ATOS TRIO
Quinta, dia 10 de Julho, 22H30

ATOS é um trio de Jazz que nasce em 2003 com base na Holanda. Reúne músicos residentes em Amesterdão e Roterdão , e desenvolveu uma sonoridade bastante característica que permite abranger diversos tipos de audiências. A sua música inspira-se em imagens paisagísticas e cenários enigmáticos.
Lucas Acunã -guitarra
Gonçalo Almeida- contrabaixo
Luis Candeias-bateria.
Entrada: 6€
Múcio Sá Trio
Sexta, dia 11 de Julho, 23H30

Múcio Sa :guitarras e bandolim.
Marcelo Araújo: Bateria
Virgilio Gomes: Baixo
Múcio Sá, multi-instrumentista e produtor, toca nesse projeto bandolim e guitarra clássica. Mucio é formado em Composição de Música Contemporânea pela Universidade Federal da Bahia, estado onde nasceu. Em Portugal desde 1991, actua com artistas de diferentes influências e estilos, desde o Jazz ao Flamenco.
Eis um trio onde a virtuosidade de cada um dos músicos está ao serviço da música e da melodia.
Três personalidades fortes, completas e imaginativas que se reuniram neste trio.
Um trio rico onde assistimos ao encontro entre o jazz e o Brasil.
Três solistas brasileiros para revisitar parte das composições de Múcio Sa.
O ritmo é quente, presente e dançante. Múcio procura sempre a diferença com uma grande riqueza que se quer simples.
Para este concerto, Múcio deixou de parte a sua guitarra eléctrica, para que a sua guitarra acústica seja vedeta.
É para nós um grande prazer ver aquelas cordas de nylon oferecer as mais belas melodias que nos permitirão conhecer melhor Múcio Sa. Esta é a hora das guitarras falarem sejam elas de onde forem… Falam de si e de outras. Em varias línguas e emoções, as guitarras falam e cantam e alegres brincam entre elas.
Entrada: 6€
Menezes Diniz Quarteto
Sábado, dia 12 de Julho, 22H30

Alexandre Diniz piano e rhodes
José Menezes: saxofones
José Salgueiro: bateria e percussões
Miguel Amado: baixo e contrabaixo
Dois amigos e uma vontade: “havemos de tocar juntos um dia destes…” era uma frase comum entre eles. A oportunidade surgiu e da ideia passou-se à prática. Convidaram mais dois – músicos e amigos – e formaram este quarteto que, de uma forma descomprometida, se direcciona para um jazz acessível, cheio de balanço e onde os seus músicos se movimentam com uma grande facilidade na intercomunicação e na arte do improviso. Com eles, de Wayne Shorter a Larry Goldings, passando por Chris Cheek ou Pat Metheny, tudo é possível: a vontade está lá e o jazz também.
Entrada: 6€



