Programa de Festas

Maio 3, 2009

d’Orfeu recebe Prémio “Adriano Correia de Oliveira” do Festival Cantar Abril

 

 

d’Orfeu recebe Prémio nacional “Adriano Correia de Oliveira”
do Festival Cantar Abril, em Almada

O tema “A Acupunctura em Odemira” foi o grande vencedor do Festival “Cantar Abril”, na modalidade de recriação de canções de resistência, cuja final nacional decorreu no Teatro Municipal de Almada no passado 30 de Abril.

Recuperado do antigo projecto da d’Orfeu “Os CantAutores”, o arranjo de Luís Fernandes, para formação de sopros, sobre o tema de José Afonso/Fausto “A Acupunctura em Odemira” recebeu o prémio para a melhor Recriação, na final do Festival Cantar Abril, promovido pela Câmara Municipal de Almada. Os outros premiados do Cantar Abril 2009 foram Sérgio Godinho (Prémio Carreira), A Presença das Formigas (Prémio Criação) e Mário Morais (Prémio “Ary dos Santos”).

O júri, constituído por Fernando Tordo, João Afonso, Amélia Muge, Samuel e André Santos, elegeu o tema levado a concurso pela d’Orfeu, depois de uma selecção de mais de duas centenas de canções concorrentes de todo o país, a que seguiram as eliminatórias em palco a 16 e 17 Abril e, por fim, a final no Teatro Municipal de Almada completamente cheio, em que actuaram os 5 finalistas de cada modalidade.

Pela d’Orfeu e reeditando parcialmente a formação de sopros de “Os CantAutores”, Luís Fernandes (flautim e voz) e Abílio Liberal (tuba) apresentaram-se com Guto Lucena e Jean-Marc Charmier (respectivamente sax soprano e fliscorne, músicos da orquestra residente do festival, dirigida por António Palma). Os dois músicos trouxeram para Águeda o Prémio “Adriano Correia de Oliveira”.

O Festival Cantar Abril é uma iniciativa bienal da Câmara Municipal de Almada que pretende homenagear a música de intervenção e os ideais de Abril, destinada a artistas e grupos de todo o país. O espectáculo da final, com as 10 canções finalistas no palco do Teatro Municipal de Almada, foi gravado na íntegra e prevê-se que seja brevemente emitido na Antena 1, emissora oficial do festival.

Todos os premiados do Festival “Cantar Abril” 2009:

Prémio “Adriano Correia de Oliveira” – Recriação de Canções da Resistência:
Os CantAutores (d’Orfeu), com o tema “Acupunctura em Odemira” de José Afonso/Fausto

Prémio “José Afonso” – Criação de Canções de Liberdade:
A Presença das Formigas, com o tema “O Rei”

Prémio “Ary dos Santos” – Poema:
Mário Morais, com o tema “Mera Aparência”

Prémio “Carlos Paredes” – Carreira:
Sérgio Godinho

Mais informações em:
http://www.m-almada.pt/portal/page/portal/CMA/AGENDA/EVENTOS_AGENDA/?cma_evento_ag=18886797&cboui=18886797

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Fevereiro 15, 2009

Vamos Cantar o Zeca

Setembro 29, 2008

FERNANDO TORDO & STARDUST ORCHESTRA TOUR

Fernando Tordo completa, em 2008, 43 anos de actividade ininterrupta.

Para assinalar o facto foi preparada uma digressão nacional com grande orquestra.

Fernando Tordo & Stardust Orchestra apresentam num poderoso concerto as músicas de uma vida numa vida cheia de músicas. O Fernando vai estar muito bem acompanhado: uma fantástica orquestra de 24 músicos, sob a direcção artística do maestro Pedro Duarte.

“Lisboa de Feira”, “Tourada”, “Adeus Tristeza”, “Só Ficou o Amor por Ti”, são alguns dos muitos temas que irão desfilar, acompanhados quer pela doçura e subtileza da secção de cordas da orquestra (violinos, violas de arco e violoncelos), quer pela energia da secção de metais.

Considerado um dos mais notáveis cantores da música ligeira portuguesa ainda em actividade, afirmou-se desde cedo pela riqueza poética e musical de um reportório constituído por temas assinados não apenas pelo próprio, mas também por alguns dos mais significativos autores e compositores, designadamente Ary dos Santos, Manuel da Fonseca, Natália Correia ou Sophia de Mello Breyner.

Embora tenha integrado, a partir de 1967, a formação dos “Sheiks”, foi com as participações e vitórias no Festival RTP da Canção – “Cantiga” (1969) e “Cavalo à Solta” (1971) – que Fernando Tordo concentrou as atenções do público e das editoras, tendo lançado “Tocata”, o seu álbum de estreia em 1972.

O reconhecimento prossegue em 1974 com mais a vitória do tema “Tourada” no Festival RTP da Canção e com o “Prémio Casa da Imprensa”, distinção que se repete três anos mais tarde.
Após uma longa e cúmplice parceria com José Carlos Ary dos Santos, cujo final ficou assinalado com a edição de “Cantigas Cruzadas”, Fernando Tordo assume integralmente, em 1981, a autoria, composição e interpretação dos temas desde então lançados.

A par do percurso musical que se notabilizou em momentos como a edição de “Adeus Tristeza”, distinguido com o prémio para “Melhor LP de Música Ligeira”, do disco de homenagem “O Menino Ary dos Santos” (1988) ou do álbum “Tributo a Los Laureados Nobel” (2006), trabalho considerado por José Saramago como «ponto alto da inspiração numa carreira tão extensa», Fernando Tordo destacou-se ainda nos projectos televisivos “Só Nós Três”, com Carlos Mendes e Paulo de Carvalho e “Falas Tu ou Falo Eu”, com Carlos Mendes.

Comendador da Ordem de Mérito, título atribuído em 2006 pelo então Presidente da República, Jorge Sampaio, e distinguido, um anos depois, com a Medalha de Prata da Cidade de Lisboa, Fernando Tordo é também responsável pela autoria dos livros “Fantásticas, Fingidas e Mentirosas” (2003) e “Quando Não Souberes, Copia” (2007).

(Fonte: Gabinete de Comunicação da Câmara Municipal de Braga)

No Theatro Circo, em Braga – maiores 12 – SÁB 04 OUT – 21,30h

Sala Principal – 20 / 15 eur.

Theatro Circo – Braga

Recorda-se aqui o “Adeus tristeza”, o primeiro álbum de Fernando Tordo após a morte do Zé Carlos Ary dos Santos, e que em 1983 foi considerado o melhor LP de música ligeira do ano.

Na minha vida tive palmas e fracassos
Fui amargura feita notas e compassos
Aconteceu-me estar no palco atrás do pano
Tive a promessa de um contrato por um ano
A entrevista que era boa
E o meu futuro foi aquilo que se viu

Na minha vida tive beijos e empurrões
Esqueci a fome num banquete de ilusões
Não entendi a maior parte dos amores
Só percebi que alguns deixaram muitas dores
Fiz as cantigas que afinal ninguém ouviu
E o meu futuro foi aquilo que se viu

Adeus tristeza, até depois
Chamo-te triste por sentir que entre os dois
Não há mais nada pra fazer ou conversar
Chegou a hora de acabar

Na minha vida fiz viagens de ida e volta
Cantei de tudo por ser um cantor à solta
Devagarinho num couplé pra começar
Com muita força no refrão que é popular
Mas outra vez a triste sorte não sorriu
E o meu futuro foi aquilo que se viu

Na minha vida fui sempre um outro qualquer
Era tão fácil, bastava apenas escolher
Escolher-me a mim, pensei que isso era vaidade
Mas já passou, não sou melhor mas sou verdade
Não ando cá para sofrer mas para viver
E o meu futuro há-de ser o que eu quiser

 

Os que se lembram da canção, terão boas memórias.
E quem não a conhece, que oiça. Vale a pena.

Agosto 19, 2008

SÉRGIO GODINHO NO DU ARTE LOUNGE DO CASINO ESTORIL

“É inigualável o seu traquejo na forma de transformar palavras em canções. Teima em reinventar-se a cada disco. E é um exemplo eloquente do verdadeiro significado da expressão “cantautor”.

Falamos de Sérgio Godinho, que vai estar nos Grandes Concertos do Casino Estoril no dia 28 de Agosto, às 23h30.

Desde “Lupa” que não lançava um trabalho de originais. A espera valeu a pena. Seis anos depois, chegou “Ligação Directa”, um sucesso perante a imprensa especializada, o público e os escaparates.

“Ligação Directa” sucede a “O Irmão do Meio”, um álbum em que uma série de músicos de primeira apanha eram convidados a revisitar as músicas de Godinho. Foi um fenomenal sucesso, mas não chegou para matar a sede de inéditos.

Godinho explica como nasceram as dez canções de “Lupa”: “Primeiro, é na solidão em que se desenha um tema, até que se sinta que ‘isto anda tudo ligado’, como dizia o outro que às vezes sou eu. Depois, na partilha: cada vez mais um disco meu é obra colectiva (…). O resto é a urgência de o dar a ouvir a outros.”

Na partilha em palco, não faltarão certamente outras canções sobejamente conhecidas e acarinhadas pelo público, resgatadas a uma longa e frutuosa carreira que já foi distinguida com o Prémio José Afonso”.

Tele. 214667700

Casino Estoril – Pç. José Teodoro dos Santos

Entrada livre. No Du Arte Lounge. Grandes Concertos do Casino Estoril. M/18.

http://www.sergiogodinho.com/

Rui Reininho & Companhia das Índias no Allgarve 08

Primeiro, escreveu o “jingle” original da iniciativa Allgarve.

Agora, Rui Reininho vai a Loulé cantar essa e outras músicas, no dia 23 de Agosto, às 22h00.
Conhecemo-lo bem dos GNR, que têm um dos maiores trunfos no tom irónico e cáustico do seu discurso e lírica.

Também sabemos que se encontra em excelente forma vocal e criativa (ver as colaborações com os Mesa, por exemplo). Falta matar a curiosidade sobre a direcção que irá tomar nesta nova aventura a solo.

O projecto chama-se “Companhia das Índias” e promete um tom mais intimista e electrónico.

LOCAL
Alte, Anfiteatro da Fonte Grande – Loulé

PREÇO – 20€. A venda e reserva de bilhetes também pode ser feita através da linha 707 234 234.

OBSERVAÇÕES – Allgarve Edition. After-Party: T-Clube e Trigonometria.

 

Fotografia de Vasco Lemos Barreto

 

Agosto 12, 2008

Grupo San’Tiago Sons da Alma celebra aniversário com tributo a Zeca Afonso

“O Grupo San’Tiago Sons da Alma, referência no panorama artístico nacional, celebra o seu oitavo aniversário com um espectáculo a realizar quinta feira, na Praça 8 de Maio, em Coimbra.

É a 14 de Agosto às 21h30.

Associado à celebração dos oito anos de existência, o Grupo prestará um tributo a Zeca Afonso, músico de cantigas de intervenção que representam uma das mais fortes heranças culturais da história musical contemporânea portuguesa.
Promovido com o apoio do Departamento de Cultura da Câmara Municipal de Coimbra, este espectáculo promete uma noite muito animada, num espectáculo que, além dos temas mais emblemáticos de Zeca Afonso(o “cartão de visita” dos San’Tiago Sons da Alma), incluirá um repertório com géneros musicais que vão desde o fado às baladas, compreendendo peças de música clássica e de música portuguesa, incluindo temas originais.

San’Tiago Sons da Alma não foi designação para o grupo escolhida ao acaso. Deve-se ao facto de dois dos seus elementos, os irmãos Victor Hugo e João Cristóvão, terem iniciado a sua carreira artística em 2000, enquanto “Dueto de Cordas”, nas festas de Santiago, em Eiras, sua terra Natal, e de terem participado num espectáculo em Santiago de Compostela.

Victor Hugo estuda guitarra clássica e João Cristóvão estuda bandolim, violino e guitarra portuguesa no Conservatório de Música de Coimbra.

Ao dueto de instrumentistas juntou-se, em 2002, a voz de Victor Almeida e Silva permitindo, assim, a interpretação, além da música clássica, de outro tipo de música – fados de Coimbra, trovas e baladas.
A partir daí, sucederam-se inúmeros espectáculos, o grupo ganhava uma nova força e sentia que era necessário aumentar o número de elementos. Tornava-se imperiosa mais uma viola de acompanhamento, uma guitarra portuguesa, uma guitarra clássica, uma flauta transversal e um cavaquinho. Passaram, assim, a integrar o grupo instrumentistas de nome, já com provas dadas e com um trajecto artístico reconhecido, tanto a nível nacional como a nível internacional.

Ao comemorar oito anos de vida, o grupo mantém-se constituído por elementos que revelam uma larga experiência nas lides musicais: Victor Hugo (Canto, Guitarra Clássica e Baixo), João Cristóvão (Violino, Piano, Bandolim e Guitarra Portuguesa), Jorge Cardoso (Guitarra Clássica), Joaquim M. G. Afonso (Canto), Alice Sagradas (Canto, Percussão), António Soares (Percussão, Baixo) e Cláudio Carvalho (Piano).

In O Despertar

Agosto 8, 2008

ERVA DE CHEIRO NA EXPOLIMA

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O Grupo Erva de Cheiro actua na sexta feira, dia 8 de Agosto, em Ponte de Lima, no espaço da ExpoLima., a partir da 22 horas.

Do repertório popular e tradicional, vai ser possivel ouvirem-se um conjunto de temas que aliam as componentes musicias aos alertas sociais, aproveitando como sempre, para recordar a figura de José Afonso (que este grupo continua a considerar a sua principal fonte de inspiração musical e humana).

Para mais informações, clique aqui.

Agosto 2, 2008

TONY CARREIRA – E está tudo dito

Amanhã, dia 3 de Agosto, Tony Carreira estará em Sernancelhe, no Recinto Festa da Amizade .

É às 22h30, a a entrada custa 10,00 € .

Em 14 de Agosto – quinta feira -, siga para a Praça de Touros – Póvoa do Varzim. Também é às 22h30 e com bilhetes a 15,00 €.

Com algum tempo para retemperar forças, meta-se a caminho de Trancoso, pois o Tony lá actuará, na Feira Sao Bartolomeu .

É também às 22h30 e o bilhete custa 10,00 €.

E é tudo. Palavras para quê?

Quem não sabe que o Tony Carreira tem ” Cerca de três milhões de discos vendidos, mais de uma centena de discos de Platina, Ouro e Prata. E que um milhão e meio de espectadores assistem anualmente aos seus concertos. E que houve salas emblemáticas esgotadas, com meses de antecedência: Olympia de Paris (2000; 2001; 2002; 2005). Coliseu dos Recreios, Lisboa (2001; 2002; 2005). Ópera House de Sydney (2001). Coliseu do Porto (2002 e 2005). Le Zénith, de Paris (2003 e 2007). Pavilhão Atlântico (2003 e 2006). Brixton Academy, Londres (2005). Emperors Palace, Joanesburgo (2007). Campo Pequeno, Lisboa (2007). Pavilhão Rosa Mota, Porto (2007) e Coliseu Micaelense, Ponta Delgada (2007)”?

Julho 30, 2008

Grândola – Concerto a 2 Agosto – “Como se fora seu filho”

Por iniciativa da Associação José Afonso, em colaboração com a Câmara Municipal de Grândola, vai realizar-se o espectáculo “Como se fora seu filho“, em Grândola, no dia 2 de Agosto, a partir das 19h, no Jardim 1º de Maio.

Não perca.

Julho 24, 2008

ERVA DE CHEIRO – Cantadores da Rusga em Alenquer

São quatro os músicos que integram os Cantadores da Rusga:

José Manuel Ésse – viola e voz

Luis Pires – teclas e voz

Susana Rodrigues – percussões e voz

Vitor Sarmento – viola, bandolim e voz

O grupo faz-se acompanhar de um técnico de som – Eduardo Quaresma.

Cantando apenas em português, privilegiam os temas de origem popular e tradicional, buscando aos grandes cantautores as fontes da inspiração colectiva, bem como aos temas tradicionais dos Açores, das Beiras e do Minho.

 

O repertório deste grupo é bastante vasto, contando com mais de 100 temas.

Para além da amizade, une-os o prazer de tocar e cantar na língua portuguesa.

Os Cantadores da Rusga estarão em Alenquer no dia 26, sábado, às 22h00

No Parque Vaz Monteiro.

site a visitar

Julho 17, 2008

Concertos de Verão Du Arte Lounge – Casino Estoril

FOL&AR: 18 de Julho, Leiria – 19 de Julho, Torres Novas

Nascemos em 2006, fruto de um conjunto de felizes circunstâncias que apresentaram duas concertinas, um violino e um contrabaixo a quatro músicos apaixonados pela música e dança tradicionais.

Nos nossos primeiros espectáculos apresentávamos já alguns temas originais, aos quais juntávamos um vasto leque de músicas tradicionais oriundas de Espanha, França, Reino Unido, Israel e, naturalmente, Portugal.

A grande receptividade junto do público conduziu-nos a uma viagem do Norte ao Sul de Portugal, em mais de quarenta concertos e bailes no primeiro ano de existência. Ao longo deste percurso, e ao mesmo tempo que construíamos um repertório de originais inspirados em danças tradicionais (como a Mazurca, a Valsa de três, cinco, oito e onze tempos, o Anter-Dro, o Círculo Circassiano, a Chapelloise, a Bourrée ou o Malhão) deixámo-nos também encantar por outros instrumentos que se juntaram ao conjunto: a harpa, a gaita-de-foles, o banjo ou o bandoneón.

Ingenuamente, fomos criando um processo de trabalho quase monástico: gravando, filmando e revendo criticamente os nossos ensaios, concertos e bailes. Deste ritual e do fio condutor que é possível tecer ouvindo os materiais que fomos registando, constatámos que o nosso trabalho se aproxima ao de um escultor: retirando as camadas de pedra que escondem a figura, ela parece revelar-se por si só, como se tivesse estado sempre lá.

Actualmente dividimos o nosso tempo entre as sessões de gravação do nosso primeiro CD no bairro típico lisboeta da Graça (onde alguns de nós residem e cuja toponímia se vai colando aos nossos temas originais), os fins-de-semana de inspiração na Costa Vicentina e um sem número de bailes e concertos. E é precisamente nestes últimos, quando nos situamos nesse espaço frágil e mágico que separa os nossos instrumentos e aquilo que eles querem dizer do público, que somos absolutamente felizes.

Dizem eles, aqui mesmo. 

E ir da Graça até Leiria – 18 de Julho -ou Torres Novas – 19 de Julho , é um instante no tempo.

Julho 11, 2008

FESTIVAL MÚSICA PORTUGUESA – CCB

                   

CONCERTO 2 – RICARDO ROCHA SOLO
FESTIVAL MÚSICA PORTUGUESA -11 JUL 2008

CONCERTO 12 – JOÃO PAULO “NASCER”
FESTIVAL MÚSICA PORTUGUESA – 12 JUL 2008

CONCERTO 20 – ORQUESTRA JAZZ DE MATOSINHOS COM MARK TURNER E ANDRÉ FERNANDES
FESTIVAL MÚSICA PORTUGUESA – 13 JUL 2008

 

 
CONCERTO 15 – DRUMMING II “avant-garde
FESTIVAL MÚSICA PORTUGUESA- 13 JUL 2008

CONCERTO 22 – ORQUESTRA DE CÂMARA PORTUGUESA
FESTIVAL MÚSICA PORTUGUESA – 13 JUL 2008

CONCERTO 3 – LUME BIG BAND
FESTIVAL MÚSICA PORTUGUESA – 11 JUL 2008

CONCERTO 5 – SEI MIGUEL QUINTETO
FESTIVAL MÚSICA PORTUGUESA – 12 JUL 2008

CONCERTO 8 – POCKETBOOK OF LIGHTNING
FESTIVAL MÚSICA PORTUGUESA – 12 JUL 2008

CONCERTO 17 – RAFAEL TORAL SPACE TRIO
FESTIVAL MÚSICA PORTUGUESA – 13 JUL 2008

 

ver o programa aqui e também aqui.

Junho 28, 2008

The Profilers no Super Bock Super Rock – Porto

Filed under: festivais,musica portuguesa,rock — profestas @ 6:51 pm
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Os The Profilers vão estar no SBSR – Porto. Aqui fica uma pequena “pirataria” ao site do SBSR. Cliquem na foto e vão dar directo à galeria deles no site.

Agenda:

04 JUL 08 | XIV Super Bock Super Rock, 1.º Acto, Parque da Cidade, Porto, com Crowded House, David Fonseca, Love & Rockets, ZZ Top, Xutos & Pontapés e Pete Tha Zouk

16 AGO 08 | Festival Byonritmos, Baião, Porto, com The Moss e Pedro Eça e os Franco-atiradores

22 AGO 08 | Festas de Corroios 2008, Corroios

27 SET 08 | Gala Prémios POP-EYE – Festival Cáceres POP ART, Cáceres, Espanha (The Profilers – prémio POP-EYE para banda revelação portuguesa do ano).

www.myspace.com/theprofilers74 / www.theprofilers.net

 

Million Dollar Lips – 1º aniversário

O projecto Million Dollar Lips comemora o seu primeiro aniversário no próximo dia 3 de Julho e, para comemorar esta importante data, vai realizar um concerto inesquecível no Cine Teatro João Mota em Sesimbra.

Este será um concerto com muitas surpresas, com especial destaque para a estreia ao vivo do seu mais recente membro Gambler na Bateria, convidados especiais, entre outros.

O concerto terá início ás 22.00 horas e terá um custo de 3 euros com descontos especiais para jovens.
Para comemorar este momento especial, a SprayMusic promoveu uma forte remodelação no myspace da banda. Visitem-nos!

www.myspace.com/milliondollarlips  

Junho 18, 2008

Mariza apresenta o novo álbum, “Terra”, em Santarém

Filed under: concerto,fado,musica do mundo,musica portuguesa — profestas @ 6:50 pm
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Santarém tem o privilégio de ser palco do primeiro concerto oficial da digressão de apresentação do novo álbum de Mariza, poucos dias antes da sua chegada aos escaparates. A cidade vai encher-se para ouvir as muito aguardadas canções de “Terra”, a 21 de Junho.

Depois de ter ido ao Brasil gravar “Transparente” com Jacques Morelenbaum, Mariza optou por registar “Terra” entre Lisboa e Madrid, com a ajuda do conceituado produtor Javier Limón. É o quarto capítulo da sua discografia, depois de “Transparente”, “Fado Curvo” e “Fado Em Mim”, todos eles sucessos estrondosos nos escaparates e, principalmente, junto da crítica especializada.

Mariza foi “descoberta” pelo grande público durante espectáculos de homenagem a Amália Rodrigues e foi rapidamente considerada uma grande revelação do fado. Em 2003, foi eleita pela rede britânica BBC Radio como a melhor artista da Europa na categoria de “world music”, momento que elevou a sua projecção internacional a expoentes só comparáveis aos da própria Amália.

Publico.pt

Local: Santarém – Monumental Praça Celestino Graça
Data: 21 de Junho às 21h30
Bilhetes: 5 a 30€. Camarotes 60€

www.mariza.com /  www.myspace.com/fadomariza

Junho 17, 2008

Festas de Lisboa – Festa do Fado no Castelo

A Festa do Fado continua no Castelo de São Jorge. Depois das actuações de Camané & José Mário Branco, Teresa Tapadas & Paula Oliveira, Jorge Fernando & Sam the Kid, Lula Pena & Richard Galliano & Custódio Castelo & Adufeiras de Monsanto, o fado volta ao Castelo, no próximo fim-de-semana, 20 e 21 de Junho.

20 Junho
Mafalda Arnauth
canta Clássicos, Standards e Raridades com a participação especial de Ensemble Costa do Castelo

No princípio, quando as referências eram tantas e todas de excelência, o instinto levou-me à grande cruzada da minha vida: descobrir o que tanta tradição, raiz e beleza me inspiravam e a dar vida ao meu Fado, à minha identidade e à partilha da minha particular forma de entender a vida. Mas como desde sempre tenho dito, regressar a este lugar, a esta ideia, a este concerto é como regressar a casa dos pais! Onde nos reconhecemos, onde nos criamos, onde sabemos que encontramos o fio de prumo que nos conduz um dia mais tarde, na nossa vida de adultos e que, tendo-nos alimentado desde a raiz, ainda hoje perdura como fonte inesgotável de alimento, de sabedoria e de referência. Clássica é a herança de que me orgulho profundamente e a que não resisto regressar quando sinto que a fronteira entre a criação e a tradição corre perigosamente o risco de se transformar num muro alto demais para que ambas possam conviver em harmonia. Standart é a alma do mistério do povo português, que na sua essência de simples musica do coração e de verdade nos arrepia, nos arrebata e nos comove de cada vez que nos convida a reinventar uma grande referência, a recordar as impressões digitais da cultura do nosso país. Rara é toda a criação que este “ser gigante” e com vida própria que é o Fado inspira no mundo ao seu redor. E de onde nascem poemas inesperados, melodias insólitas, fados-canção, fado duvidosos, que lançam no ar a difícil pergunta: “E se não for fado?!”

A resposta encontro-a todos os dias na felicidade de o ir cantando… Nas suas melodias e sempre, os seus poetas imortais.

Mafalda Arnauth

21 de Junho
Joana Amendoeira & Mar Ensemble cantam “Poetas do Meu País”

Chorai, Chorai,
Poetas do meu país,
troncos da mesma raiz,
da vida que nos juntou.
E se vocês não estivessem a meu lado,
então não havia fado,
nem fadistas como eu sou.
“Fado Loucura” – Júlio de Sousa

Podemos afirmar que o Fado é, para além de um género musical, uma das mais importantes formas de expressão da língua e da cultura portuguesas. E acrescentar que esta canção não seria o que é hoje se não fossem os seus artesãos, que a fizeram nascer e crescer ao longo da História da nossa terra e da nossa cultura, não fosse o Fado uma forma de comunicação.
Somos um país de poetas.

Mar Ensemble conta com a participação de um quarteto de cordas, um quarteto de sopros e um acordeão, para além da percussão tradicional. Todos se juntam ao trio de fado (guitarra portuguesa, viola e baixo) da fadista Joana Amendoeira para apresentarem um “ensemble de fado”, criado para se estrear na Festa do Fado, em Lisboa.

A maioria dos temas do Mar Ensemble faz parte do repertório da artista Joana Amendoeira. Une-os uma homenagem aos nossos poetas, à nossa História, à nossa alma e à nossa magia de sermos um povo virado para o mar…

Festa do Fado:

Castelo de São Jorge | Praça de Armas
6 a 28 Junho
Sextas e Sábados, 22h00
Entrada: 12,50€
Bilhetes à venda na Ticket Line, Lojas Fnac e na bilheteira do Castelo de São Jorge
Maiores de 6 anos

www.egeac.pt  

Onda Jazz – Programação

Filed under: jazz,musica portuguesa,programações — profestas @ 4:47 pm
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Vira-Lata – Dia 19 – Quinta-feira

Luiz Caracol: Voz e Guitarra
Ivo Costa: Bateria e Voz
André Moreira: Baixo

Vira Lata é um trio que apresenta um repertório baseado no quadrante Lusófono, (Portugal, Brasil, Angola e Cabo Verde) mas com o seu modo próprio de sentir e fazer música, levando as suas canções para outras latitudes e longitudes, sempre com uma enorme naturalidade e simplicidade, procurando servir o seu sabor original, sem condimentá-lo mais do que o necessário.

Dia 19 (Quinta)
23H00
Entrada :6€

Transatlantistas – Dia 20 – Sexta-feira

Inês Sousa – Voz
César Cardoso – Saxofones
Gonçalo Sousa – Harmónica
Iuri Gaspar – Piano e teclados
André Carvalho – Contrabaixo
Tânia Lopes – Percussões
Diogo Moreira – Bateria
+
Afonso Pais – Guitarras, arranjos e direcção musical

“Os Transatlantistas pretendem materializar um laço entre o Jazz e a Música Brasileira, nomeadamente no que diz respeito ao balanço e ao improviso. São estes pontos de convergência que tornam as duas correntes musicais compatíveis, e a sua combinação verdadeiramente interessante e aliciante.

Na continuidade de todas as confluências e similitudes artísticas entre as Américas do Sul e do Norte, pela palavra implícita na música de impressão digital Lusa, assim se apresentam, espelhados num céu azul de mar, os Transatlantistas.

O reportório dos Transatlantistas engloba um conjunto de compositores americanos e brasileiros, protagonistas de uma forma de compor tipo “cant’autor”, unificando-os através de uma teia de arranjos que conduz a narrativa musical. O septeto tira partido da instrumentação utilizada, criando uma variedade de coloraturas musicais a par da imperativa releitura e reinvenção dos temas, de forma a acrescentar uma liberdade interpretativa, mas preservando o apelo e a simplicidade de uma canção, e salvaguardando recorrências caracteristicamente jazzísticas, como o improviso o groove e a harmonia.

O espectáculo propõe temas que apresentam a vertente mais sofisticada, universal e arrojada de uma “fusão” de influências, sob um nova roupagem jazzística, e constam do seu alinhamento autores como Edu Lobo, Hermeto Pascoal, António Carlos Jobim, Chico Buarque, Francis Hime, João Bosco ou Wayne Shorter.

Na história do Jazz, nomeadamente a partir dos anos sessenta, a música brasileira foi mote de inspiração. Grandes compositores como Wayne Shorter ou Joe Zawinull, improvisadores de excepção, tais como Miles Davis ou Herbie Hancock, abraçaram novas propostas estilísticas daí advindas e repertórios de autores brasileiros. Em alguns casos, realizaram-se mesmo parcerias entre autores, como Miles Davis com Hermeto Pascoal (“Live Evil”), Wayne Shorter com Milton Nascimento (“Native Dancer”), Joe Zawinull / Wayne Shorter com Airto Moreira (“Weather Report”).

Os Transatlantistas sugerem, pois, a criação de um novo vértice na rota entre as Américas e a Europa.”

Afonso Pais

Dia 20 (Sexta)
23H30
Entrada :8€

Sofia Vitória – Dia 21 – Sábado

Sofia Vitória – voz
Júlio Resende – piano
João Custódio – contrabaixo
Bruno Pedroso – bateria

“Sempre coloquei a Sofia como uma das cantoras que mais tem para dizer no panorama nacional. Ela canta por necessidade, como se lhe fosse impossível deixar de fazê-lo, está-lhe no âmago, e esse instinto artístico reflecte-se na enorme expressão que consegue dar às suas interpretações. Agora, o motivo que nos une é único: a elevação de cada uma das nossas personalidades musicais através da partilha do mesmo palco e sempre em prol de uma só coisa – fazer de cada música um instante irrepetível.”

Júlio Resende

Dia 21 (Sábado)
23H30
Entrada :7€ 

www.ondajazz.com

Junho 6, 2008

Cristina Branco canta Zeca Afonso – 7 de Junho – Auditório Municipal Augusto Cabrita

“José Afonso não foi apenas a voz de uma revolução em Portugal, foi, igualmente, um dos principais renovadores da nossa canção, pegando na tradição para criar novos mundos.

Cristina Branco entende isso de forma perfeita. Depois de uma temporada esgotadíssima na sala Jardim de Inverno no Teatro São Luiz, em Lisboa, Cristina Branco leva esta sentida homenagem a um dos maiores nomes da música portuguesa para a estrada. Com fado, emoções, jazz e uma voz enorme a transformarem a música de Zeca numa festa para os sentidos”.

É amanhã, dia 7 de Junho, às 22h00

10€ Plateia 7,5€ Frisas

Mais informações através do telefone da Bilheteira do Auditório Municipal Augusto Cabrita (AMAC) 21 214 7410 ou e-mail bilheteira@cm-barreiro.pt

Maio 24, 2008

Os 3 Tenórios hoje no Maxime…

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