Programa de Festas

Abril 30, 2009

CORPO TODO de PEDRO SENA NUNES recebe Menção honrosa JURI INTERNACIONAL CINECLUBES nos CAMINHOS CINEMA PORTUGUÊS

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Março 18, 2009

PEDRO SENA NUNES.underconstruction. EXIBIÇÃO DOCUMENTÁRIO ELOGIO AO 1/2

Filed under: cinema — profestas @ 5:50 pm
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Novembro 19, 2008

CINEvo’arte.Pedro Sena Nunes em Espanha na VI Mostra Portuguesa

Filed under: cinema — profestas @ 5:40 pm
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Novembro 14, 2008

ESTORIL FILM FESTIVAL 08

Começa hoje o Festival de Cinema do Estoril 2008, certame que se estende até ao próximo dia 22 e que na sua segunda edição ficará especialmente marcado pela homenagem a Bernardo Bertolucci e uma retrospectiva de Tim Burton.

Mas ver os 14 filmes em competição ou rever os principais trabalhos daqueles dois realizadores não são os únicos motivos para levar os cinéfilos até ao Casino Estoril, ao Centro de Congressos do Estoril ou ao Teatro Mirita Casimiro, em Cascais. Há mais; bem mais.

Fora de competição serão exibidos em antestreia nacional os mais recentes filmes de Philippe Garrel («La Frontière de l’Aube»), Woody Allen («Vicky Cristina Barcelona»), Werner Schroeter («Nuit de Chien»), David Mamet, («Redbelt»), Agnés Varda («Les Plages d’Agnés») e de Jonatham Demme («Rachel Getting Married»).

Em grande destaque estará também Jean-François Richet, com a saga «Mesrine». O primeiro episódio, «L¿Instinct de Mort», será o filme que abrirá o festival esta sexta-feira às 19h00, em antestreia nacional, e o segundo episódio, «L¿Enemie Public nº1» será exibido no sábado às 22h00, em estreia mundial.

Paul Newman, falecido este ano, será também homenageado com a exibição da integral dos seis filmes por si realizados, assim como o 25º aniversário da morte de Luis Buñuel será assinalado com uma exposição de fotografias do cineasta espanhol no México (inaugurada sábado por Catherine Deneuve, um dos membros do júri) e pelo documentário de Javier Espada e Gaizka Urresti.

Uma competição entre si de várias escolas de cinema europeias e debates sobre o papel da crítica de cinema são outras actividades ao longo do festival, como serão os vários encontros com o público e workshops com as presenças de Stephen Frears, Mathieu Amalric, Louis Garrel, Valeria Bruni-Tedeschi, Paul Auster ou Agnés Varda.

Entre os 14 filmes em competição, «4 Copas», de Manuel Mozos, é o único representante português a concurso aos prémios de Melhor Filme (20 mil euros), Segundo Melhor Filme e Prémio Cineuropa. O júri composto por pelo escritor sul-africano J.M. Coetzee, Catherine Deneuve, Paul Auster, Cristina Iglesias e Julião Sarmento atribuirá ainda um Prémio Especial.

O festival terá a gala de abertura oficial às 22H00 com a presença de Michael Pitt, actor de «The Dreamers» de Bernardo Bertolucci, marcando a homenagem ao realizador italiano.

Informação deste site

Site oficial do Estoril Film, de onde consta o programa completo

Outubro 6, 2008

HOJE, 9.ª Festa do Cinema Francês

O que pode ver
DIA 6 de OUTUBRO 2008
no
CINEMA SÃO JORGE e CINEMATECA PORTUGUESA

É inaugurada hoje às 21h30 a secção Paris-Lisboa, com a presença de representantes das Câmaras Municipais das cidades de Paris e de Lisboa e um cine-concerto pelo pianista francês Jacques Cambra acompanhando o filme Entr’acte de René Clair

19h30, sala 1, Cinema São Jorge – Lady Jane de Robert Guédiguian
Um filme policial, que esteve presente na selecção oficial do Festival Internacional de Cinema de Berlim (2008), concorre, na 9ª Festa do Cinema Francês, a Prémio do público.

Um grupo de amigos, Muriel (Ariane Ascaride), François (Jean-Pierre Darroussin) e René (Gérard Meylan), cresceram nos anos setenta ao som dos Rolling Stones. Distribuíam o produto dos seus roubos de justiceiros pelos operários do bairro popular de Marselha onde viviam. Separaram-se quando, num dos assaltos, mataram um joalheiro. Trinta anos depois reúnem-se de novo, porque o filho adolescente de Muriel foi raptado e é preciso juntar o dinheiro para pagar o resgate…

21h, sala 3, Cinema São Jorge – La Blessure de Nicolas Klotz
La Blessure é a 5ª longa-metragem de Nicolas Klotz. Depois de passar a sua infância nos Estados Unidos, Klotz iniciou-se como editor, a profissão do seu pai. Fascinado pela Índia, rodou lá o seu primeiro filme La Nuit bengali (1988), depois realizou La Nuit sacrée. Entretanto assinou La Blessure, uma ficção fortemente inspirada na realidade social violenta.

Blandine (Noëlla Mobassa) é ferida pela polícia na pista do aeroporto de Roissy (Paris) quando um grupo de africanos resiste ao embarque forçado num avião que os devolverá a um país e a uma vida que não querem. Blandine está em solo francês mas a sua ferida, a sua presença e a sua existência são negadas pela polícia.

21h30, Cinemateca Portuguesa – Abertura da Secção Paris-Lisboa
Para celebrar o 10º Aniversário do Pacto de Amizade entre a cidade de Paris e Lisboa, a 9ª Festa do Cinema Francês decidiu apresentar a Secção Paris-Lisboa: 10 filmes rodados numa ou noutra das cidades.
Na inauguração da secção contaremos com:

Um cine-concerto de Jacques Cambra que acompanhará o filme Entr’acte de René Clair
Um cocktail com a presença da Delegação Mairie de Paris
Um filme português
de José Cottinelli Telmo, A Canção de Lisboa

22h, sala 1, Cinema São Jorge – Ce que mes yeux ont vu de Laurent Bartillat

O filme repete em Almada dia 9 de Outubro às 21h00

A ideia deste filme surgiu ao realizador, Laurent Bartillat, quando este estudava história de arte e era um estudante de iconografias. Foi aqui que Bartillat sentiu um lado gráfico e cinematográfico de uma pintura.

Lucie é uma jovem estudante de História de Arte de 25 anos, fascinada pelas obras do pintor Watteau. Ela está convencida de que algumas das suas telas escondem segredos e sentimentos nunca antes revelados. Para esta estudante torna-se quase uma obsessão descobrir quem é a mulher que surge dissimulada em algumas obras de Watteau, que poderá ser a chave da misteriosa morte do pintor. Lucie mergulha de tal maneira nesta investigação, que todo o seu tempo e toda a sua energia são absorvidos neste trabalho, passando ao lado dos outros, e até da sua própria vida. O orgulho, a paixão e a obsessão podem levá-la longe, mas nem sempre quando ela quer, nem sempre onde ela precisa de ir.

Informação do Instituto Franco-Português

Instituto Franco-Português
Av. Luís Bívar, 91
1050-143 Lisboa
Tel: 21 311 14 27 Fax: 21 311 14 63

Setembro 3, 2008

2ª Edição do MOTELx – Festival Internacional de Cinema de Terror de Lisboa

De 3 (quarta-feira) a 7 (domingo) de Setembro, o Cinema São Jorge, em Lisboa, acolhe a 2ª Edição do MOTELx – Festival Internacional de Cinema de Terror de Lisboa.

Na sessão de abertura é apresentado em antestreia nacional DOOMSDAY (RU / 2008), de Neil Marshall.

Veja o Programa aqui.

“A 2ª edição do MOTELx – Festival Internacional de Cinema de Terror de Lisboa – arranca esta quarta-feira, dia 3 de Setembro, no cinema São Jorge.

O ponto alto do evento é a presença em Portugal do realizador brasileiro José Mojica Marins, também conhecido pela personagem Zé do Caixão. O realizador estará na capital portuguesa para apresentar «Encarnação do Demónio», filme que fecha uma trilogia de cinema de terror iniciada nos anos 1960 e que por estes dias é exibido no festival de cinema de Veneza.

«Encarnação do Demónio», que conta a história de uma obsessão de Zé do Caixão em gerar o filho perfeito, foi escrito nos anos 1960, mas só rodado quarenta anos depois devido a sucessivos imprevistos, entre os quais a morte de vários produtores.

Mojica Marins, 72 anos, é o mais popular realizador brasileiro no género do terror e dele serão exibidos no MOTELx os filmes «À meia-noite levarei sua alma» (1964), «Esta noite encarnarei no seu cadáver» (1968), integrantes daquela trilogia, e «O Despertar da Besta» (1969).

O criador e intérprete do aterrador cangalheiro Zé do Caixão estará em Lisboa ainda para conduzir um workshop, entre 4 e 6 de Setembro, em conjunto com a sua filha, também realizadora, Liz Marins.

Nesta segunda edição do MOTELx haverá espaço para exibir «cinema de terror contemporâneo, de todos os sítios imaginários e não dos locais mais habituais como os Estados Unidos», disse um dos directores do MOTELx, João Monteiro, à Lusa.

Da programação destacam-se «George Romero’s Diary of the Dead», filme de zombies de George Romero, «Stuck», de Stuart Gordon, «Doomsday», de Neil Marshall, «Teeth», de Mitchell Lichenstein, e «Hiss», de Fahim Hashimy, considerado o primeiro filme de terror feito no Afeganistão.

O mais recente cinema de terror francês será exibido no ciclo «A nouvelle vague do terror», com filmes como «Sheitan», de Kim Chapiron, e com Vicent Cassel, e «A l’interiéur», de Julien Maury & Alexandre Bustillo.

A secção «Doc terror» inclui aquele que a organização diz ser o mais difícil filme do festival: «Animal, el documental», de Angel Mora, sobre as touradas de morte em Espanha.

Das vinte curtas-metragens programadas para esta edição seis são portuguesas, entre as quais «Codename Reanimator», de Frederico Gonçalves e Vasco Santos, «O rim», de Fernando Alle, e «Serão», de Joana Toste.

Nesta segunda edição, haverá ainda uma secção nova, intitulada «Lobo Mau» e dedicada aos mais novos, para demonstrar que o cinema de terror também pode ser visto e experimentado por jovens e crianças, desde que devidamente acompanhados.

O MOTELx é um festival organizado pelo CTLX – Cineclube de Terror de Lisboa e conta entre os seus objectivos mostrar cinema de terror contemporâneo e estimular a produção nacional nesta área”.

Informação IOL

                                                              MOTELx

Agosto 15, 2008

CINEMA FORA DO SÍTIO – 9.ª Edição

Filed under: cinema — profestas @ 2:15 am
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Julho 29, 2008

AS NOITES DOS PARQUES VIVOS@ BARREIRO

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Julho 26, 2008

CENTRO CULTURAL E CONGRESSOS -CALDAS DA RAINHA – O Segredo de um Cuzcuz

“O Segredo de um Cuscuz”, realizado por Abdellatif Kechiche, conta a história de um pai de família de 60 anos, que tem um emprego precário e esforça-se por manter a família unida.

A trama passa-se na cidade costeira de Sète, França, o Sr. Beiji, sente que falhou e o seu sonho é abrir um restaurante. Aos poucos, a família começa a apoiá-lo nesse sonho que talvez consiga vir a concretizar.

Filmes como O Segredo de um Cuscuz estão em vias de extinção: são pequenos nos meios, mas grandiosos na forma como captam a cumplicidade humana; seguem os «pequenos nadas» que podem fazer a diferença na vida de um punhado de personagens aparentemente comuns, mas únicas na sua normalidade; e colocam a câmara muito próxima dos rostos, para criar um efeito realista tão poderoso quanto necessário para que o cinema possa continuar a ser também uma paleta de emoções.

28 Julho 2008 | 22:00 | Pequeno Auditório

site do Centro Cultural

Julho 21, 2008

MANOEL DE OLIVEIRA: obra em exposição no Museu de Serralves

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Para visitar até Novembro.

Entre Julho e Novembro de 2008 o Museu de Arte Contemporânea de Serralves apresenta a primeira grande exposição realizada em Portugal sobre a obra de Manoel de Oliveira. Esta exposição surge integrada nas comemorações do centésimo aniversário do grande cineasta.

Manoel de Oliveira é uma das figuras da cultura portuguesa com maior dimensão universal na recepção do seu trabalho e das suas ideias, tendo o seu trabalho sido reconhecido em inúmeros ciclos e Festivais, entre os quais se destacam aqueles em que recebeu importantes Prémios como é o caso dos Festivais de Cannes, de Veneza, de Locarno ou de Berlim.

MANOEL DE OLIVEIRA

12 Jul – 02 Nov 2008 – MUSEU


Esta primeira mostra do trabalho do cineasta no formato expositivo centrar-se-á no modo como Manoel de Oliveira reinventou o cinema através de uma linguagem que lhe é única. Paralelamente está programado um ciclo de cinema, onde serão exibidos no Auditório do Museu de Serralves todos os filmes que Manoel de Oliveira realizou até ao momento.

Comissariado: João Bénard da Costa / João Fernandes
Produção: Fundação de Serralves

VISITAS GUIADAS
> 24 JUL (Qui), 18h30, por João Bénard da Costa e João Fernandes
> 09 SET (Ter), 18h30, por João Fernandes
> 25 SET (Qui), 18h30, por Eduardo Paz Barroso
> 05 OUT (Dom), 18h30, por Luís Miguel Cintra
> 14 OUT (Ter), 18h30, por António Preto

> Visitas aos Sábados às 17h00 e aos Domingos às 12h00, pela equipa do Serviço Educativo.
> Visitas diárias, mediante marcação prévia.

SET-NOV 2008
Ciclo de cinema dedicado a Manoel de Oliveira (datas a anunciar)

Seminário
MANOEL DE OLIVEIRA: O MODERNO PARADOXAL
07-10 OUT 2008, 18h30-21h00

Simpósio Internacional dedicado à obra de Manoel de Oliveira (datas a anunciar

 A sua obra singular, que começou na área do cinema documental e depois passou para o campo da ficção, reflecte também uma vida única e original, que se projecta nos seus filmes: Manoel de Oliveira sempre assumiu a sua vida como uma inesgotável fonte de experiências, resultado de uma personalidade excepcional cuja vitalidade surpreende todos quantos com ele se encontram.

A exposição apresentará excertos dos filmes de Oliveira, constituindo a primeira grande ocasião para todos os públicos conhecerem a sua obra. Será acompanhada, a partir de Setembro, por um ciclo de cinema, que exibirá no Auditório do Museu de Serralves todos os filmes que Manoel de Oliveira realizou até ao momento.

Produção: Museu de Arte Contemporânea de Serralves, em colaboração com a Cinemateca Portuguesa – Museu do Cinema

Telefone – 226156500
Local – Porto, Rua D. João de Castro, 210

Serralves

Julho 19, 2008

DÍNAMO – FESTIVAL DE MÚSICA EXPLORATÓRIA – BARCELOS

Filed under: cinema,festivais,música — profestas @ 10:22 pm
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Sexta, 25 Julho

Cinema
Biblioteca Municipal :: 14h30
“Eros + Massacre”, Kiju Yoshida

Música
Igreja do Bom Jesus da Cruz :: 22h00
Jean-Luc Guionnet (solo) // órgão de tubos

Música
Biblioteca Municipal :: 23h00
Nikos Veliotis / Klaus Filip

Mattin / Axel Dörner / Alfredo Costa Monteiro

Sábado, 26 Julho

Cinema
Biblioteca Municipal :: 14h30
“Godspeed You! Black Emperor”, Mitsuo Yanagimachi

Música
Igreja da Nossa Senhora do Terço :: 17h00
Ko Ishikawa / Klaus Filip

Música
Biblioteca Municipal :: 18:30
Alfredo Costa Monteiro (solo) // performance poesia sonora

Música
Biblioteca Municipal :: 22h00
Masahiko Okura / Nikos Veliotis / Axel Dörner

Annette Krebs (solo)

Mattin / Taku Unami / Jean-Luc Guionnet

Domingo, 27 Julho

Cinema
Biblioteca Municipal :: 14h15
“In 10000 Yeards”, Isao Okishima

Cinema
Biblioteca Municipal :: 15h45
“Prisioner / Terrorist”, Masao Adachi

Música
Igreja da Nossa Senhora do Terço :: 18h00
Ko Ishikawa / Masahiko Okura / Jean-Luc Guionnet

Música
Biblioteca Municipal :: 19h00
Alfredo Costa Monteiro (solo) // gira-discos

Música
Biblioteca Municipal :: 22h00
Axel Dörner / Klaus Filip

Taku Unami / Annette Krebs / Nikos Veliotis

Todos os Dias, 25-27 Julho

Cinema
Museu de Olaria :: 10-17h
“MA: Space Time in the Garden of Ryoanji”, Takahiko Iimura

“In the River”, Takahiko Iimura

Cinema
Biblioteca Municipal :: 10-20h
“Imago”, Nikos Veliotis

Cinema

Biblioteca Municipal :: 10-20h
“Untitled”, Sandra Gibson / Luis Records

Instalação
Museu de Olaria :: 10-17h
“Field, Recording, And So On”, Mitsuhiro Yoshimura

Instalação
Sala Gótica dos Paços do Concelho :: 10-17h
“Nakano-Ku-2”, Radu Malfatti

Consulte o Dínamo Festival

Julho 13, 2008

“Playtime” de Jacques Tati – em Alcobaça

Filed under: cinema — profestas @ 8:20 pm
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Jacques Tati está de regresso ao Cine-Teatro de Alcobaça para mais uma sessão do ciclo “Modernos são os Clássicos”. Na próxima terça-feira, dia 15 de Julho, a proposta é para ver, ou rever, “Playtime”, o filme datado de 1967 que seria o mais ambicioso e dispendioso da carreira do realizador francês.

Recuando à era das linha aéreas económicas, Tati retrata um grupo de turistas americanas que participam numa viagem organizada em que o programa contempla a visita de uma capital por dia. Apressadas, as turistas vão repetindo dias em que, sem qualquer sensibilidade ao que as rodeia, vêem tudo a correr, sempre em fila indiana, sem ter sequer tempo para tirar fotografias dos locais por onde passam.

Mas algo de estranho acontece quando chegam a Paris pois as turistas apercebem-se que o aeroporto é exactamente igual àquele de onde partiram de Roma, que as ruas são como as de Hamburgo e que os candeeiros se parecem estranhamente aos de Nova Iorque. A pouco e pouco, nesta Paris homogeneizada que se vê apenas pelos reflexos fugidios em portas e janelas, o grupo de norte-americanas vai encontrando franceses, entre eles o Sr. Hulot, personagem central de grande parte das produções de Jacques Tati.

Na moderna Paris da década de 60, Tati explora os sentimentos e as emoções, através de um pequeno calor humano que se instala nas 24 horas que as turistas passam na cidade. Para o filme que o levou à falência, Tati construiu praticamente uma cidade, com restaurantes, farmácias, prédios e até um aeroporto.

Esta cidade imaginária vai passar pela tela do grande auditório do Cine-Teatro de Alcobaça às 14h30, com bilhetes a um euro, e às 21h30, com bilhetes a dois euros. Esta é a última exibição de Jacques Tati no âmbito do ciclo de cinema que desde o início do ano recupera alguns dos melhores filmes clássicos. Em Agosto, o ciclo vai de férias, regressando em Setembro, com Federico Fellini.

14h30 e 21h30 – 2€

texto da Gazeta das Caldas

Julho 11, 2008

Queer Lisboa – 12º Festival de Cinema Gay e Lésbico de Lisboa

Filed under: cinema,festivais — profestas @ 9:12 pm
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Queer Lisboa
12º Festival Gay e Lésbico de Lisboa

Cinema São Jorge | 19 a 27 de Setembro

O Queer Lisboa vai contar com a sua 12ª edição, oportunidade para assistir à mais recente produção cinematográfica mundial de temática gay, lésbica e queer. O Festival conta com três secções competitivas: Prémios de Longa-Metragem (melhor filme, melhor actor e melhor actriz), Documentário e Curta-Metragem (prémio do público).

Novidade da presente edição é uma nova secção denominada Queer Art, onde o cinema se cruza com as artes plásticas, sob duas perspectivas: por um lado, uma mostra de produções recentes que exploram os limites das linguagens, géneros e narrativas cinematográficas; e, por outro, obras documentais e de ficção que retratam personagens de renome do mundo das artes visuais.
Entre os filmes a exibir nesta secção conta-se, em estreia nacional, o documentário With Gilbert & George (Reino Unido, 2007, 104’), realizado por Julian Cole, sobre a dupla de artistas londrinos.
Em retrospectiva, nesta mesma secção, será apresentado o clássico A Bigger Splash (Reino Unido, 1975, 105’), realizado por Jack Hazan, uma docu-ficção protagonizada pelo pintor David Hockney.

Nas secções paralelas, proposta para um conjunto de 3 mostras e ciclos temáticos, acompanhados de debates, com um conjunto de personalidades nacionais e internacionais: um ciclo sobre Religião e Homossexualidade; um olhar sobre a Guerra Colonial; e um outro ciclo de cinema sobre O Obsceno, comissariado pela ensaísta e programadora alemã Manuela Kay.

Um ciclo especial, denominado Queer TV, vai exibir algumas produções recentes de documentários televisivos, adaptados ao grande ecrã, onde serão explorados alguns dos grandes temas que fazem a actualidade da cultura e das comunidades queer.

A secção Queer Pop, uma aposta ganha da edição anterior do Queer Lisboa, regressa com 3 sessões que exploram o cruzamento de diferentes estéticas queer, com o universo da música pop.

Entre outras, oportunidade também para assistir ao Ciclo Positivo sobre o impacte do VIH / Sida na sociedade actual, e as sessões especiais do Queer Market, com lançamentos de DVD no mercado nacional, para além da venda de livros e DVD no foyer do Cinema São Jorge.

A programação completa do Queer Lisboa 12, elenco do Júri Internacional, convidados oficiais e eventos paralelos serão anunciados em Conferência de Imprensa a decorrer no dia 9 de Setembro, às 11h00, no Cinema São Jorge.

Entradas:
€3,50 – Preço regular
€3,00 – Preço com desconto para menores de 25 anos | maiores de 65 anos | funcionários da Câmara Municipal de Lisboa | membros das Associações LGBT

Cinema São Jorge: Avenida da Liberdade, 175, 1250-141 Lisboa, Tel. 21 310 34 02 | Estação Metro: Avenida
Todos os programas são para maiores de 18 anos

Julho 8, 2008

Chapitô apresenta AMRT – dia 9 de Julho no Bartô

Filed under: cinema,coisas boas,diversos,sugestões — profestas @ 11:19 pm
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Comunicação Chapitô – Costa do Castelo nº 1/7 – Tel. 218 855 550

A AMRT – Associação Recreativa e de Melhoramento do Talude tem a sua sede no Bairro do Talude. O Bairro é constituído por 130 casas (agregados familiares), situadas de um lado de uma Estrada Militar numa extensão de 1,5 km, com uma população de cerca de 600 pessoas, das quais mais de 90% são Cabo-verdianos e seus descendentes, e em que mais de 50% desta população, são jovens em idade escolar.
Este bairro é ilegal, e a sua construção foi iniciada no princípio da década de 80, desenrolando-se até 1993, data a partir da qual as autoridades passaram a fiscalizar permanentemente o bairro de forma a impedir o crescimento deste tipo de construções. Para resolver problemas relacionados com o abastecimento de água à população, a AMRT foi fundada em 1993.
Os principais objectivos da associação são: o apoio a crianças e jovens; apoio à família; apoio à integração social e comunitária; protecção dos direitos e interesses específicos dos imigrantes e dos seus descendentes residentes em Portugal; educação e formação profissional dos seus membros.
Os objectivos secundários para a resolução dos problemas habitacionais das populações são: melhoramentos necessários ao Bairro do Talude Militar, acompanhamento no processo de realojamento da sua população, recreação e ocupação dos tempos livres dos seus associados na freguesia de Unhos, concelho de Loures.
A população alvo são os jovens, em idade escolar, e que abandonaram a escola precocemente, e as suas famílias de maneiras a facilitar e dar maior produtividade ao nosso trabalho.

Projecção do documentário: via de acesso de Nathalie Mansoux (prémio para melhor longa-metragem portuguesa no Festival Indie Lisboa 2008).

divulgacao@chapito.org
www.chapito.org
chapitoblog.blogspot.com

Vá até lá. O Chapitô é uma jóia incrustada junto ao castelo, na cidade de Lisboa.

Julho 6, 2008

A Máfia não existe – Ciclo de filmes com jantar – Julho 2008

Filed under: cinema — profestas @ 7:48 pm
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A máfia não existe.
Sistema, poder, corrupção nas terras de ninguém

Sempre existiu um equívoco de fundo nas tentativas de definição do que chamamos “máfia”. Pode parecer óbvio, mas é necessário considerar a “máfia” (que, em realidade, seria mais oportuno denominar por máfias), antes que uma organização criminosa, uma organização de poder e um sistema empresarial que se constrói sobre o controlo de um território e incrementa a sua força quanto mais desenvolve a capacidade de estabelecer ligações rentáveis nos mais variados sectores do mercado. Isto evidencia como a sua principal garantia de existência não consta somente nos proveitos das actividades ilícitas, mas nas alianças e colaborações com funcionários do Estado, políticos e também com certos estratos de população. O malentendido está em considerar tais organizações de poder como forças do “Mal”, contrapostas por uma força do “Bem”. Parece mais oportuno utilizar o termo “máfia” para indicar uma maneira de organizar coisas não necessariamente ilícitas, uma forma de pensar, um sistema de valores, bem como culturais. Não é de se surpreender que exista quem creia esta maneira como a mais justa para se relacionar com o mundo.

Propomos neste ciclo um conjunto de filmes italianos – todos menos um produzidos entre os anos noventa e dois mil – que, utilizando dispositivos e formas heterogéneas e, por vezes, não falando directamente de máfia, pretendem abordar o tema controverso das suas ligações com o poder politico, com a comunicação social e, enfim, com a sociedade italiana. Apesar do cinema, principalmente americano, tenha produzido inúmeros filmes de “genro”, as vezes fornecendo uma visão estereotipada da máfia e dos mafiosos, o que se verificou é incrível:

Já não é o cinema a observar o mundo criminal para apanhar os comportamentos mais interessantes. Acontece exactamente o contrário […] O cinema é um modelo de onde descriptografar modos de expressão. Em Nápoles […] os camorristas devem formar-se uma imagem criminal que, as vezes, não têm e que encontram no cinema. [R.Saviano, Gomorra, Mondadori – Strade Blu, Milano, 2006]

Ciclo programado por Adriano Smaldone

PROGRAMAÇÃO

8 de Julho, 22h30

“A memoria”, Ciprì e Maresco, 1996, Itália, 38′, mudo, p/b,V.O. original Italiano, legendas inglês, doc.

“Grazie LiaBreve inchiesta su Santa Rosalia”, Ciprì e Maresco, 1994, Itália, 43′, p/b, V.O. original Italiano, legendas inglês, doc.

E necessário um olhar cínico e lucidíssimo, longe dos lugares comuns e das imagens de postais, para representar aquela grande cidade, entre sonho e resignação, que é Palermo. Estes dois filmes-revelação expressam, como toda obra da dupla de realizadores, um dos olhares mais radicais do cinema contemporâneo. Preto e branco, planos fixos, degradação, detritos: o protagonista parece ser a periferia extrema, a terra de ninguém onde sempre foi lícito especular, o não-lugar governado pelas organizações de poder. Aqui não há nada, senão restos: ruínas de construções, resíduos de linguagem e de crenças, dejectos humanos. A periferia siciliana é, na realidade, a súmula de uma Itália autêntica, que talvez não convenha ver.

15 de Julho, 22h30

“Viva Zapatero!”, Sabina Guzzanti, Itália, 2005, Itália, 98′, V.O. original Italiano, legendas inglês, doc.
A partir da história do programa televisivo RaiOT, o documentário faz uma descrição da situação da liberdade de expressão e de informação em Itália. O programa foi encerrado com um gesto censório pela direcção da TV pública italiana em 2003, a causa das “complicações que originaram os ataques ao Presidente do Governo, Berlusconi, e aos seus colaboradores”. Utilizando excertos televisivos, entrevistas a pessoas evolvidas, jornalistas e personagens que sofreram acções censórias, o filme (que se inspira nos documentários-inquéritos), consegue abrir a reflexão sobre o quadro das ligações entre média e poder político e, enfim, sobre o desconcertante tema do conflito de interesses, do abuso dos poderes na gestão do Governo e na relação entre as instituições em Itália

22 de Julho, 22h30

“I Cento Passi” (Os cem passos) Marco Tullio Giordana, Itália, 1999, 104′, V.O. original Italiano, legendas inglês, fic.

Cinisi, Palermo, anos ’70. Cem passos dividem a casa de Peppino Impastato da casa de Tano Badalamenti, o boss mafioso daquela zona. Cem passos que Peppino, activista de esquerda, jornalista e speaker da rádio Aut, percorre somente para gritar “não” à conivência e à corrupção da geração do seu pai. O corpo de Impastato foi encontrado na linha de comboio Palermo-Trapani, desmanchado com 6 kg de TNT em 1978. O caso foi arquivado como suicídio; vinte anos mais tarde Badalamenti foi imputado como mandante do assassinato. O filme baseia-se em factos verídicos.

29 de Julho, 22h30

“Le Mani Sulla Città” (As mãos sobre a cidade) Francesco Rosi, Itália, 1963, 105′ V.O. original Italiano, legendas espanhol, fic., p/b
Um homem olha para a paisagem e indica os prédios no fundo: “Aquilo é o novo ouro do Sul”. Num bairro popular de Nápoles cai um prédio em obras provocando a morte de dois obreiros e o grave ferimento de uma criança. O empreiteiro é Eduardo Nottola, conselheiro municipal e militante do partido de direita, o que detêm a maioria. Objecto de uma interrogatória para acertar as responsabilidades, Nottola é forçado a abandonar a vida politica para silenciar o escândalo e não comprometer o partido. Mas a ambição do empreiteiro é mais forte dos receios dos seus dirigentes: trocando partido, pelo do centro, consegue ser nomeado vereador e prosseguir o seu projecto de especulação, cujo resultado será o de mudar o rosto da cidade. O cimento é o verdadeiro ouro do Sul. Os empreiteiros de sucesso do Sul fundam as suas fortunas no cimento.

No Bacalhoeiro –  grátis para os sócios cartão de sócio 5eu / ano válido até Out 08

Rua dos Bacalhoeiros, 125 Lisboa

geral@bacalhoeiro.pt. 218864891

 www.bacalhoeiro.blog.com

Julho 3, 2008

O DIA EM QUE NINA SIMONE DEIXOU DE CANTAR

Filed under: cinema — Dionisio Leitão @ 4:00 pm
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Estreada no Festival d’Avignon do ano passado, O dia em que Nina Simone deixou de cantar conta a história de Noun, uma mulher que na noite do velório do seu pai interrompe os salmos do Corão que acompanham obrigatoriamente a cerimónia, o que provoca enorme escândalo. Noun decide fechar- se com o seu pai para lhe dizer aquilo que tem no coração, e para lhe lembrar todas as lições de liberdade que recebeu dele. Noun é livre face à morte, mas apenas uma porta a separa do mundo hostil.

Filha de todas as guerras do Líbano, Darina al Joundi queimou a sua infância e juventude em Beirute, cidade de todos os excessos, que tanto abusa da morte como do amor. Darina atravessou, defendendo- se com o seu próprio corpo, as noites de Beirute. Viveu de perto e sentiu na própria pele a exclusão, por parte dessa sociedade conservadora e feudal que não hesita em excluir e banir quem puser em causa o espaço religioso.
Mohamed Kacimi

Darina al Joundi nasceu em Beirute em 1968 e é actriz desde os oito anos, actividade que partilha com a de escritora e de realizadora de curtas metragens. Desde há sete anos que integra a produtora e distribuidora de cinema Crystal Films, onde é conselheira artística. Para o teatro, adaptou textos de Bergman, Ionesco, Kafka, entre outros.

Intérprete Darina al Joundi
Cenografia Alain Timar
Luz e som Hugues Le Chevrel
Figurinos Marie-Hélène Bouvet
Construção do cenário Théâtre des Halles

16h00 Sáb 5

Língua: Francês,  Legendado em português
Duração 1h15

Fórum Romeu Correia – Almada – Auditório Fernando Lopes-Graça – – 212724928

Preço: 10€ e 5€.

Co-produção: Cie Noun

site: ctalmada

Junho 30, 2008

A Felicidade – de Jorge Silva Melo

Embora já nos tenhamos referido a esta curta metragem, a a este homem de tantas artes, é um gosto relembrar e acrescentar mais umas informações.

A Felicidade, curta metragem com argumento e realização de Jorge Silva Melo, foi seleccionado para a competição nacional e internacional do Festival de Vila do Conde que decorre entre 5 e 14 de Julho.
A curta-metragem tem interpretação de Fernando Lopes, Pedro Gil e Miguel Borges, imagem de José Luis Carvalhosa e som de Armanda Carvalho e é uma produção dos Artistas Unidos.

Jorge Silva Melo tem ultimamente realizado documentários sobre artistas (Nikias Skapinakis, 2007; Alvaro Lapa em 2008), e ultima neste momento a montagem de um filme sobre a cooperativa GRAVURA a que chamou GRAVURA: ESTA MÚTUA APRENDIZAGEM cuja cópia final deverá estar pronta em Setembro de 2008.

Fonte: Maria Schiappa – ARTISTAS UNIDOS
Rua da Bempostinha, 19B – 1150-065 Lisboa
T. 21 370 01 20
TM. 96 196 02 78
mschiappa@artistasunidos.pt
www.artistasunidos.

ver também este site

E a propósito de Jorge Silva Melo, lê-se um belo texto no Guilhermina Suggia.

Vale a pena lê-lo, todo.

“Quem não conhece, no meio cultural português, Jorge Silva Melo? Cineasta, actor, encenador, dramaturgo, co-fundador do teatro da Cornucópia, director dos Artistas Unidos, cronista excepcional, interveniente enérgico e sempre disponível para comentar e, portanto, para ajudar a reflectir (e, portanto, generoso), socialmente incorrecto, politicamente incorrecto, amante de todas as artes, que a elas tem dedicado uma vida superlativamente talentosa – quem não o conhece, perguntávamos, quem não conhece aquele rosto dele, sagaz, o discurso franco? Poucos. Porém, não consta que alguém tenha ousado formular a seu respeito este enunciado simples: Jorge Silva Melo é dos maiores escritores de língua portuguesa destes tempos. E os maiores, sabemo-lo, contam-se pelos dedos das mãos”.

 

16º Curtas Vila do Conde – 5 a 13 de Julho 2008

Filed under: cinema,festivais — profestas @ 12:42 am
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 Ver a programação completa do Festival, em PDF, neste site.

“De 7 a 15 de Julho, Vila do Conde vai receber a 16ª edição do seu Festival Internacional de Curtas-metragens. Este ano, a organização decidiu apostar no cinema asiático, trazendo ao festival o chinês Yu Lik-Wai, “um dos mais importantes realizadores do novo cinema de Taiwan”. Miguel Dias, membro da organização, considera que “é da Ásia que têm vindo muitas das revelações do novo cinema”.

Em 2008, o conjunto de 52 filmes, apesar de reflectir a crise mundial, reflecte o regresso “às leituras mais narrativas do cinema, ou seja, à ficção”. No entanto,esta é uma ficção “muito próxima do documentário”, dissedisse Miguel Dias.

O porta-voz da organização acredita no sucesso do evento, que tem como objectivo proporcionar “uma vida mais prolongada e saudável aos filmes que passam no festival”. “Nós queremos que os filmes sejam vistos noutros festivais. O prémio em Vila do Conde é importante para a carreira dos cineastas e para a longevidade dos seus filmes”, afirmouafirmou.

12 novos filmes portugueses:

As competições são o ponto alto do festival, pois permitem “descobrir novos autores”, disse o responsável. A competição nacional continua a ser um dos pontos de atracção. Este ano estão em competição 14 filmes nacionais, “o que sublinha a importância que o ‘Curtas’ tem enquanto plataforma de lançamento”, disse Miguel Dias. 12 dos filmes portugueses são estreias.

Dentro da secção nacional, a organização anunciou uma nova secção, “Panorama Nacional”, que visa acompanhar os trabalhos de autores que ficaram foram da competição porque já perderam o efeito novidade.

38 filmes estrangeiros:

No campo Internacional, vão estar em competição 38 filmes de géneros tão diferentes como “a ficção ou o documentário, a animação ou o cinema experimental e até mesmo o vídeo musical”.

A secção Take One, inaugurada em 2004, em que os estudantes podem apresentar as curtas-metragens de maior relevo produzidas nas escolas de cinema do país, vai realizar iniciativas como masterclasses e conferências com a finalidade de proporcionar aos jovens um contacto “com o meio audiovisual e cinematográfico”.

Ao programa do festival acrescenta-se ainda o Espaço Solar, onde estará patente uma exposição de uma “figura determinante no cinema austríaco”, Martin Arnold, e uma instalação, “Erotic Space”, do cineasta Tsai Ming-liang.

Sendo um dos objectivos do festival acompanhar o trabalho que os autores fazem depois da presença em Vila do Conde, a secção In Progress acolhe os trabalhos do português Miguel Gomes (com o filme “Aquele querido mês de Agosto”), do vencedor do “Curtas” em 2004, Jens Lonsson (“The King Of Ping Pong”), entre outros.

Interacção entre visual, audiovisual e musical:

A secção Remixed, que promove interacções entre a criação visual, audiovisual e musical, congrega 13 filmes. Para além das “curtas”, a secção inclui um conjunto de filmes-concerto onde se destacam os Mão Morta, Legendary Tiger Man e os Loosers.

Segundo José Nunes Rodrigues, da organização, nas salas Remixed o público vai “assistir aos artistas a projectar sobre uma tela e a manipularem, desenharam e riscarem a própria matéria do cinema, acompanhada pela música.

O júri é composto pelo fotógrafo português Eduardo Serra, pelo cineasta argentino Lisandro Alonso e pelos realizadores franceses Ariane Michel e Matthieu Orléan.

Fonte: JPN

 

 

Junho 27, 2008

MOTELx 2008 – A Nouvelle Vague do Terror

Em antecipação no INSTITUTO FRANCO-PORTUGUÊS, no dia 30 de Abril 2008 às 21h30 e 23h45, os filmes Les DIABOLIQUES / AS DIABÓLICAS de Henri-Georges Cluzot, e ILS / ELES de David Moreau e Xavier Palud

Para abrir o apetite e começar a ambientar-se para o que o(a) espera na 2ª edição do MOTELx – Festival Internacional de Cinema de Terror de Lisboa e porque este ano um dos destaques vai para o Terror francês, os organizadores do Festival e o Instituto Franco-Português propõem, em antecipação, dois filmes do género para a noite longa do dia 30 de Junho.

21h30 “Les Diaboliques” / As Diabólicas de Henri-Georges Cluzot
23h45 – “Ils” / Eles de David Moreau e Xavier Palud

São dois filmes bem diferentes, na época e na construção. O primeiro a preto e branco e o segundo a cores, mas ambos igualmente negros e de cortar a respiração.

As Diabólicas (1955), 114’

Com Simone Signoret, Véra Clouzot, Paul Meurisse, Michel Serrault…
A amante e a esposa de um professor planeiam matá-lo num crime perfeito. Afogado na banheira e atirado para a piscina.. Aparentemente, o crime era perfeito, mas a situação complica-se bastante quando o corpo desaparece.
Henri-Georges Clouzot, realizador, produtor e argumantista, nasceu a 20 de Novembro 1907 e faleceu a 12 de Janeiro de 1977. Durante toda a sua carreira foi um cineasta admirado, temido e controverso. Um grande conhecedor dos truques técnicos da sétima arte, ele tornou-se num dos mais célebres realizadores do cinema europeu dos anos 40 e 50.

Eles, (2006), 77’

Com Olivia Bonamy e Michäel Cohen
Um cenário asfixiante, dois actores e uma câmara. Sombras. Uma tensão de cortar à faca.
Clémentine dá aulas no Liceu Francês de Bucareste. Lucas é escritor. Vivem felizes numa casa nos arredores da cidade no meio da floresta. Eles não o sabem, mas estão a ser vigiados. Caíu a noite, ELES estão lá, na casa, em toda a parte… Quem são essas figuras ameaçadoras que se movem na sombra?

“Apesar do primeiro filme de terror da história do Cinema ser francês – “La Manoir du Diable” (1896) de Georges Méliès – este país, pioneiro da 7ª Arte, nunca se impôs no género. Mas agora, passados 100 anos, muitos jovens cineastas franceses estão a introduzir elementos de terror nos seus filmes, enquanto outros mergulham de cabeça tentando ressuscitar os velhos clássicos americanos do início da década de 70.
São estes últimos que surpreendentemente colocam a França destacada no pelotão da frente do Cinema de Terror mundial, e são um dos grandes destaques da 2ª Edição do MOTELx – Festival Internacional de Cinema de Terror de Lisboa a decorrer de 3 a 7 de Setembro no Cinema São Jorge, em Lisboa.

Mas esta homenagem ao terror gaulês começa antes…

Instituto Franco-Português
Av. Luís Bívar, 91
1050-143 Lisboa
Tel: 21 311 14 27 Fax: 21 311 14 63
margarida.silva@ifp-lisboa.com

Junho 24, 2008

TONY GATLIF EM LISBOA – Cinema São Jorge

Filed under: cinema — profestas @ 4:49 pm
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Tony Gatlif, realizador, actor, compositor, argumentista e produtor, chegou a Lisboa e vai estar no Cinema São Jorge para apresentar alguns dos filmes que integram o ciclo de 5 filmes (todos eles largamente premiados) que lhe é dedicado: “ Ciclo de Cinema Tony Gatlif”, co-organizado pelo Instituto Franco-Português e pela EGEAC.

Este ciclo faz parte integrante do Festival Rotas & Rituais que aqui já divulgámos, principalmente a propósito do “Povo das Estrelas”. Deixamos algumas informações mais concretas sobre os filmes que irão ser exibidos.

O ciclo decorre entre 24 e 28 de Junho, sempre às 22h00. Tony Gatlif estará presente nas sessões de dias 24, 25, 26 e 28.

24 de Junho – Les Princes (1983) com Gérard Darmon, Muse Dalbray, Céline Militon

25 de Junho – Gadjo Dilo (1997) com Romain Duris e Rona Hartner

26 de Junho – Transylvania (2006) com Ásia Argento, Amira Casar e Burol Ünel

27 de Junho – Exils (2004) com Romain Duris e Lubna Azabal

28 de Junho – Latcho Drom (1993)

Por todas as razões e mais uma, não perca e marque encontro com os seus amigos no Cinema São Jorge.

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