Programa de Festas

Novembro 28, 2008

TEATRO MERIDIONAL- EM CENA – VLCD! até 21 DEZ

A ingenuidade das personagens e a acutilância que pode ter a irrisão são os pontos de partida deste novo desafio, que tem como base de interpretação a técnica de clown, o gesto e a criação colectiva.

VLCD!

É igualmente uma nova estação desse já vasto, impermanente e misterioso percurso do Teatro Meridional no sentido de uma comunicação própria e íntima de um Teatro que, verdadeiramente, se afirma como a arte do presente e da presença.

TEATRO MERIDIONAL

Em cena até 21 Dezembro
Quarta a Sábado às 22H | Domingo às 17H

VLCD!
Do lugar onde estou já me fui embora

Foto de Margarida Dias

Desde que o Homem passou a medir o tempo este, inevitavelmente, também o mediu a si.

VLCD! é um espectáculo que, através do humor e do absurdo, versa sobre a velocidade. A mesma que conduz nos tempos modernos o ser humano a um nível de vida material que se dissocia da sua própria felicidade. A mesma onde um olhar mais atento (quiçá mais lento…) podia também identificá-la como o verdadeiro truque de uma sociedade de consumo.

Criação Teatro Meridional

Direcção Cénica – Nuno Pino Custódio

Interpretação – Carla Maciel, Fernando Mota, Luciano Amarelo, Miguel Seabra

TEATRO MERIDIONAL
ASSOCIAÇÃO MERIDIONAL DE CULTURA
Rua do Açúcar, 64 – Beco da Mitra
1950-009 Lisboa
Tel.: 21 868 92 45 Fax: 21 868 92 47
Tlm: 91 781 43 53
www.teatromeridional.net

 

Inauguração Exposição Galeria Municipal de Arte | Júlio Pires | 29 de NOV | Sábado | 16 H

EXPOSIÇÂO – PINTURA

GALERIA MUNICIPAL DE ARTE  – BARREIRO

JÚLIO PIRES DE 29 DE NOVEMBRO A 30 DE DEZEMBRO
Inauguração 29 NOV | 16 horas

A Galeria Municipal de Arte vai acolher, de 29 de Novembro a 30 de Dezembro, uma exposição de trabalhos de pintura de Júlio Pires.

Esta mostra estará aberta ao público de terça-feira a sábado, das 14h00 às 20h00. Encerra domingo, segunda-feira e feriados.

Nascido a 30 de Outubro de 1964, Júlio Pires é natural de Ílhavo. Foi pintor na Fábrica de porcelanas da vista Alegre. Frequentou, em 1987, um curso de desenho e pintura no Grupo ACB, na Fundação Calouste Gulbenkian.

Prémios:

1990 – 2º Prémio -I Salão de Artes Plásticas Illiabum Club
1995 – 1º Prémio D.R.S.C. Concurso de Cartazes
2003 – Prémio Rotary Club de Ílhavo / Sardinhada do Artista
Leme das Artes A.C.D. “Os Ílhavo
2003 – Edição da Serigrafia “Porto de Aveiro”
Ilustração do Livro – “O terceiro Vértice” / Poesias de Domingos Freire Cardoso
2005 – Participação na Churrascada do Artista Rotary Club do Funchal – Madeira

Representações:

2004 – Monumento Comemorativo da Geminação das duas cidades, S. Jones e Ílhavo (dedicado aos pescadores de Ílhavo da pesca do bacalhau.) S’ Jones – Terra Nova – Lavrador – Canada
Embaixada do Canadá em Portugal
Ministério da Defesa da Nacional
Colecções particulares em Portugal e no estrangeiro (EUA, Canadá, França, Espanha, Bélgica, Itália, Grécia, Luxemburgo e Venezuela)
Participou em 34 exposições individuais, 24 colectivas
III Bienal de Arte de Expressão Figurativa de Alenquer – Alenquer
Bienal de Coruche I Salão de Artes Plásticas – Coruche
IV Bienal Internacional de Artes Plásticas Rafael Botí – Córdoba – Espanha
IV Bienal Internacional Fundación Pedro Ferrandiz – Madrid – Espanha
II Bienal de Artistas Ilhavenses – Galeria Municipal de Ílhavo – Ílhavo
Exposição «de encontro ou mais de dentro» – Galeria Optical Art – Gafanha da Nazaré”.
Fonte: http://www.juliopires.com/

Divisão de Cultura e Património Histórico e Museológico
Auditório Municipal Augusto Cabrita
Av. Escola de Fuzileiros Navais – Parque da Cidade
2830-150 Barreiro
T: 212147400
Fax: 212147401
cultura@cm-barreiro.pt

“VIVA A CRISE, VIVA O STOCK MARCKET, VIVA!”

Novembro 27, 2008

Mercury Rev – Aula Magna – Lisboa – 29 NOV

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Os norte-americanos Mercury Rev, por muitos considerados uma das melhores bandas da actualidade, estão de volta com novo projecto.

É para o apresentarem que vão à Aula Magna de Lisboa, no dia 29 de Novembro.

A novidade chama-se “Snowflake Midnight”.

A generalidade da crítica mostra-se céptica por não encontrar um caminho de evolução do som da banda, não se escusando, porém, a sublinhar o reforço da sua identidade. O site Pitchfork, por exemplo, diz que “os seus momentos mais inspirados recapturam aquela qualidade amorfa e curiosa que os tornou tão intrigantes desde o início”.

Quer isto dizer que o rock, o psicadelismo e a exploração de ambientes profundos continuam a ser a razão de ser dos Mercury Rev. Mas “Snowflake Midnight” é a primeira parte de um trabalho duplo. As conclusões podem esperar pela segunda, “Strange Attractor”.

Dia 29-11-2008
Sábado às 22h00
PREÇO
25€ a 35€.
telef – 217967624
LOCAL – Lisboa, Aula Magna – Alam. Universidade

site oficial : http://www.mercuryrev.com/

CENTRO CULTURAL OLGA CADAVAL – DEZEMBRO

VIAGEM DE INVERNO

Winterreise op.89
Luís Rodrigues | barítono
David Santos | piano

5 de Dezembro | Auditório Acácio Barreiros | 22h00

 

Ciclo de canções de Franz Schubert sobre poemas de Wilhelm Müller

A obra-prima de Schubert, talvez a mais conhecida e apreciada de todo o reportório de Lied (a canção erudita alemã), foi o desafio escolhido por Luís Rodrigues e David Santos para retomarem, após alguns anos de interregno, uma colaboração que lhes valeu já o Prémio Jovens Músicos da RDP e recitais por todo o país, assim como em Cabo Verde, no Festival Internacional de Música de Macau ou no Centro Cultural Gulbenkian, em Paris. A aposta da editora About Music neste projecto e o acolhimento do Centro Cultural Olga Cadaval possibilitaram a gravação de um disco, cujo lançamento é assinalado com este recital. Venha fazer connosco esta viagem através da beleza triste e desolada do Inverno, que foi tão cara a Schubert no fim da sua vida.

Faixa Etária: 6 anos

Preços: 10,00 euros

Descontos de 2,50 euros para menores de 18 anos e maiores de 65 anos

Concerto de Natal

Orquestra Geração

13 de Dezembro | 11h30

Auditório Jorge Sampaio

A orquestra Geração foi fundada pelo Conservatório Nacional em 2007 em colaboração com a Câmara Municipal da Amadora, Fundo Social Europeu e Fundação Gulbenkian, com o objectivo de aplicar em Portugal, o Sistema de Orquestras Infantis e Juvenis da Venezuela, método em prática há já 38 anos nesse país e que actualmente atinge cerca de 380 000 crianças e jovens venezuelanos.

Através da pratica instrumental e de orquestra, consegue-se proporcionar às crianças de bairros socialmente degradados uma formação integral de forma a retirá-los da marginalidade. Efectivamente a pratica da música não só aumenta as capacidades de desenvolvimento intelectual e de carácter como também, através de uma intensiva pratica de música de conjunto, desenvolve as suas capacidades de cooperação e fornece um objectivo para as suas vidas. Será necessário salientar que o objectivo último é a formação de uma personalidade equilibrada e não apenas músicos.

Em Portugal existem duas orquestras a funcionar. Situam-se em escolas inseridas em bairros problemáticos da cintura de Lisboa. Neste ano de trabalho já se verificaram algumas modificações no comportamento das crianças, tais como um maior interesse e aplicação nas disciplinas do curso geral ou um grande apegamento às praticas musicais.

São elementos destas duas orquestras que nos vão presentear neste Natal com um concerto a não perder. Junte-se a nós!

Para maiores de 4 anos

Preço único: 3,00€

Duração: 60m

Centro Cultural Olga Cadaval

Aniversario de Ondajazz…4 anos

Apresenta

 Dia 28 (Sexta)
23h30
Aniversário do Ondajazz
4 anos de música e de paixão
Couleur Café
Entrada: 6€

Luanda Cozetti: voz , Thierry Riou: piano, Norton Daiello: baixo
Milton Batera: bateria, Guto Lucena: saxofones

Há mil viagens a fazer à volta de Serge Gainsbourg. A riqueza da sua obra encontra-se tanto nas letras como nas músicas.
Gainsbourg, a sua música, a sua provocação e a sua sensibilidade. A suas palavras duras, as suas palavras ternas, as suas diferenças e indiferenças…
As suas ideias fortes, o seu ambiente e, por trás de todas as suas músicas, os seus gritos de revolta. Em cada canção, encontramos uma história, como num filme.É o que propõe “Couleur Café”, o tempo de uma noite, fazer ressurgir a força das suas palavras ou jogos de palavras.
Uma viagem de sensibilidade que chega pela voz de Luanda em melodias nas quais “Couleur Café” pôs o seu toque pessoal para vos convidar para a viagem.

Luanda Cozetti (voz) e Norton Daiello (baixo) de Couple coffe entram na dansa com Thierry Riou no piano, Guto Lucena nos saxofones e Milton Batera na bateria para uma noite nascida sob o signo da côr… café.

Reservas
OndaJazz: 218 873 064

Novembro 26, 2008

FALAMICÃO APRESENTA MÚSICA – “Deolinda” -álbum de estreia em Famalicão. E muito MAIS.

Ópera, teatro, música e arte experimental na agenda de Dezembro da Casa das Artes de Famalicão!

A música original dos Deolinda, a estreia da ópera “Amor de Perdição… 100 anos depois”, o teatro musical “Disney’s Aladdin Jr” e um memorável Concerto de Natal são alguns dos espectáculos que marcam a agenda cultural da Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão, durante o próximo mês de Dezembro.

Uma das maiores revelações da música popular portuguesa, os Deolinda, vão subir ao palco da Casa das Artes, no próximo dia 13 de Dezembro, pelas 21h30, para um concerto de apresentação do álbum de estreia, “Canção ao Lado” com catorze temas originais, que promete lotar os mais de 500 lugares do grande auditório.

Deolinda é um projecto de música popular portuguesa, inspirado pelo fado e as suas origens tradicionais. Formado em 2006, por quatro jovens músicos com experiências musicais diversas (jazz, música clássica, música étnica e tradicional), procuram, através do cruzamento das diferentes linguagens e pesquisa musical, recriar uma sonoridade de cariz popular que sirva de base às composições originais do grupo.

Há uma longa série de clichés associados ao fado. Mas os Deolinda são… fado, apesar disso tudo, e são muito mais que fado, por causa disso tudo e de tudo o mais que a sua música contém.

Entrada 10 euros
M/3
Duração 90 m

Antes disso, no dia 12 de Dezembro, pelas 21h30, o público da Casa das Artes irá assistir a um espectáculo magnífico, com a estreia da ópera “Amor de Perdição – 100 anos depois…”.

A ópera do Sr. Conselheiro João Arroyo foi cantada pela primeira vez no Real Theatro de S. Carlos, na noite de 2 de Março de 1907.

“Amor de perdição” é uma ópera em três actos, cujo libreto de Francisco Bernardo, é baseado no romance de Camilo de Castelo Branco, escrito em 1861 e considerado como uma obra-prima do romantismo em Portugal.

 A versão Portuguesa do libreto é da responsabilidade de Maria João Braga Santos (1º e 2º actos) e de Alexandre Delgado (3º acto), com música de João Arroyo.

 Entrada 10 euros – M/3 – Duração 150 m (c/ intervalo)

Para o dia 6 de Dezembro está agendado um espectáculo de encantar, cheio de ritmo, música, cor e diversão.

“Disney’s Aladdin Jr” é uma peça de teatro musical que decorre na cidade das mil-e-uma-noites, Agrabah e conta a fantástica história de Aladino, um jovem pobre e traquina, de Jasmine, uma princesa rebelde e um génio mágico.

O espectáculo tem duas sessões marcadas: para as 16h00 e 21h30.

No mesmo dia, mas pelas 23h00, no café-concerto canta Daniela Galbin e o seu 4tet temas Soul e Pop.

Nos dias 20 e 21 de Dezembro, a Casa das Artes apresenta o concerto de Natal, com a “Missa das Crianças” de John Rutter, a cargo dos coros do Centro de Cultura Musical de Famalicão e da Orquestra Sinfónica da ARTAVE.

A Missa das Crianças foi fruto de um convite para a composição de um novo trabalho, para um concerto dado em Carnegie Hall durante a convenção nacional da Associação de Directores de Coral Americano em Nova Iorque, em Fevereiro de 2003.

De todas as obras corais com dimensão de Rutter e diferente carácter, as mais interpretadas são o Gloria, o Requiem e o Magnificat.

Mas há mais.

Nos dias 6, 7 e 8 – Sábado, Domingo e Segunda-feira – 14h30 – Sala de Ensaios, WORKSHOP DE DANÇA com o coreógrafo LUDGER LAMERS (Inscrição: 5 euros).

E no dia 10 – quarta-feira – 14h30 – Parque Fechado, o FESTIVAL INTERNACIONAL DE ARTE CONTEMPORÂNEA / ARTE EXPERIMENTAL I.M.A.N.08 – [Intermédia, Multimédia, Acção e Nada]
«UN-CONTROLLED» FASE 1 / 2008
4ª EDIÇÃO DE PRÁTICAS ARTÍSTICAS CONTEMPORÂNEAS
«UN-CONTROLLED – WORKSHOPS» Artes Plásticas
[orientador: AUGUSTO PEREIRA DA COSTA]
Entrada: livre, com inscrição prévia

Tudo isto e muito mais podem encontrar, e informar-se com mais pormenor, nos sites que se seguem.

www.vilanovadefamalicao.org
www.casadasartes.org
www.myspace.com/danielagalbinsinger
www.newmastersounds.com
www.myspace.com/newmastersounds
www.deolinda.com.pt

Uma informação da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão

 

Novembro 25, 2008

Livraria Bulhosa – Clube de Leitores de Entrecampos – presença do autor Nuno Júdice

Filed under: sugestões — profestas @ 10:50 pm
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Entrecampos

Dia 26, quarta-feira, 18.00h

Clube de Leitores

O Breve Sentimento do Eterno

De Nuno Júdice

Edições Nelson de Matos

Orientação de Paula Reis


Esta sessão conta com a presença do Autor

ONE MAN BAND – Guimarães – Torres Novas – 5 a 13 DEZ

Guimarães e Torres Novas recebem evento com direcção artística de Paulo Furtado (The Legendary Tiger Man).

 O Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães, e o Teatro Virgínia, em Torres Novas, recebem entre 5 e 13 de Dezembro o primeiro festival em solo nacional totalmente dedicado aos one man band.

O evento conta com a produção artística de Paulo Furtado, vocalista dos Wraygunn e ele próprio um one man band sob a personagem de The Legendary Tiger Man. Para além do músico português, o festival conta ainda com a participação de outros «solitários» artistas como o norte-americano Bob Log III, o britânico Son of Dave (Crash Test Dummies), e Becky Lee & Drunk Foot, uma norte-americana radicada na Suiça que irá participar no próximo projecto de Paulo Furtado, «Femina».

“No imaginário colectivo, “one man band” é um signo dicotómico: representa o músico nómada que percorre as ruas carregado de instrumentos e artefactos mecânicos que manuseia com a perícia de quem aspira a ser “profissional”; mas representa também a liberdade, independência e versatilidade a que aspiram os artistas que são “profissionais”.

Do festival «One Man Band» fará também parte um projecto especial, uma colaboração entre Slimmy e DJ Ride.

O cartaz completo do festival:

Centro Cultural Vila Flor (Guimarães)

5 de Dezembro: The Legendary Tiger Man; Becky Lee & Drunk Foot
6 de Dezembro: Bob Log III; DJ Session – Sean Riley
12 de Dezembro: Son of Dave; DJ Session – A Boy Named Sue
13 de Dezembro: Slimmy + DJ Ride; DJ Session – Da Flux

Teatro Virgínia (Torres Novas)

Teatro Virgínia

5 de Dezembro: Bob Log III; DJ Session – Sean Riley
6 de Dezembro: Becky Lee & Drunk Foot; DJ Session – Da Flux
12 de Dezembro: Slimmy + DJ Ride; DJ Session – DJ Ride
13 de Dezembro: Son of Dave; DJ Session – A Boy Named Sue

Guimarães, Centro Cultural Vila Flor – Avenida D. Afonso Henriques, 701
Torres Novas, Teatro Virgínia – Largo São José Lopes dos Santos

De 05-12-2008 a 13-12-2008
Sexta e sábado às 23h00
PREÇO – 5€ (dia). Passe Festival: 15€.

Centro Cultural Vila Flor

Teatro Virgina

NATACHA ATLAS AO VIVO > 7 DE DEZEMBRO > AUDITÓRIO DO CENTRO DE CONGRESSOS DO ESTORIL

NATACHA ATLAS AO VIVO

نتاشا أطلس, mais conhecida por Natacha Atlas, actua dia 7 de Dezembro no Auditório do Centro de Congressos do Estoril, onde apresentará o novo álbum, “Ana Hina” editado no início do ano.

7 DE DEZEMBRO (CENTRO DE CONGRESSOS DOS ESTORIL – AUDITÓRIO)

ABERTURA DE PORTAS * 21H30
INÍCIO DO ESPECTÁCULO * 22H00

A cantora belga de origem egípcia, Natacha Atlas, começou a dar que falar como vocalista (e bailarina de dança do ventre) dos Transglobal Underground, um reputado projecto britânico que mistura electrónica com World Music.

A carreira a solo começou em 1995 com o álbum, “Diáspora”, também produzido pelos Transglobal Underground, que conferiu, imediatamente, à cantora o estatuto de artista de culto.

A tremenda voz de Natacha Atlas levou-a a colaborações com artistas tão importantes como Jean-Michel Jarre e Belinda Carlisle, bem como a versões únicas de grandes clássicos como “I Put a Spell on You” de Screamin’ Jay Hawkins, celebrizada pelos Birthday Party de Nick Cave.
O oitavo disco a solo chegou em Maio deste ano.

“Ana Hina” inclui várias versões acústicas de canções originais de Fairuz (cantora libanesa popularizada na década de 70) e Abdel Halim Hafez (um dos mais populares cantores e actores egípcios).

site oficial e myspace – www.myspace.com/natachaatlasofficial

ENTRADA * 28 EUROS

WORTEN, FNAC, CTT (WWW.CTT.PT), AGÊNCIAS VIAGENS ABREU,
PLATEIA (WWW.PLATEIA.PT), AGÊNCIAS ABEP E ALVALADE, MEGAREDE,
BULHOSA (OEIRAS PARQUE E C.C. CIDADE DO PORTO), BLISS (FORUM MONTIJO) E TICKETLINE (RESERVAS: +351 707 234 234 E WWW.TICKETLINE.PT)

Everything Is New

VIDEO GAMES LIVE – CAMPO PEQUENO – 6/7 DEZ

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O maior espectáculo de VIDEOJOGOS do mundo está a chegar a Portugal – Absolutamente Imperdível!

TORA TORA BIG BAND – GALERIA ZDB – Lisboa

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foto: Nuno Ricou Salgado

TORA TORA BIG BAND
27/11 (5ªf) – 23h @ Galeria ZDB (bairro alto)

Os TORA TORA BIG BAND regressam à ZDB para apresentar um novo espectáculo: com uma nova formação, um repertório renovado e novo disco para breve, preparam-se para voltar a contagiar os palcos com a sua vibração efusiva de energia e calor sonoro.

Lisboa é a cidade que inspira estes músicos a formar, em 2001, uma orquestra que tocasse música para dançar. Através de um repertório que cruza o Jazz e World Music, a sua aposta é renovar o velho conceito das antigas big bands, apresentando elementos e tendências sonoras mais modernas como o Afro, Latin, Funk, Arabic, Trance, Reggae e Drum’n Bass.
Um cocktail universal que reúne músicos de múltiplas nacionalidades, num poderoso naipe de metais e uma secção rítmica estrondosa.

Com o segundo registo de originais “TORA TORA CULT” (2007) a ser nomeado pelo jornal Expresso como um dos catorze melhores álbuns nacionais desse ano e “TORA TORA” (2006), o disco de estreia a passar pelo primeiro lugar de vendas na secção de Jazz da FNAC, a repercussão na imprensa tem sido excelente e incondicional o apoio da crescente legião de fãs.

Nos palcos, espera-se uma verdadeira injecção de groove.

Alguns espectáculos anteriores a destacar:

PlenoOutJazz; Festa do Avante! 07 (Palco 25 Abril), Mundo Dakar 07, LUX Jazz Sessions 07, Festival Oeiras ALIVE! 07, Arena Lounge – Casino Lisboa 07, Centro Cultural Vila Flor, Festas do Almonda 07, Lagoa Jazz Festival, Festival Jazz “Maio Lindo Maio”, Festival de Jazz de Torres Vedras, Festa do Jazz no Teatro S. Luiz, Festival “Tasse Jazz” em Odemira, entre muitos outros espectáculos igualmente importantes.

MySpace: www.myspace.com/toratorabigband

Vídeo: www.youtube.com/watch?v=kRegvjpiLW0

Entrada: 7,5€

zdb – galeria zé dos bois, rua da barroca 59 , bairro alto, 213430205

Novembro 24, 2008

FRAGIL – QUINTA-FEIRA, 27 DE NOVEMBRO, RECITAL PARA 4 SINTETIZADORES (Adriano Filipe, João Eleutério, Paulo Abelho e Rodrigo Leão)

Il DIVO – regressam a Portugal em 2009

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O espectáculo em Lisboa, deverá acontecer no Pavilhão Atlântico.

Este concerto está inserido na digressão mundial «An Evening With Il Divo».

O novo álbum «The Promise», com edição de 10 de Novembro, inclui versões de Leonard Cohen («Hallelujah»), ABBA («The Winner Takes It All») e Frankie Goes To Hollywood («The Power of Love»).

IL DIVOCarlos Marin (espanhol), Urs Buhler (suíço), Sebastien Izambard (francês) e David Miller (americano)

Os Il Divo vão actuar em Lisboa dia 6 de Abril de 2009.

Pois é, faltam 5 meses. Mas entretanto, contentem-se com o seu novo CD e o DVD.

Quem os aprecia, é claro. Aquelas canções românticas bem elaboradas, bem arquitectadas, e com qualidade – ou não fosem elas o sinal desse romantismo que nunca morrerá, projectado para um certo e numeroso público.

 E ainda bem. Têm o seu lugar, bem conquistado. Com mérito.

Amo-te Lisboa!”, gritou o francês Sebastian Izambard, embasbacado com os aplausos no Pavilhão Atlântico.

Bilhetes
Balcão 0 (ii) (com marcação) € 60,00
Balcão 0 i (com marcação) € 70,00
Balcão 1 (com marcação) € 40,00
Balcão 2 (sem marcação) € 30,00
Inner Seating (com marcação) € 80,00
Plateia A (com marcação) € 60,00
Plateia VIP (com marcação) € 80,00
Rampa (mobilidade condicionada) € 30,00

AMÉLIA MUGE – CCB – 7 DEZ

CHAPITÔ!!

CINEvoarte. Pedro Sena Nunes em S. Petersburgo. DOC Da Pele à Pedra

O Amor na Poesia Dominicana – Cancelamento da Conferência do dia 25 de Novembro de 2008

A Casa da América Latina lamenta informar de que, por motivos alheios à sua vontade, não será realizada a conferência sobre “O Amor na Poesia Dominicana”, prevista para amanhã dia 25, às 18,30 horas.

Para mais informações, poderá consultar o portal http://www.c-americalatina.pt/scid/calweb/ou contactar-nos através do e-mail: geral@c-americalatina.pt

José Duarte reúne os amigos e apresenta-se no Bartô do Chapitô, Quarta-feira 26 de Novembro

Filed under: jazz — profestas @ 2:08 pm
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As Grandes Vozes do Jazz, por Zé Duarte

Quando se fala de Jazz, o nome de José Duarte vem-nos à memória como uma frase batida: Jazzzzzzz.

Personagem incontornável na história do Jazz em Portugal, José Duarte é uma referência no panorama musical português.

Escritor e pedagogo na Universidade de Aveiro, publicou uma antologia de poemas em Língua Portuguesa inspirados neste tão autêntico estilo de se fazer música. Pelo caminho, foi condecorado pelo Ministério da Cultura com a Medalha de Mérito Cultural.

José Duarte vem ao Bartô com um repertório musical que bem podíamos apelidar de “As escolhas do Mestre” e aproveita para trocar dois dedos de conversa intimista sobre as histórias do Jazz.

A não perder.

Quarta-feira, 26 de Novembro

22h00

Costa do Castelo 1/7

1149-079 Lisboa

Email – divulgacao@chapito.org

Tel – 218 855 550

http://www.chapito.org/

chapitoblog.blogspot.com

Infornação do

 

Novembro 23, 2008

MIA COUTO – E se Obama fosse africano?

Filed under: diversos — profestas @ 8:20 pm
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E se Obama fosse africano?

Por Mia Couto

Os africanos rejubilaram com a vitória de Obama. Eu fui um deles. Depois de uma noite em claro, na irrealidade da penumbra da madrugada, as lágrimas corriam-me quando ele pronunciou o discurso de vencedor. Nesse momento, eu era também um vencedor. A mesma felicidade me atravessara quando Nelson Mandela foi libertado e o novo estadista sul-africano consolidava um caminho de dignificação de África.

Na noite de 5 de Novembro, o novo presidente norte-americano não era apenas um homem que falava. Era a sufocada voz da esperança que se reerguia, liberta, dentro de nós. Meu coração tinha votado, mesmo sem permissão: habituado a pedir pouco, eu festejava uma vitória sem dimensões. Ao sair à rua, a minha cidade se havia deslocado para Chicago, negros e brancos respirando comungando de uma mesma surpresa feliz. Porque a vitória de Obama não foi a de uma raça sobre outra:
sem a participação massiva dos americanos de todas as raças (incluindo a da maioria branca) os Estados Unidos da América não nos entregariam motivo para festejarmos.

Nos dias seguintes, fui colhendo as reacções eufóricas dos mais diversos recantos do nosso continente. Pessoas anónimas, cidadãos comuns querem testemunhar a sua felicidade. Ao mesmo tempo fui tomando nota, com algumas reservas, das mensagens solidárias de dirigentes
africanos. Quase todos chamavam Obama de “nosso irmão”. E pensei: estarão todos esses dirigentes sendo sinceros? Será Barack Obama familiar de tanta gente politicamente tão diversa? Tenho dúvidas. Na pressa de ver preconceitos somente nos outros, não somos capazes de ver os nossos próprios racismos e xenofobias. Na pressa de condenar o Ocidente, esquecemo-nos de aceitar as lições que nos chegam desse outro lado do mundo.

Foi então que me chegou às mãos um texto de um escritor camaronês, Patrice Nganang, intitulado: “E se Obama fosse camaronês?”. As questões que o meu colega dos Camarões levantava sugeriram-me
perguntas diversas, formuladas agora em redor da seguinte hipótese: e se Obama fosse africano e concorresse à presidência num país africano?~

São estas perguntas que gostaria de explorar neste texto.

E se Obama fosse africano e candidato a uma presidência africana?

1. Se Obama fosse africano, um seu concorrente (um qualquer George Bush das Áfricas) inventaria mudanças na Constituição para prolongar o seu mandato para além do previsto. E o nosso Obama teria que esperar mais uns anos para voltar a candidatar-se. A espera poderia ser longa, se tomarmos em conta a permanência de um mesmo presidente no poder em África. Uns 41 anos no Gabão, 39 na Líbia, 28 no Zimbabwe, 28 na Guiné Equatorial, 28 em Angola, 27 no Egipto, 26 nos Camarões. E por aí
fora, perfazendo uma quinzena de presidentes que governam há mais de 20 anos consecutivos no continente. Mugabe terá 90 anos quando terminar o mandato para o qual se impôs acima do veredicto popular.

2. Se Obama fosse africano, o mais provável era que, sendo um candidato do partido da oposição, não teria espaço para fazer campanha. Far-Ihe-iam como, por exemplo, no Zimbabwe ou nos Camarões:
seria agredido fisicamente, seria preso consecutivamente, ser-Ihe-ia retirado o passaporte. Os Bushs de África não toleram opositores, não toleram a democracia.

3. Se Obama fosse africano, não seria sequer elegível em grande parte dos países porque as elites no poder inventaram leis restritivas que fecham as portas da presidência a filhos de estrangeiros e a
descendentes de imigrantes. O nacionalista zambiano Kenneth Kaunda está sendo questionado, no seu próprio país, como filho de malawianos.
Convenientemente “descobriram” que o homem que conduziu a Zâmbia à independência e governou por mais de 25 anos era, afinal, filho de malawianos e durante todo esse tempo tinha governado ‘ilegalmente”.
Preso por alegadas intenções golpistas, o nosso Kenneth Kaunda (que dá nome a uma das mais nobres avenidas de Maputo) será interdito de fazer política e assim, o regime vigente, se verá livre de um opositor.

4. Sejamos claros: Obama é negro nos Estados Unidos. Em África ele é mulato. Se Obama fosse africano, veria a sua raça atirada contra o seu próprio rosto. Não que a cor da pele fosse importante para os povos que esperam ver nos seus líderes competência e trabalho sério. Mas as elites predadoras fariam campanha contra alguém que designariam por um “não autêntico africano”. O mesmo irmão negro que hoje é saudado como novo Presidente americano seria vilipendiado em casa como sendo representante dos “outros”, dos de outra raça, de outra bandeira (ou de nenhuma bandeira?).

5. Se fosse africano, o nosso “irmão” teria que dar muita explicação aos moralistas de serviço quando pensasse em incluir no discurso de agradecimento o apoio que recebeu dos homossexuais. Pecado mortal para os advogados da chamada “pureza africana”. Para estes moralistas – tantas vezes no poder, tantas vezes com poder – a homossexualidade é um inaceitável vício mortal que é exterior a África e aos africanos.

6. Se ganhasse as eleições, Obama teria provavelmente que sentar-se à mesa de negociações e partilhar o poder com o derrotado, num processo negocial degradante que mostra que, em certos países africanos, o perdedor pode negociar aquilo que parece sagrado – a vontade do povo
expressa nos votos. Nesta altura, estaria Barack Obama sentado numa mesa com um qualquer Bush em infinitas rondas negociais com mediadores africanos que nos ensinam que nos devemos contentar com as migalhas dos processos eleitorais que não correm a favor dos ditadores.

Inconclusivas conclusões

Fique claro: existem excepções neste quadro generalista. Sabemos todos de que excepções estamos falando e nós mesmos moçambicanos, fomos capazes de construir uma dessas condições à parte.

Fique igualmente claro: todos estes entraves a um Obama africano não seriam impostos pelo povo, mas pelos donos do poder, por elites que fazem da governação fonte de enriquecimento sem escrúpulos.

A verdade é que Obama não é africano. A verdade é que os africanos – as pessoas simples e os trabalhadores anónimos – festejaram com toda a alma a vitória americana de Obama. Mas não creio que os ditadores e corruptos de África tenham o direito de se fazerem convidados para
esta festa.

Porque a alegria que milhões de africanos experimentaram no dia 5 de Novembro nascia de eles investirem em Obama exactamente o oposto daquilo que conheciam da sua experiência com os seus próprios dirigentes. Por muito que nos custe admitir, apenas uma minoria de estados africanos conhecem ou conheceram dirigentes preocupados com o bem público.

No mesmo dia em que Obama confirmava a condição de vencedor, os noticiários internacionais abarrotavam de notícias terríveis sobre África. No mesmo dia da vitória da maioria norte-americana, África continuava sendo derrotada por guerras, má gestão, ambição desmesurada de políticos gananciosos. Depois de terem morto a democracia, esses políticos estão matando a própria política. Resta a guerra, em alguns casos. Outros, a desistência e o cinismo.

Só há um modo verdadeiro de celebrar Obama nos países africanos: é lutar para que mais bandeiras de esperança possam nascer aqui, no nosso continente. É lutar para que Obamas africanos possam também vencer. E nós, africanos de todas as etnias e raças, vencermos com esses Obamas e celebrarmos em nossa casa aquilo que agora festejamos em casa alheia.

Jornal “SAVANA” – 14 de Novembro de 2008

Fonte: Clube de Jornalistas

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