Programa de Festas

Junho 26, 2010

TEATRO NACIONAL D. MARIA II – OS ANJOS E O SANGUE | 29 JUNHO – 19H – SALÃO NOBRE

 

GRANDES TEXTOS | LEITURAS ENCENADAS

OS ANJOS  E O SANGUE

29 JUNHO – 19H | ENTRADA LIVRE

 

O Teatro Nacional D. Maria II apresenta, no dia 29 de Junho, às 19h, no Salão Nobre, a leitura encenada do texto Os Anjos e o Sangue, de Bernardo Santareno – um dos mais importantes dramaturgos do nosso século, que escreveu este texto para Carlos Avilez e Eunice Muñoz.

Quase cinquenta anos depois de ter sido escrito, Carlos Avilez coordena a leitura do texto que lhe foi dedicado.

Uma peça que reflecte a nova literatura de intervenção da década de 60.

 

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GALA EGOISTA – 10 ANOS COM Al GREEN – CASINO ESTORIL

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Junho 18, 2010

Um livro de Pedro Miguel Rocha – Juntos Temos Poder – um novo sentido para a vida – a solidariedade


Quando comecei a ler este livro, pensei…é mais um, de entre os muitos textos que se têm publicado sobre a ajuda humantária em África.
Depois, devorei-o. Quando acabei, senti que queria ler mais e mais. Este livro permanecerá na minha memória.

E estou ansiosa pelo próximo. Do Pedro Miguel Rocha.

Leiam. Faz bem a nós próprios, ilumina-nos, mostra-nos a alma.

Tem um prefácio do Dr. António Nobre, da AMI.
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É breve, lê-se num instante, como a eternidade.

Foi com muito gosto que aceitei fazer o prefácio deste livro. Não por ele ser a favor da AMI, mas sim porque nele revivi, com interesse e até emoção, tantas histórias parecidas com as que vivenciei ao longo dos últimos 30 anos de activista humanitário sem fronteiras.

O enredo escrito pelo amigo Pedro Miguel Rocha corresponde na perfeição às situações que as populações, vítimas das guerras fratricidas e outras catástrofes, enfrentam nos campos de refugiados: sofrimentos, separação dos entes queridos, medos, doenças, penúrias, angústias, fome e morte.

Também os diálogos entre os voluntários humanitários, que desejo se tornem cada vez mais numerosos, as suas dúvidas existenciais, as suas motivações genuínas ou de fuga, as suas limitações e impotências perante a imensidão das tragédias e necessidades são autênticos e traduzem fielmente o que tantas vezes ouvi e disse no interior duma tenda, duma palhota ou à volta de uma fogueira sob um céu magnificamente estrelado.

Só quem nunca se encontrou nessas situações, no limite do tolerável físico e psíquico, a milhares de quilómetros do seu lar, é que não compreenderá quanto por vezes os humanitários oscilam entre a profunda satisfação de se sentirem úteis, e até mesmo insubstituíveis, e a indizível frustração por não disporem quase nunca nem dos meios suficientes nem do poder para pôr cobro aos desvarios humanos enfrentados diariamente.

Este livro está profundamente alicerçado nos Valores Universais da Solidariedade e da Fraternidade Universais. Com frontalidade, interpela-nos sobre a indiferença, o egoísmo e a cobiça, assassinos que tantas tragédias humanas e ambientais permitem ou incentivam. Os verdadeiros responsáveis nem sempre são quem carrega no gatilho das metralhadoras, mas sim aqueles muitas vezes escondidos por detrás de luxuosas secretárias nas suas torres de marfim, feitas do cinismo e das geoestratégias cegas e globais em Nova Iorque, Moscovo, Pequim, Bruxelas, Paris, Londres ou Berlim…

Este livro reavivou algumas das cicatrizes que há décadas se foram incrustando no meu corpo mas, simultaneamente, fez-me sonhar, com imensa saudade, momentos marcantes e personagens, idealistas ou sofredores, que nunca mais esquecerei porque hoje são parte integrante da minha caminhada.

Ficarei por isso sempre grato ao Pedro: escreveu um livro que eu gostaria ter escrito. Nunca o fiz por falta de qualidades e por pudor.

Leiam-no por favor. Estou certo que ficarão mais ricos pois ajudar-vos-á a compreender porque tantos seres humanos lutam pela sua dignidade perdida, porque tantos outros sonham em partir para a nossa ainda árvore de Natal, e porque outros seres humanos, seus irmãos, por vezes tudo sacrificam para irem levar uma gotinha de conforto e de fraternidade àqueles a quem, desde que nasceram, nunca foi dada a possibilidade de terem nem rosto nem voz.

Com um abraço muito amigo, esperança e revolta contida.

Fernando de La Vieter Nobre

Médico Cirurgião

Presidente Fundação AMI

Junho 16, 2010

Concerto/encontro intercultural na Solidariedade Imigrante – este Sábado 19 de Junho – às 21h

 

Solidariedade Imigrante –  no próximo 19 de Junho, Sábado, às 21h00

                             A Solidariedade Imigrante, convida-vos a um concerto intercultural, com os músicos

             Zé Amaral, de Timor Leste,
                                Eugénio Tavares Capemba e Arlindo, de Cabo Verde.

Depois da bonita noite do dia 6 de Janeiro com Aldo Mila(Angola), Pedro Castelo(Portugal), Pumacayo(Perú), os seus convidados e o público presente, repetimos a experiência.

Apareçam!

(entrada livre)

 Grupo de Interculturalidade
Solidariedade Imigrante
Rua da Madalena, nº8, 2º andar
1100-321 Lisboa

solidariedade_imigrante@hotmail.com, solimigrante@gmail.com
http://www.solimigrante.org/
http://www.lisboaintercultural.blogspot.com/

Migrasons
Blog do programa de Migrasons: Radio e diversidade: http://migrasons.blogspot.com/

Migrasons é um programa da Rádio Zero de Lisboa, promovido pela Solidariedade Imigrante: Emissões em www.radiozero.pt ao 3º sábado de cada mês às 20h00, repetições quinta-feira seguinte à 1h da manhã.

 

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