Programa de Festas

Julho 28, 2008

Cool Jazz Fest – Diana Krall nos Jardins do Marquês de Pombal em Oeiras

Filed under: festivais,jazz — profestas @ 11:45 pm
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30 JUL
DIANA KRALL

22.00H

Uma das mais importantes artistas de Jazz a nível mundial.

Nascida no Canadá, Diana Krall desde muito nova descobriu os encantos do piano clássico. Depois de vários anos de estudo e de trabalhar com nomes como o do baixista Ray Brown, lança o seu primeiro trabalho em 1993 Stepping Out que chama de imediato as atenções da indústria discográfica. Segue-se Only trust your heart, o antecedor do album que marca definitivamente a carreira da interprete All For You de 1996, que para além de ser um tributo a Nat King Cole, se tornou num best seller. Três anos depois e 2 nomeações para os Grammys, When I Look in Your Eyes, vence finalmente o Grammy e catapulta Diana Krall para o estrelato do Jazz mundial. Desde então todos os seus trabalhos vendem milhões e arrastam multidões para os seus concertos. Graças ao seu impressionante talento tanto como intérprete como pianista, Diana Krall é hoje uma das mais proeminentes artistas de Jazz a nível mundial. O seu encantamento pelo Jazz clássico e pela música Pop encontram na sua voz o ponto de encontro perfeito dando origem a um estilo que transcende catalogações e que se torna impossível de não admirar. Quem conseguirá resistir à Diva Jazz no Cool Jazzfest em Oeiras no Jardim do Marquês de Pombal?

Visite: www.dianakrall.com ou www.myspace.com/dianakrall

Plateia VIP
€ 60,00

Plateia VIP Lateral
€ 55,00

Plateia A
€ 50,00

Plateia B
€ 40,00

Plateia C
€ 30,00

Plateia D
€ 25,00

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1 Comentário »

  1. Lamentável.
    Performance mediana dela, muito boa dos músicos. Lamentável a da produção do espectáculo.

    O Cool Jazz Fest começou por ser algo intimista que se compadece com os artistas em cartaz. Nas últimas edições transformou-se num mega-evento que já não cabe na bela envolvência onde se insere.
    Nesta sessão a minha surpresa ao deparar-me com o caos pleno quando cheguei às redondezas do festival e não havia um local para estacionar. Os parques reservados para o evento tinham seguranças à entrada, orgulhosamente fazendo que não e que seguisse caminho…
    Após umas voltas pelas intrincadas ruas que rodeiam o jardim do marquês, estacionei em frente a uma garagem privada – desculpe-me o dono da moradia, que espero que faça parte da organização do CJF.

    Quanto ao recinto era, como anunciado na promoção do espectáculo, notável. Para mim foi mesmo o melhor do concerto.
    No entanto toda a área do jardim do marquês onde fosse possível colocar uma cadeira estava ocupada. De facto a primeira questão que se me pôs foi: onde conseguiram arranjar tantas cadeiras ???
    Não imagino qual a área do recinto, mas é muito ampla. Nem em concertos de massas, em estádios, fiquei tão longe do palco. A senhora parecia um ponto ao longe. Sei que não paguei um dos bilhetes mais caros mas o concerto que vi não valeu nem metade dos 30EUR que custou o meu ingresso. As cadeiras de pau fizeram o serviço de ainda hoje me doerem as costas. O espaço completamente plano impedia que toda a gente nos “milhares” de filas depois da décima tivessem que ver os écrãs e palco por entre as cabeças dos senhores das filas da frente. Cheguei a ouvir: “Desculpe, importa-se de não mexer a cabeça? Assim não vejo nada ! “.
    Outra nota relativa ao recinto é a dos serviços. De duas tendas da super bock que lá colocaram, uma não tinha cerveja (por avaria do equipamento) a outra não tinha água, ambas tinham whisky 🙂 e nenhuma tinha comida. O que não deu jeito a quem por causa do acesso não teve tempo para comer uma sandes.

    Finalmente o show.
    Alinhamento de músicas nada notável. A performance da sra Costello mediana. Disse diversas vezes que gostava muito do nosso país e que os filhos estavam no hotel a comer “sardines”. Gostamos muito quando estes convidados apreciam a nossa caótica república das bananas…A tour segue por espanha, os filhotes ficarão no hotel a comer paella ??

    A produção enquanto som e imagem foi péssima.
    Não há muito a dizer. O som parecia saído de dentro de uma lata. É a única semelhança.
    O realizador de imagem, se o havia, um desastre. Digamos que 99% do tempo mostrou a cara da artista, e de vez em quando as mãos. Nada articulado com os momentos adequados.
    Quanto aos coitados dos músicos que disputaram o restante 1% do tempo de imagem – coitados nós! que pagámos e não os vimos tocar – quando ambos faziam excelentes momentos de solo o realizador focava… a Diana Krall! Pontualmente durante escassos segundos fazia um plano da cara do músico, mas de imediato voltava a mostrar a cantora que aguardava que o solista terminasse.
    O baterista muitas vezes nem teve essa sorte. Nunca se viu o jogo instrumental deste músico. Excelentes momentos passavam completamente ao lado da realização.
    Foi sem dúvida o pior factor do espectáculo.

    Por fim a nota positiva.
    Adorei os senhores que a acompanhavam: baixista e baterista que não recordo o nome. Realmente fizeram valer a pena assistir ao concerto.
    Ouvi-os…. com péssima qualidade… mas não os consegui ver tocar.

    A. Tavares

    Comentar por Afonso Tavares — Agosto 1, 2008 @ 10:29 am | Responder


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