No Convento de Tomar, aos domingos, pode ver a peça “O Nome da Rosa”, uma adaptação do livro de Umberto Eco, pela Companhia de Teatro Fatias de Cá.
E é às 18h18.
Sobre este grupo teatral, e tudo o que rodeia a sua interpretação no Convento de Cristo, lemos um delicioso texto de Pedro Rebelo, do qual se transcreve um pouco:
“E por onde andámos ontem? Se vos disser que perto da meia-noite ouvíamos cantos gregorianos no mais emblemático monumento templário de Portugal ? E se vos disser que durante aproximadamente 6 horas, juntamente com algumas dezenas de pessoas, percorremos no Convento de Cristo, caminhos e salas cujas portas raramente se abrem aos visitantes em horário habitual?”
sinopse: Em 1327, reúnem-se numa abadia os teólogos do Papa e os do Imperador para discutir a pregação dos Franciscanos, que chamam a Igreja de volta à pobreza evangélica e, implicitamente, à renúncia ao poder temporal. Guilherme de Baskerville, teólogo imperial, vê-se envolvido numa verdadeira história policial: um monge morreu misteriosamente nessa abadia, mas é somente o primeiro de sete cadáveres.
“O Fatias de Cá (criado em Tomar em 1979) tem 6 centros de produção teatral (Tomar, Barquinha, Chamusca, Constância, Coimbra e Lisboa) enquadrados pelo Fatias de Cá – Mãe. Enquanto Companhia de Teatro, desenvolve projectos de âmbito profissional e amador para o que conta com mais de 100 membros (entre permanentes, regulares e pontuais)”.
E usa como lema uma frase atribuída a Galileu: “não resistir a uma ideia nova nem a um vinho velho.”
Consultar Fatias de Cá, vale a pena.



