Programa de Festas

Fevereiro 25, 2008

XXVIII Fantasporto – 2008

O Festival Internacional de Cinema do Porto, o mais prestigiado do país e reconhecido internacionalmente, inicia-se hoje no Rivoli – Teatro Municipal, no Porto.
O filme a exibir é, nada mais nada menos, que um grande vencedor dos Óscars, “Este País não é para Velhos”, dos irmãos Cohen.

O Festival conta com 357 filmes em 527 sessões, e antes da sua abertura haverá a inauguração do Espaço – Cidade do Cinema na Praça D. João I, a inauguração da exposição de Pintura de Agostinho Santos no Piso 0 do Rivoli, seguida de prova de vinhos, e um espectáculo multimédia e de animação.

Toda a programação e informações diversas constam do sítio oficial do Festival, mas anote-se desde já a homenagem ao cinema dinamarquês, com a exibição de várias longas e curtas metragens seleccionadas pelo Danish Film Institute, e também a Max von Sydow , um actor da predilecção de Ingmar Bergman e que interpretou, entre tantos outros papéis, o inesquecível sacerdote do filme “Exorcista”, de Friedkin.

E serão também prestadas homenagens a Fernando Lopes, e Manuel de Oliveira, dois portugueses que aqui dispensam apresentações.

Para os amantes do terror clássico, o Teatro Sá da Bandeira recebe a partir de quinta-feira, os clássicos de culto, onde vão ser exibidos filmes como Freaks de Tod Browning ou The Rocky Horror Picture Show de Jim Sharman, a mais louca paródia de terror musical.
Além dos dois auditórios do Rivoli e da sala do Sá da Bandeira (onde se concentrará sobretudo a exibição dos clássicos de terror), o Fantasporto tem este ano extensões em Braga, Aveiro, Coimbra, Viseu, Gaia, Matosinhos e Vila Real.

Um Festival a não perder, um “Fantas contra tudo e contra todos”, como afirma (ler aqui ) o seu fundador e director, Mário Dorminsky.

Que assim seja.

2 comentários »

  1. Desde já as minhas mais sinceras desculpas pelo atrevimento em vos escrever, isto porque o motivo em nada vos auxilia, já mim serve para cerrar uma grande curiosidade, e porque não relevar, causadora de grandes discussões de grupo!
    Já nos habituamos aos cartazes do Fantasporto, e convenhamos que todos os anos se apresentação com novas e boas ideias. A questão que hoje se prende é, que criatura é esta que nos brinda em 2008? Se é que vos é possível revelar…
    As “apostas” são muitas, e todas elas tendem a fugir ao que julgamos ser o banal, não se tratasse dum festival como é o Fantasporto!
    Volto a repetir, as minhas mais sinceras desculpas pelo abuso, mas a curiosidade é na realidade muita, e como nos é permitida a liberdade de expressão, resolvi em nome de todos os curiosos que de há uns dias para cá têm discutido a situação, escrever-vos como réstia de esperança.
    Os melhores cumprimentos…

    P.S. – Junto envio a imagem que tem sido alvo de controvérsias…

    Comentar por Raquel — Fevereiro 26, 2008 @ 10:14 pm | Responder

  2. Não deixa de ser algo triste ver um festival de cinema que me habituei a frequentar, ser vítima de uma falta de organização crescente a cada ano que passa, embora seja cada vez mais aclamado como um dos mais significativos festivais de cinema fantástico a nível mundial.

    Por um lado é de salientar o facto de não ser possível planear e comprar bilhetes com antecedência para os filmes que quer ver já que estes só podem ser adquiridos no dia anterior à exibição. Será esta uma estratégia para obrigar os espectadores a comprar bilhetes sucessivamente dia após dia? Quererão porventura fazer-nos gastar gasolina/bilhetes de metro/solas de sapato adicionais? Não compreendo, penso que seria uma vantagem venderem o maior número de bilhetes possível o mais cedo possível para as várias sessões, mas pelos vistos os organizadores têm uma visão diferente.

    Por outro lado, e este episódio é verdadeiramente anedótico, acabei de telefonar para a bilheteira do cinema Lusomundo no Norteshopping e foi-me dito que ainda não possuem informação do horário no qual os filmes anunciados irão passar na sala de cinema pelo que a única forma de confirmar o filme que vai ser exibido será dirigir-se às bilheteiras do cinema momentos antes do filme começar. Uma espécie de tiro no escuro ao qual não consegui evitar uma gargalhada telefónica e um “obrigado pela ajuda, boa tarde” deveras cínico embora a telefonista não tenha propriamente culpa desta total e absoluta desorganização
    por parte da “organização” de um festival que, cada vez mais tem mais fama que proveito.

    Comentar por MACC — Março 2, 2008 @ 8:16 pm | Responder


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