
Na comemoração dos 45 anos de carreira, Carlos do Carmo homenageia os músicos.
Tanto no passado como no presente, os músicos têm sido uma base fundamental para a construção da sua sólida carreira.
Na noite de 3 de Outubro, o Casino do Estoril será palco de um concerto onde Carlos do Carmo fará uma viagem musical pelos temas da sua vida, acompanhado por um elenco de músicos notáveis e pela Orquestra Sinfonietta de Lisboa, dirigida pelo maestro Vasco Pearce Azevedo.
Programa:
20.30h – Welcome Drink com canapés, no Du Arte Louge
21.00h – Jantar no Salão Preto e Prata
23.00h – Carlos do Carmo e Convidados
Convidados:
António Vitorino de Almeida
António Serrano
Carlos Bica
Carlos Manuel Proença
Fernando Araújo
Joel Pina
José Fontes Rocha
José Manuel Neto
José Maria Nóbrega
Ricardo Rocha
e
Orquestra Sinfonietta de Lisboa Dirigida pelo Maestro Vasco Pearce Azevedo
Preço: € 80,00 p.p. (Welcome Drink/Jantar e Espectáculo
M/18
BILHETEIRA:
Casino Estoril - Salão Preto e Prata (214667700, www.casino-estoril.pt, info.cestoril@estoril-sol.com), Ticketline (707234234), FNAC, Lojas Abreu, Worten, Plateia (214346304) e El Corte Inglés
Escrito neste site, lê-se “(…) O poeta José Carlos Ary dos Santos baptizou-o como Charles du Charme. Transportou na voz o fado para todo o Mundo. É Carlos do Carmo a celebrar 45 anos de carreira e a reeditar, esta segunda-feira, o álbum “À noite”.
Se lhe falarmos em alguém chamado Carlos Alberto Ascensão de Almeida, certamente não saberá a quem nos estamos a reportar. Mas ao dizermos o nome Carlos do Carmo ocorre, quase como reflexo condicionado, o som da palavra fado.
É este fadista, o mais internacional depois de Amália Rodrigues, que está a celebrar 45 anos de carreira, já com festa marcada para o dia 3 de Outubro, no Casino Estoril.
A sua voz bem colocada, que solta as palavras de uma forma cristalina, única, é capaz de múltiplos prodígios, para além dos de fadista. Admirador de Frank Sinatra e de Jacques Brel, este artista de Lisboa já espantou o Olympia de Paris com a sua interpretação de “Valse a mille temps”, uma canção que não está ao alcance de quem quer. É preciso possuir uma enorme técnica e talento proporcional para conseguir cantar o tema imortal de Brel(…)”



