicidade. O Sal (substância fundamental) que nos surge também como manifestação de conhecimento e de sabor; o itinerário que é decerto o do criador, mas que é também e simultaneamente a imagem e à imagem de tantos outros itinerários, caminhos, trocas, inspirações, demandas…Créditos

Paula Azguime & Miguel Azguime – concepção, dramaturgia
Miguel Azguime – textos/ poemas & composição
Miguel Azguime – actor/músico
Paula Azguime & Perseu Mandillo – vídeo
Paula Azguime – encenação, multimedia & desenho de som e electrónica em tempo real
Andre Bartetzki – programação vídeo e vídeo em tempo real

Datas: 28 e 29 de Maio às 21h00
Preço: 12,5 €

Informação CCB e misoensemble

Fevereiro 23, 2008

Madame Butterfly- Coliseu dos Recreios

Filed under: ópera — profestas @ 10:01 pm
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Uma das óperas mais imediáticas do reportório lírico italiano, de Giacomo Puccini, sobre a trágica história de uma bela jovem japonesa (Cio-Cio-San – Butterfly) que se apaixona e se devota apaixonadamente por Pinkerton, um oficial da marinha americana, com quem casa.

Pinkerton retorna aos EUA mas Butterfly aguarda-o, sempre.
Mas é destroçada quando Pinkerton regressa com a sua mulher (americana).
Um melodrama que se baseará em factos reais, e que retrata as dificuldades de coexistência entre culturas e diferentes tradições de vida. A obsessão do amor de Cio-Cio-San, a sua sorte ou a sua desgraça.

A ópera é baseada num romance de John Luther Long e na peça de teatro escrita por David Belasco.

28 e 29 de Março, às 21h30, no Coliseu dos Recreios, onde poderá recolher mais informação.

Preço: Entre 12,50 e 37,50€

Telefone: 213240585

Fevereiro 16, 2008

La clemenza di Tito – Teatro Nacinal de São Carlos

Filed under: ópera — profestas @ 12:47 am
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Uma ópera de Wolfgang Amadeus Mozart em dois actos sobre a indulgência de um imperador romano, vai estrear-se no São Carlos no dia 20, com a acção transposta para os anos 20.

Joaquim Benite, um nome consagrado do teatro português, foi escolhido para encenar “La Clemenza di Tito” e explicou à Lusa que optou por situar a ópera nos anos 20 para torná-la mais compreensível para a época actual.

“Estabelecendo a acção nos anos 20 tornamos a peça mais compreensível para o nosso tempo”, afirmou o encenador.

Os figurinos, que remetem para essa época, são da autoria de Filipe Faísca e Jean-Guy Lecat concebeu a cenografia.  Ambos trabalham habitualmente com o director da Companhia de Teatro de Almada.

Em palco vai estar um cenário único, uma escadaria e várias varandas, que muda apenas por efeito da luz.

“Não é um cenário realista. É uma alegoria a uma época histórica”, referiu Benite.

À frente do elenco estará o tenor austríaco Herbet Lippert no papel de Tito, imperador romano.

O elenco inclui ainda Adriana Damato (soprano), Chelsey Schill (soprano), Sophie Marilley (meio-soprano), Angélique Noldus (meio-soprano) e Shavleg Armasi (baixo).

Nesta produção, que conta com a participação do Coro do Teatro Nacional de São Carlos, o maestro Johannes Stert dirige pela primeira vez a Orquestra Sinfónica Portuguesa.

De 20 de Fevereiro a 1 de Março (20,22,26,28 Fev; 1 de Março)

Informações deste sítio.

E consulte este.

Janeiro 21, 2008

“Das Märchen” (“O Conto”) – Teatro Nacional de São Carlos

Filed under: ópera — profestas @ 12:48 am
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Se gosta de ópera, ou se ainda tem esperança de vir a gostar, não hesite e vá ao Teatro São Carlos assistir à estreia em Portugal de «Das Märchen» (O Conto), a primeira ópera de Emmanuel Nunes, a partir de um texto de Goethe.
Emmanuel Nunes, um dos mais notáveis compositores do nosso tempo, proporciona-nos um dos grandes acontecimentos culturais neste canto à beira mar plantado, e a estreia será transmitida pela RTP, via satélite, em directo para 14 cine-teatros portugueses: Ponte de Lima, Porto, Vila Flor, Aveiro, Coimbra, Castelo Branco, Leiria, Torres Novas, Portalegre, Estremoz, Beja, Faro, Açores e Madeira.
O director artístico do Teatro Nacional de São Carlos, Christoph Dammann, classificou “Das Märchen” como uma “obra-prima” e um exemplo do que é o futuro da ópera europeia.

De acordo com a sinopse, todas as personagens estão enfeitiçadas, vão metamorfoseando ao longo da ópera até chegarem a “uma existência livre e plena”.

E tem como cenário um rio em cujas margens vivem personagens distintas, como a Bela Lília, o Homem com a Lâmpada, o Gigante, quatro reis, dois fogos-fátuos, um Príncipe e uma Serpente Verde que se transforma em ponte para ligar as duas margens.

A história remete-nos para um universo maravilhoso, assente numa delicada teia de alegorias, e símbolos esotéricos e alquímicos. Erige-se em torno da uma serpente, – A serpente verde – que se transmuta e se reveste de diversos significados, encontrando a sua sublimação na forma de uma ponte, que liga as margens do rio, e com elas, todos os pontos antagónicos e conflituais, proporcionando um estado de serenidade, sabedoria e felicidade.
Com direcção musical de Peter Rundel, destaca-se também a encenação de Karoline Gruber. Experiente no repertório contemporâneo, a encenadora alemã apresenta o seu trabalho pela primeira vez no São Carlos.Andrew Watts, Musa Duke Nkuna, Graciela Araya e Chelsey Schill são alguns dos intérpretes convidados a participar nesta estreia absoluta sendo de destacar a participação do Remix Ensemble, Orquestra Sinfónica Portuguesa e Coro do Teatro Nacional de São Carlos
”.

25, 27 e 29 de Janeiro de 2008 – Teatro Nacional São Carlos – Lisboa

6ª e 3ª às 20H00 – Domingo às 16H00

Janeiro 4, 2008

Reviver a ópera no Teatro da Trindade

Filed under: ópera — profestas @ 12:00 am
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Fez 140 anos em Novembro de 2007, este emblemático espaço da cidade de Lisboa, e amanhã, dia 4 de Janeiro, poderá ver o espectáculo “Reviver a Ópera no Trindade”.

Um concerto “integrado nas Comemorações dos 140 anos do Teatro da Trindade, pretende realizar uma viagem pelas óperas mais representativas que passaram pelo palco desta Sala, que no século XIX e primeira metade do século XX se destacou como uma dos mais emblemáticos espaços líricos da cena cultural portuguesa.
Serão assim, introduzidos em contexto histórico, por um narrador, árias de óperas interpretados por alguns dos nomes sonantes como Ana Ester Neves, Elvira Ferreira, Sónia Alcobaça, Carlos Guilherme, José Manuel Araújo, Pedro Chaves, Mário Alves, Larissa Savchenko, João Merino, David Ruela, João Oliveira, entre outros, acompanhados por uma orquestra, sob a direcção musical dos Maestros João Paulo Santos e Armando Vidal
“.

Para mais informações:
telefone 210027150, ou
cultura@inatel.pt
E veja em:

http://teatrotrindade.inatel.pt/

Dezembro 15, 2007

Rigoletto – Teatro Nacional de São Carlos

Filed under: ópera,sugestões — profestas @ 8:55 pm
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Se gosta de ópera, tem o Rigoletto, a ver no Teatro Nacional de São Carlos, até 21 de Dezembro, às 20h – Tel. 21 325 30 00.

Se não sabe ainda se gosta, tente.

Verdi fala da crueldade humana e do abuso do poder. Em temas de riqueza melódica, profundamente actuais.

La donna è mobile
Qual piuma al vento,
Muta d’accento – e di pensiero.
Sempre un amabile,
Leggiadro viso,
In pianto o in riso, – è menzognero.
 
È sempre misero
Chi a lei s’affida,
Chi le confida – mal cauto il core!
Pur mai non sentesi
Felice appieno
Chi su quel seno – non liba amore!

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