Programa de Festas

Agosto 7, 2008

Recriação Histórica do Cerco de Almeida Pelas Tropas de Napoleão

Filed under: diversos — profestas @ 5:30 pm
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Nos dias 22, 23 e 24 de Agosto venha assistir a uma fantástica recriação, e lembrar os tempos em que Almeida era a Princesa da Beira e uma das Praças Fortes mais importantes de Portugal.

Visite Almeida! Assista a este espectáculo, e clique aqui para saber sobre alguns dos lugares onde se poderá instalar.

Vista do ar, Almeida, classificada como Aldeia histórica, parece uma estrela de 12 pontas, tantas quantos os baluartes e revelins que rodeiam um espaço com um perímetro de 2500 metros.

Esta notável praça-forte foi edificada nos sécs. XVII-XVIII, em redor de um castelo medieval, num local importantíssimo como ponto de defesa estratégico da região – um planalto a cerca de 12 kms da linha fronteira com Espanha, definida pelo Tratado de Alcanices em 1297, data em que Almeida passou a ser portuguesa.

Existem várias versões para origem do nome Almeida. Mas o que todos concordam é que o nome é de origem árabe. Uns referem que vem do árabe Al Mêda e que significa a mesa, pelo facto da povoação se encontrar situada num vasto planalto, no planalto das mesas.

Almeida é um dos melhores exemplares de fortificação abaluartada existente em Portugal.

Almeida foi palco de lutas ao longo dos séculos, destacando-se as Guerras da Restauração (séc. XVII), em que os espanhóis foram definitivamente afastados do trono de Portugal, e as invasões francesas no séc. XIX em que esteve cercada durante um longo período pelas tropas napoleónicas, tendo o seu castelo e parte da muralha sido gravemente danificados pela explosão de uma enorme quantidade de pólvora armazenada nos paióis, o que provocou a sua rendição.
No interior da fortificação, vale a pena visitar o conjunto harmonioso do casario, e numerosos edifícios religiosos e civis espalhados por ruas estreitas que conservam a atmosfera de outros tempos.

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1 Comentário »

  1. Caríssimos Srs. È com grande aplauso que acom-
    panho as iniciativas municipais de Almeida para
    dar a conhecer esse martírio das invasões napo-
    leónicas. Como professor aposentado tenho lido
    imenso sobre Almeida. Como pintor de arte temho
    alguns óleos em marcha sobre esta temática tão
    dramática, talcomo uma semelhante sobre Oliven-
    ça, infelizmente esta colónia espanhola ainda na actualidade. O meu avô-materno nasceu e está
    sepultado nas Cinco Vilas, como todos os ascendentes. Ele contava a história que o avô
    paternodele no Rio Côa ante o avanço, então da
    invasão se deitou no chão fingindo-se de morto.
    Os franceses trespassaram-lhe uma das cochas,
    dizendo. C´est mort! Chamava-se João Ribeiro
    como o meu avô-paterno.A minha avó-paterna era
    natural das Freixedas e o meu pai de Pinhel. A
    minha mãe já nasceu em Lisboa, quando o meu avõ
    para lá foi trabalhar na Caixa Geral. Com o meu
    maior apreço pela divulgação cultural, históri-
    ca e turística de Almeida aí estaremos p´rá se-
    mana para assistir e viver essa divulgação ex-
    trordinária. que aliás faz pensar imenso.
    Com « ALMA ATÉ ALMEIDA » reiterados parabéns
    por todo esse zêlo patriótico de Almeida e da
    sua distinta Câmara Municipal.
    Afetuosamente comosmelhores cumprimentos,
    Ribeiro Couto / Atelier-residência : Villa Ca-
    balide / Casal dos Carvalhais / Estrada do
    Poço Mouro / 258O- lOl Aldeia Gavinha (Alen-
    quer.

    Comentar por Ribeiro Couto — Agosto 14, 2008 @ 1:54 am | Responder


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