Programa de Festas

Julho 29, 2008

Festa 2008 AVANTE!

Filed under: festas — profestas @ 8:01 pm
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Apresentamos hoje os mais significativos traços do vasto programa político e cultural da 32ª edição da Festa do “Avante!” que este ano terá lugar a 5, 6 e 7 de Setembro na Quinta da Atalaia, Amora, Seixal. É certo que esta é mais uma edição da Festa do “Avante!”, mas não é menos verdade , que sendo uma iniciativa que, realizando-se todos os anos, soube manter ao longo destas mais de trinta edições, não apenas as suas características fundamentais, mas também, de se reinventar, rejuvenescer e renovar, marcando de uma forma incomparável a realidade política e cultural do nosso país.

É apenas um resumo da Festa, realizada num contexto de grandes dificuldades mas pretedendo ser um factor de renovada confiança e de alento, para todos os que a um país mais justo, fraterno e solidário, a um mundo de paz e amizade entre os povos.

A Festa do “Avante!” será uma vez mais, uma demonstração da capacidade de realização dos militantes do PCP e da JCP, da sua militância e generosidade, expressa nos milhares de homens, mulheres e jovens, que ao longo de meses a constroem, num imenso trabalho colectivo, para que tudo esteja pronto no dia 5 de Setembro, quando, pelas 18h00, a Festa abrir as suas portas aos muitos milhares que a querem visitar.

Poderão encontrar informação mais detalhadamente na documentação distribuída, nomeadamente no Suplemento do Jornal “Avante!”.

O Pavilhão Central assume-se como o grande espaço de exposições e debate da Festa do “Avante!”. Este ano três exposições terão lugar de destaque.

No ano em que se realiza o XVIII Congresso do PCP, a exposição “Por Abril, pelo Socialismo” dá a conhecer o programa do Partido “Por uma democracia avançada no limiar do século XXI”, inserido na luta do PCP por uma sociedade nova, liberta de todas as formas de exploração – o Socialismo e o Comunismo. Um programa actual para a etapa em que o país se encontra, capaz de mobilizar os trabalhadores e o povo português para a construção de uma sociedade de progresso social, mais democrática, mais justa, fraterna e solidária.

“Basta de injustiças! Mudar de política para uma vida melhor.” Assim se chamou a campanha que o PCP lançou na última festa do Avante!, e é esse o lema desta exposição que abordará a situação do país.

No ano em que deixou de estar entre nós, a justa homenagem ao homem, ao artista plástico, ao militante comunista e construtor da Festa, Rogério Ribeiro. Uma exposição que, aliás, contou com o seu entusiasmo e disponibilidade de colaboração antes do seu súbito falecimento. Uma visita pela sua magnífica obra enquanto um dos maiores artistas plásticos do nosso país.

O Pavilhão Central da Festa do “Avante!” terá ainda outros elementos de interesse. As evocações em grandes painéis dos 50 anos das eleições presidenciais de 1958, dos 160 anos e da actualidade do manifesto do Partido Comunista e da realização do XVIII Congresso do PCP. Será ainda possível ai visitar o espaço da imprensa do Partido, a Loja da Festa ou o espaço das TIC’s.

No Pavilhão Central decorrerão ainda alguns dos mais de 40 debates que marcarão a Festa do “Avante!”. Do programa ainda a ser finalizado e no qual participarão dirigentes nacionais e regionais do PCP, deputados e eleitos autárquicos, bem como outras personalidades, destacamos os debates do Fórum central sobre o Código do Trabalho, a preparação do XVIII congresso do PCP, os 160 anos do Manifesto Comunista, A crise económica e a exploração capitalista, o Tratado de Lisboa e a soberania nacional.

Do programa político da Festa do “Avante!” merecem particular destaque a abertura da Festa na 6ª feira e o comício de domingo onde intervirá, Carina Castro dirigente da JCP, José Casanova, Director do “Avante!” e Jerónimo de Sousa, Secretario-Geral do PCP.

Mas a Festa do “Avante!” oferecerá aos seus visitante numerosos motivos de interesse. Do vasto, rico e diversificado programa de espectáculos que decorrerão nos vários Palcos da Festa permitam destacar a Grande Gala de Ópera que abrirá o Palco 25 de Abril na noite de sexta-feira.

O Teatro volta a ter um lugar de destaque com a presença no Avanteatro entre outros do Teatro Moderno de Lisboa, que assinala os seus 47 anos com a peça “O Tinteiro” de Armando Caldas, da Companhia “A Barraca” que representa a peça “Obviamente demito-o”.

O Espaço da Juventude, cujo funcionamento é integralmente da responsabilidade da Juventude Comunista Portuguesa, salienta-se o Palco Novos Valores onde actuarão as Bandas apuradas nos 27 concursos regionais, constituindo dessa forma também, um importante contributo que a Festa do “Avante!” e a JCP dão para a divulgação e afirmação da música moderna portuguesa .

O Espaço da Ciência que este ano sob o lema “Sentir a vida, transformar o mundo” acolhe uma exposição sobre os 5 sentidos.

No Espaço Internacional assinalam-se “Os 5 anos de resistência à invasão do Iraque” e os “50 anos da Revolução Cubana”; por ai passará a solidariedade activa dos comunistas e do Povo português com os Povos que em todo o mundo lutam contra a opressão, a exploração, a ocupação e ingerência imperialista e a afirmação dos valores da Paz, da amizade, da justiça social e da solidariedade.

No Espaço do Livro, merece destaque a reedição do romance “Quando os lobos uivam” de Aquilino Ribeiro com prefácio inédito de Álvaro Cunhal, bem como, a presença de vários autores nacionais, num importante momento de afirmação da língua e da cultura portuguesa.

O programa do desporto, incluindo a exibição e pratica de mais de 25 modalidades com destaque para a 21ª edição da Corrida da Festa.

Para muitos dos que ao longo dos anos têm visitado a Festa, a sua anterior experiência, o seu conhecimento, seriam razões suficientes para este ano se decidirem a ir. Para aqueles que pela primeira vez, e todos os anos são muitos, estão a considerar visitar-nos no primeira fim-de-semana de Setembro, o programa que aqui apresentamos, pela sua diversidade, qualidade e interesse, constituirá um renovado estímulo para a sua presença na Festa do “Avante!”.

Sendo verdade, que a Festa do “Avante!”, com as suas raízes profundamente populares, constitui uma festa para todas as idades e para gente vinda de todas as regiões do país, a presença esmagadora da juventude é não só um motivo de orgulho para quem a projecta, constrói e realiza mas, sobretudo, a mais sólida garantia de que no presente e no futuro, a Festa do “Avante!”continuará a constituir um factor de esperança num Portugal com futuro.

ESPECTÁCULOS

Entre as numerosas polémicas que ao longo de anos e anos atravessam a história e a crítica da música, conta-se a discutível análise de Wagner sobre a obra de Beethoven, defendendo que a evolução das nove sinfonias que constituem parte fulcral da música europeia correspondiam a um processo de apuramento de construção formal que conduzira Beethoven a reconhecer a voz humana como o paradigma final de criação sonora. Os majestosos edifícios sonoros crescentemente mais complexos das nove sinfonias beethovanianas teriam conduzido o compositor à progressiva complexidade da composição até, ao atingir a sua última obra, a IX Sinfonia, nela ter finalmente integrado lado a lado com a riqueza orquestral a multiplicidade dos timbres da voz humana com coro e solistas a darem outra forma aos versos de Schiller no «Hino à Alegria» – segundo muitos e convincentes investigadores efectivamente um Hino à Liberdade, de nome alterado pelas imposições censórias da época…

A velha polémica wagneriana surge inevitavelmente quando, após ter marcado uma viragem reconhecida nos grandes festivais de ar livre em Portugal ao introduzir na sua programação uma orquestra sinfónica em 1994 exactamente com uma sinfonia de Beethoven – a 7ª, interpretada pela Orquestra Metropolitana de Lisboa, dirigida por Miguel Graça Moura – a Festa dá este ano novo passo trazendo ao maior palco português uma programação que inclui das mais complexas e apaixonantes expressões musicais: a ópera.

O público habitual das sextas-feiras de Atalaia recorda naturalmente o êxito conquistado em 1995 com o espectáculo da Metropolitana pela primeira vez no Palco «25 de Abril», interpretando obras de Tchaikowsky, com destaque para a sempre espectacular Abertura 1812: na realidade, fora a experiência realizada no ano anterior no Auditório «1º de Maio» com a mesma formação e uma programação baseada em Beethoven e que encerrava com a 7ª que abriu caminho a criarem-se as complexas condições técnicas para o ciclo aberto em 95.

Depois disso, passaram pelo palco «25 de Abril» Gerswhin e Shostakovich, Lopes-Graça e Haendel, Bach e Leonard Bernstein, Benjamim Britten e Bartok – e Beethoven!

Quando se realizou a 25ª Festa, a programação correu o risco que o público entusiasticamente saudou de trazer exactamente – a IX Sinfonia de Beethoven! Já lá vão portanto mais de seis anos que a Festa apresentou o panorama integral das sonoridades da música erudita, do completo naipe de instrumentos sinfónicos à voz humana a solo e em coro.

Mas faltava, de facto, a ópera!

 A junção, como tão bem a definiu Lopes-Graça, de todas as artes cénicas, do teatro à música, da dança à riqueza da encenação. As dificuldades a enfrentar eram conhecidas: a ópera tem exigências quando apresentada como uma peça integral que requerem situações especiais: a existência de uma estrutura narrativa dada por um libreto cantado e declamado, a necessária expressividade dramática a conceder ao enredo, a importância expressiva das encenações e dos cenários associaram a ópera ao recinto teatral fechado, com todas as suas capacidades e exigências técnicas e acústicas. Desta condicionante, mas do desejo de proporcionar a mais vastas audiências as criações operáticas – na composição e sobretudo na interpretação, crescentemente importante – levaram ao surgimento da Gala de Ópera, no fundo uma espécie de antologia de grandes momentos musicais das composições, prescindindo do enredo dramático e das suas exigências cénicas para valorizar sobretudo os momentos musicais – árias, aberturas, coros – que autores e público elegeram como momentos estruturantes e especialmente estimados.

As evoluções tecnológicas na captação e amplificação sonora tornaram crescentemente possível trazer aos grandes palcos de massas a riqueza interpretativa das grandes vozes e as suas combinações com grandes massas orquestrais: a Gala de Ópera é hoje possível ao ar livre, ao mesmo tempo que as últimas décadas transformaram completamente o panorama musical português vendo surgir intérpretes de uma qualidade e de uma apaixonada entrega à sua arte.

De Rossini a Verdi, de Mozart a Bizet, o número de convidados da música clássica no Palco «25 de Abril» da Festa do «Avante!» cresceu este ano como nunca.

Vamos à Ópera!

Quanto ao resto da programação dos espectáculos, a Festa continua a assegurar a qualidade e a transversalidade que são uma marca que fazem dela o evento cultural de massas único que é há mais de três décadas.

Como sempre, uma atenção especial à música portuguesa. Desde a sua primeira edição, a Festa revelou, consagrou, apresentou o que sucessivamente de melhor se foi criando na música popular portuguesa, com a preocupação de contemplar a enorme riqueza de estilos e de géneros que têm consolidado a sua identidade ou têm revelado a capacidade inovadora dos criadores nacionais.

Em 2008 o Palco «25 de Abril» vai acolher – se ele se pudesse pronunciar, diria seguramente que com grande alegria… – o fim de um silêncio de doze anos: Júlio Pereira gravou de novo, ele que continua a ser um eixo da capacidade de recriar a música inquestionavelmente portuguesa com a sofisticação cosmopolita da música popular contemporânea.

De Portugal, com ele estão essa absoluta garantia da capacidade de vida e renovação do Fado que é a voz de Camané, lado a lado com o notável trabalho da guitarra clássica de Pedro Jóia, da sempre inovadora actividade dos Navegante, este ano levando mais longe o diálogo cultural que tem sido uma das marcas mais ricas do nosso panorama musical.

Esse diálogo e os seus frutos manifesta-se exuberantemente com presenças cuja qualidade e características recriam as raízes nacionais numa convivência de tão surpreendentes resultados como o rock, hip hop, reggae saídos de vozes e intérpretes portugueses tão consagrados como os Xutos & Pontapés ou os Da Weasel, grupos de jazz que dão continuidade ao trabalho do sexagenário Hot Club de Portugal cuja Big Band (já com carreira internacional!) virá celebrar esse decisivo aniversário, lado a lado com grupos de música tradicional ou de rock que conquistaram já o espaço e o público que os traz à Festa (os Mind da Gap, os Skaliban, os Fado Morse, os Galandum Galundaina e tantos outros).

E, como sempre, as presenças estrangeiras. Uma figura grande da hoje designada world music, mas sobretudo um intérprete de uma verdadeira dinastia da majestosa música africana do golfo da Guiné: Vieux Farka Touré, o filho do lendário Ali Farka Touré, há anos seguindo o caminho familiar dos músicos do Mali, até na sua capacidade de diálogo com as expressões afro-americanas de Ry Cooder.

Os blues, uma presença cada vez mais central na Festa, este ano com a grande revelação da cena britânica, a espantosa guitarra dos 17 anos de Krissy Matthews lado a lado com a experiência e a consagração do que é considerado um dos dez melhores guitarristas de blues do mundo, o brasileiro Nuno Mindelis (que, por acaso, até, na realidade, começou por ser português ao nascer em Cabinda…) com uma banda que percorreu mundo em sucessivos êxitos e gravações.

Pela primeira vez na Festa, uma banda de bluegrass, a música criada nas montanhas Appalaches e que constitui um verdadeiro eixo das expressões mais populares e interventoras da Folk norte-americana e que, através do grupo Coal Portes vem recordar o trovador lendário da esquerda americana, o Woody Guthrie cuja guitarra anunciava que era uma arma anti-fascista e que será recordado também pelo jovem hoje considerado como o seu mais actual herdeiro, Chad Dughi e as suas letras inconfundíveis, tanto quanto o picking style da sua guitarra.

Ainda da grande música negra, uma inteira noite dedicada a Cabo Verde e à Guiné e uma estreia na Festa: um coro de três dezenas de vozes de gospel, mais uma expressão da dinâmica e criatividade da cena musical portuguesa.

Não sabemos quem deu essa tradução a tão grande verdade – mas foi um momento de inspiração próprio da Atalaia: Festa do «Avante!» – não há Festa como esta!

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13 comentários »

  1. ainda nunca fui a uma festa do avante mas acho que deve ser muito bonito estao de parabens

    Comentar por ana maria — Agosto 3, 2008 @ 2:20 pm | Responder

  2. ola ana maria eu poxote dizer-te ja fui a 16 festas do avante max numka me arrependi!!!
    dou-te um konxelho vai k vais gostar vais te divertir buex e ja agora xe fores e vires um rapaz com uma mala kom bue imagens do che guevara fala-lhe xo eu!!!
    looool
    na brinka beijo e divertete!!!

    Comentar por Hugo Moreira — Agosto 8, 2008 @ 2:05 am | Responder

  3. Gostaria de saber em que dia os Xutos e Pontapés vão actuar este ano à Festa do Avante. Obrigada

    Comentar por Ana — Agosto 25, 2008 @ 10:00 pm | Responder

  4. sendo concelheira municipal(relaçoes internacionais) pela lista comunista e maioritaria numa vila em frança gostaria de saber se teria alguma oportunidade de me encontrar com um camarada do PCP(ligado as relaçoes internacionais) no dia 7(ultimo dia da festa do avante).
    pois eu chegarei nesse dia a Portugal e obviamente tenho tudo previsto para estar presente nesse grande encontro anual de todos camaradas comunistas.

    “O HOMEM PELO HOMEM”

    Comentar por ana corona — Agosto 27, 2008 @ 9:55 am | Responder

  5. Camarada Ana Corona,
    Eu não tenho o contacto de ninguém do internacional, mas provavelmente através da emigração consegues facilmente saber se existe essa possibilidade.
    emigracao@pcp.pt

    Comentar por João Lopes — Agosto 28, 2008 @ 11:05 pm | Responder

  6. Ola. bom dia a todos.
    eu tenho um pequena grande duvida… =S
    gostava de saber apartir de que idade se pagam os bilhetes para o avante. ha quem me diga que é apartir dos 12 anos e outros que é apartir dos 14 anos. alguem me responde brevemente? por favor!

    Comentar por mariana — Agosto 30, 2008 @ 10:50 am | Responder

  7. Presente desde a I Festa do Avante, de 6ª a Domingo voltarei a dizer presente.

    Que o convivio deste tão nobre encontro e evento político-cultural, sirva para unir os portugueses na defesa da justiça social e no enraizamento dos ideais de Abril.

    Comentar por Alexandre Décio — Setembro 3, 2008 @ 1:03 am | Responder

  8. Com muita alegria aproveitemos esta nossa festa para ” um melhor entendimento do Mundo ” deixando para trás o apego acomodatício às realidades existentes, mas antes assumindo uma entranhável dedicação de luta, transformando-as en fontes verdadeiras do bem estar humano.
    Só em união e comunhão de ideais, sem que signifique o servil acatamento das ideias dos outros, mas antes porém em discussão livre, perspetivando novos caminhos se pode encurtar a distancia entre os actuais patamares sociais.
    É urgente destruir o fosso entre os que muito tem e os que nada tem.
    Não podemos deixar para amanhã, a luta que tem que ser diària, de exigir de uma vez por todas a divisão equitativa da mais valia do trabalho.
    Torna-se urgente confrontar a listagem e os números dos milhões de euros dos capitalistas portugueses com os números dos desempregados, dos jovens sem direito ao ensino, dos cidadãos sem direito a saúde e dos idosos sem direito a morrer com dignidade. Refiro-me a Portugal sem ser indiferente ao Mundo, mas estes números batem-nos à porta e são provocatórios.
    Para além do combate ao banditismo e assaltos através da imposição da força da autoridade, analizemos as principais razões e causas, e com ou sem pacto político encontremos as armas sociais para a curto prazo reduzir e anular o que motiva todo este mal estar.
    Façamos destes temas momentos de reflexão política-social.

    Comentar por Alexandre Décio — Setembro 3, 2008 @ 1:39 am | Responder

  9. Olá Boa tarde a todos.
    Nunca fui a vossa Festa!De tanto ouvir falar e de bilhete na mão há um mês comprado,já sinto, imagino, visualizo tudo, mas mesmo tudo muito ansiosa como uma criança!Fiz mil e uma perguntas, obtive respostas assertivas,confesso que encontrei encanto nos olhares por todo lado que eu passe porque resolvi falar na Festa do Avante.Eu vou estar atenta a tudo,quero também saber responder o que é a vossa Festa!
    Até amanhã e um abraço a todos que participaram para que isto se torne possível.
    Vossa convidada.

    Comentar por Berta Sampaio — Setembro 4, 2008 @ 12:13 pm | Responder

  10. ups, peidei-me.

    Comentar por gilberta soares — Setembro 4, 2008 @ 1:15 pm | Responder

  11. Sem comentátios, pois o direito há estupidez, falta de educação e mínimo de principios tãmbém faz parte da liberdade alcançada em Abril de 74.

    Comentar por Alexandre Décio — Setembro 5, 2008 @ 7:07 am | Responder

  12. Olá. Bom dia.

    gostava de saber apartir de que idade se pagam os bilhetes para o avante. ha quem me diga que é apartir dos 12 anos e outros que é apartir dos 14 anos. alguem me responde brevemente?

    Comentar por Tatiana Filipa — Setembro 5, 2008 @ 12:05 pm | Responder

  13. eu fui ao avante +_+
    aqilo e lindo.. espetacular.. ppl teem qe ir : p
    paga se apartir dos 14

    Comentar por tomé — Setembro 13, 2008 @ 12:36 am | Responder


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